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Plataforma afro-brasileira de mapeamento e
difusão de artistas negros/as/es
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LOJA PROJETO AFRO - Estamos no ar! 

Nossa Loja Online está no ar com camisetas, ecobags, bonés, canecas, cadernos, canetas e lápis, todos com a identidade visual criada pelo Estúdio Campo (@estudiocampo), com inspiração em obras de artistas como Rubem Valentim.

A partir de hoje você já pode garantir o seu! 👀

Acesse no link: https://projetoafro.lojavirtualnuvem.com.br/ 

A Loja Online do Projeto Afro tem o apoio do Instituto Ibirapitanga (@iibirapitanga).
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📸 Vitu de Souza

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento by @projeto.afro
18
5 months ago
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Abdias Nascimento, Franca, SP, 1914 – Rio de Janeiro, RJ, 2011

#ArtistadaSemana Abdias Nascimento foi um artista plástico, professor universitário, ator, poeta, escritor, dramaturgo, fundador do Teatro Experimental do Negro (TEN), além de político e um dos precursores do movimento negro. 

Sua obra plástica é marcada pela presença de temas da cultura africana, explorando universos simbólicos desta corrente, percorrendo o candomblé, o vodu do Haiti e os ideogramas adinkra da África ocidental. 

Co-fundador do IPEAFRO @ipeafro, Nascimento também teve uma importante carreira política como deputado federal, senador e secretário do governo do Estado do Rio de Janeiro. Nesta atuação, lutou pela questão do racismo e da discriminação racial, dentre outros importantes debates sociais.

Neste momento decisivo para a história do Brasil, o Projeto Afro vem, por meio deste, manifestar publicamente sua defesa pela democracia. Nas próximas semanas, acompanhe aqui alguns importantes conteúdos sobre o assunto. Nosso voto é Lula 13!

Saiba mais sobre Abdias Nascimento no Projeto Afro (link na bio).
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Okê Oxóssi, 1970
Acrílica sobre tela
90 x 60 cm
📸  Divulgação

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento #AbdiasNascimento Lula13 by @projeto.afro
16
2 days ago
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PRÊMIO - O livro “Amazônia Negra: as imagens da cor do (in)visível”, de Marcela Bonfim (@bonfim_marcela), é um dos dez semifinalistas do Prêmio Jabuti 2026 na da categoria Artes, no eixo Não Ficção. Publicada pela editora Igrá Kniga, a obra reúne reflexões sobre identidade, memória, pertencimento e presença negra na Amazônia.

Segunda Bonfim: “a obra surgiu de um trânsito pessoal, de onde pude ressignificar minhas experiências como um corpo negro, com marcas e cicatrizes, para um corpo pensante, cheio de potências e desejos - sobretudo, de libertação dos estigmas.”

Na exposição “Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira” no CCBB, a artista que integra o mapeamento do Projeto Afro apresentou a série “Amazônia Negra” (foto), com imagens de 2016. As fotografias faziam parte do núcleo “Cotidianos”, que encerrava a mostra.
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Vista da exposição na sede do CCBB Rio de Janeiro
📸 Estúdio em Obra

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento #MarcelaBonfim taken in CCBB Rio de Janeiro by @projeto.afro
6
9 days ago
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Albarte, Rio De Janeiro, RJ, 1998

#ArtistadaSemana Albarte (@alb.arte) é artista visual e pintor, com trajetória iniciada a partir da cultura dos bate-bolas, manifestação tradicional do Rio de Janeiro. 

Seu contato com os barracões de produção das fantasias, ainda na infância, despertou o interesse pelo desenho, pela pintura e pela criação artistica. Sua produção utiliza de suportes diversos, como madeira, e elementos da fotografia para os cenários de suas obras.

Atualmente, está em cartaz com a mostra “Do encanto das crianças, nasce um novo mundo”, na Galeria Berê @bere_galeria (MUHCAB), no Rio de Janeiro. Curadoria de Leonardo Moraes (@leomoraes22).
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eu prometi que ia dar tudo certo, só que a noite durou muito tempo, da série Onde tudo acontece, 2026
Óleo sobre tela, 130 x 80cm
📸 reprodução 

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento #Albarte by @projeto.afro
12
11 days ago
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IBEJIS - “Ibeji”, que em iorubá significa “nascimento dos gêmeos”, é o orixá que protege os gêmeos e todas as crianças.
 
Nas culturas iorubanas, os gêmeos são considerados manifestações de uma mesma alma e recebem rituais especiais. 

Já Cosme e Damião são santos gêmeos da tradição católica e também médicos, que atendiam pacientes gratuitamente. Eles chegaram ao Brasil por volta de 153 e se tornaram padroeiros de médicos e crianças, por exemplo.

Nas práticas religiosas de pessoas escravizadas no país, com o sincretismo de orixás e santos católicos, Cosme e Damião foram associados aos Ibejis como uma maneira de preservar as tradições culturais diante da repressão religiosa.
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Ludimila Lima @ludimilalimas
Bejiró
2026
Aquarela sobre papel algodão 
📸 reprodução 

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento #Ibeji by @projeto.afro
4
13 days ago
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ARTIGO - No texto “Nas encruzilhadas curatoriais: suturar memórias, fabular arquivos”, Nutyelly Cena (@nutyellycena__) aborda o estabelecimento de um diálogo sobre as dimensões mais amplas do arquivo, incluindo seu caráter colonial e fabulatório.

O artigo da pesquisadora traz exemplos de projetos como a exposição “Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira”. Além de apresentar pesquisas de artistas como Joelington Rios (@rivers________), Tassila Custodes (@tassila.custodes) e Silvana Mendes (@sil.vana).

Leia o texto na íntegra no Projeto Afro:
projetoafro.com (link na bio).

A produção deste texto teve o apoio do Instituto Ibirapitanga (@iibirapitanga).

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento by @projeto.afro
8
15 days ago
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OBRA - Em “Greve Geral” (2024–), a partir do manejo e da modificação de ferramentas associadas a trabalhos desvalorizados pela sociedade brasileira, como o facão, a pá e o serrote, Jefferson Medeiros (@jefferson_medeiros__) evoca momentos em que trabalhadores penduraram suas ferramentas para lutar por direitos. A obra nos convida à reflexão e nos convoca à ação.

Aqui, o corpo da ferramenta alude ao corpo da pessoa trabalhadora. Ao utilizar apenas ferramentas já desgastadas e afastadas de seu uso original, o artista constrói novas esculturas e propõe uma reflexão sobre o corpo daqueles que trabalham e sobre como seu valor diminui na sociedade à medida que deixa de servir à produção e aos interesses do sistema capitalista.

De maneira mais explícita, o trabalho nos convoca a uma greve geral. Ao dar um nó nas ferramentas, como vemos no serrote e no facão, Medeiros inviabiliza seu uso. As pás, soldadas em conjunto, também se tornam inutilizáveis e evocam o sentido coletivo da greve geral: um movimento que não se sustenta individualmente, mas que depende de um acordo comum e de uma vontade coletiva para acontecer.

Assim, corpo e ferramenta se conectam mais uma vez. O nó — gesto que inutiliza as ferramentas — alude ao ato de cruzar os braços e recusar-se a continuar sendo a ferramenta que mantém o sistema e sustenta a própria exploração. Desse modo, o sentido do não trabalhar se transforma: o corpo deixa de ser invalidado pela falta de produtividade e passa a ser sinônimo de protagonismo e autonomia, ao escolher não servir aos interesses do sistema e ao reivindicar seus próprios desejos de vida e trabalho.

Mayara Carvalho (@maybluess) é curadora, escritora e educadora.

A produção deste texto teve o apoio do Instituto Ibirapitanga (@iibirapitanga).
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Jefferson Medeiros
Greve Geral
2024
📸Reprodução

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento by @projeto.afro
10
16 days ago
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O Bastardo, Mesquita, RJ, 1997

#ArtistadaSemana O Bastardo (@o__bastardo) elabora um diálogo direto entre questões autobiográficas e o pensamento pictórico, conquista gestada entre vivências familiares e passagens por escolas de arte, como a EAV Parque Lage, no Rio de Janeiro, e a Beaux- Arts de Paris.

Em cartaz no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica (@cma.heliooiticica) no Rio de Janeiro, o artista apresenta “Ballet Noir: O Pós-Virtuosismo”. A exposição parte da figura da bailarina negra, investigando as relações entre corpo, movimento e representação, tensionando os códigos que historicamente definiram arte, técnica e virtuosismo. Texto crítico de Osmar Paulino (@curadornegro). 

Veja mais sobre O Bastardo no Projeto Afro: projetoafro.com/artista/o-bastardo/
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sem título
2026
📸 reprodução

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento by @projeto.afro
3
17 days ago
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LUTO - Recebemos com tristeza o falecimento de Lúcia Laguna, aos 85 anos, no Rio de Janeiro. 

Laguna (Campos dos Goytacazes) construiu uma carreira pautada nos temas que abordavam sua relação com a paisagem, o cotidiano e a memória.
A pintura era a  base para sua exímia produção. 

As pinturas apresentavam fragmentos da cidade, de casas, jardins e todo o seu entorno, observados, principalmente, pela janela do seu ateliê.

Com importantes exposições no currículo, como “Dos Brasis: arte e pensamento negro” no Sesc Belenzinho é “Direito à Forma” no Inhotim, Laguna é um dos nomes fundamentas para a arte contemporânea no Brasil.

Nossos sentimentos aos familiares e amigos.

Veja mais na página da artista no Projeto Afro: projetoafro.com/artista/lucia-laguna/
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Paisagem n. 145, 2023 
Acrílica sobre tela
200 x 150 cm
📸reprodução

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento #LuciaLaguna by @projeto.afro
1
18 days ago
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FEIRA - Entre os dias 16 e 20.09, acontece a 16ª edição da Feira de Arte do Rio de Janeiro, a ArtRio, na Axia Marina da Glória.

Este ano, a feira apresenta os estandes das galerias, dos projetos curados, mostra de videoarte, a programação de conversas e o setor editorial, além de uma área de gastronomia, com diversas opções.

Entre as galerias, destaque para o estande da @bere_galeria, que reúne artistas como Guilhermina Augusti (@guilherminaaugusti), uma das vencedoras do Prêmio Foco deste ano da ArtRio.

Saiba mais em @artrio_art
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A travessia é eterna
2026
bandeira - impressão sobre tecido oxford
dimensões variáveis
📸reprodução 

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento taken in Axia Marina da Gloria by @projeto.afro
3
24 days ago
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Hariel Revignet, Goiânia, GO, 1995

#ArtistadaSemana Hariel Revignet (@harielrevignet) possui pesquisas artísticas autobiogeográficas que se manifestam por intersecções, entre o social, o ancestral e o espiritual. 

A artista está em cartaz no Muncab (@muncab.oficial), em Salvador, com a exposição “OMI TUTU – Água Fresca”, que tem curadoria de Jamile Coelho (@jamile_coelho). Por meio de pinturas e instalações, a artista investiga a água como elemento de conexão entre territórios, corpos e diferentes formas de pertencimento. 

Entre Brasil e Gabão, rios e mares, terra e água, deslocamento e retorno, a exposição constrói uma geografia em movimento, na qual travessias, encontros e continuidades ganham forma, como cita o texto de apresentação.

A mostra fica em cartaz até 14.02.27. Saiba mais sobre em @muncab.oficial.

Veja mais sobre Hariel Revignet no Projeto Afro (link na bio): projetoafro.com/artista/hariel-revignet/
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📸reprodução 

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento taken in Muncab - Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira by @projeto.afro
4
25 days ago
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OBRA - Instalada sobre a fachada ornamentada de uma casa em estilo europeu do século XIX, a obra “Desde quando você sou negrx” apresenta uma frase que opera simultaneamente como enunciação, ousadia e deslocamento linguístico. Ao tensionar a estrutura gramatical - transformando-a em assertiva instável - Diego Crux (@cruxdiego) investiga os autorreconhecimentos de pessoas negras nas cidades e os mecanismos pelos quais a racialização é socialmente produzida. A sentença devolve aos transeuntes o peso do olhar racializante, sugerindo que a experiência negra não nasce do indivíduo, mas das relações que o outro impõe.

A pintura sobre ráfia, material elementar amplamente utilizado em faixas de bairros suburbanos para anunciar festas e vendas, introduz uma dimensão popular que contrasta com a arquitetura histórica do edifício. A contradição entre materialidade contemporânea e patrimônio colonial realça tensões entre centro e margem, memória oficial e experiências silenciadas, quando um corpo, considerado estranho, ocupa um espaço legítimo que lhe é de direito na cidade. A obra domina o frontão, como que em um letreiro oficial, instaurando uma fratura simbólica que transforma a palavra em ferramenta de denúncia e vindicação de dignidade.

Ao provocar inquietude em quem lê, Crux ativa um campo de reflexão íntima e coletiva sobre identidade, linguagem e poder, subvertendo estruturas raciais que demarcam o meio urbano. A partir de quando, como e por que alguém se torna negro - e quem determina essa condição?

Melissa Alves (@melmlvs) é curadora, pesquisadora, arquiteta e urbanista. Atualmente, colabora nos eixos de curadoria e residência artística no Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes, além de participar de outros projetos artísticos de forma independente. 

A produção deste texto teve o apoio do Instituto Ibirapitanga (@iibirapitanga).
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Desde quando você sou negrx
2020
📸Divulgação

#ParaTodosVerem Imagem com recurso de texto alternativo. #ProjetoAfro #ProjetoAfroMapeamento by @projeto.afro
10
a month ago
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