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📖 Confira o "A Veras Quimeras" no link abaixo!
Boa leitura! 🤓
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Algumas pessoas têm me perguntado o que significa o título do meu livro. Seguem as possíveis explicações.

"A Veras Quimeras" é uma expressão que pode ser interpretada de diferentes formas, dependendo do contexto e da perspectiva do leitor. Uma possível interpretação é que o título se refere a uma busca por verdades que são ao mesmo tempo quiméricas, ou seja, ilusórias, fantásticas ou impossíveis. Nesse sentido, o livro seria uma obra de ficção que explora os limites entre a realidade e a imaginação, entre o que é e o que se deseja que seja. Outra possível interpretação é que o título se refere a uma contraposição entre as coisas verdadeiras ("veras" - adjetivo feminino arcaico), reais ou autênticas, e as quimeras, ou seja, as coisas falsas, irreais ou inventadas. Nesse sentido, o livro seria uma obra de reflexão que questiona os critérios e as consequências de se distinguir entre o verdadeiro e o falso, entre o real e o fictício.

Quando eu o escrevi, no auge da pandemia de coronavírus, entre 2020 e 2021, estava enfrentando vários momentos difíceis que se materializavam em sonhos, alguns deles bons, muitos outros, porém, bem sombrios. Foi uma época de muita dor e ao mesmo tempo vontade de fazer algo melhor para a minha vida, a da minha família e amigos, ou em prol do mundo. Assim, ideias vindas de várias fontes de inspiração se mesclavam em atividades oníricas intensas, que por vezes me dificultavam a compreensão entre o que era ou não real num senso comum.

(continua nos comentários) by @rafael.cpa
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3 years ago
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@selodialeticaliteraria Que tal mergulhar num mundo que pode ser completamente novo, mas ao mesmo tempo já conhecido? Para onde já se foi, mas para o qual não se discernem idas e vindas? Um lugar onde nunca se está, mas apenas o é. Um lugar dentro de si, que igualmente extrapola muitas versões que a consciência guarda de si mesma, onde tempo e espaço não fazem mais que servirem de coadjuvantes a uma praticamente eterna cadeia de eventos que se insinuam independentes, os quais muitas vezes apenas se fazem sentir por um prazer não declarado de existirem. Embarque nesta viagem, ou, talvez seja melhor dizer, relembre-a nesta obra, que não almeja dar nenhuma resposta além daquelas que já são mais ou menos vivas dentro de você, não importando os desdobramentos dessa "vivência" além daquilo em que se fazem minimamente perceptíveis no mais perene estado de mutabilidade. Confirme como as declarações dessas palavras já fazem parte de você, ainda que num sentido não afirmativo. Permita-me lhe mostrar...

O livro ‘'A Veras Quimeras", do autor Rafael Cevidanes Pereira Abelha, já está disponível no site da Dialética! Garanta já o seu 📖

#editoradialetica #livrosliterarios by @rafael.cpa
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3 years ago
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"(...) Assim, com as dúvidas conotando a certeza e o certo não denotando muito além dum entendimento 
irreal, a única coisa que pareço enfim captar é o que se faz sentir como “sonho”. Canta-se, ninando-me em postura de uma lição que é ensinada no seio do despertar da vida… Mas como se faz, e refaz, ali, naquele momento, prematuro tal conhecimento, guardando em si um toque perpétuo a me acariciar o ser!"

A Veras Quimeras, ps. 13-14. by @rafael.cpa
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a month ago
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✨ A Veras Quimeras por @rafael.cpa está disponivel para compra na Amazon. 

#scifi #averasquimeras #livronacional | taken in Salvador, Bahia, Brasil by @rafael.cpa
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6 months ago
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Três anos de publicação

O A Veras Quimeras é muito sobre a quebra do quase eterno paradigma dualista sobre o qual nossas vidas se diluem: luz ou trevas, vida ou morte, sonho ou realidade. Há algo no entremeio que nos faz mais que meros ventríloquos de uma força inata à natureza humana que tenta nos reduzir a apenas ilações oriundas de jogatinas binárias. Há toda uma aquarela entre o preto e o branco, e a obra vos convida a explorá-la ao tom do vosso potencial de sonhar, com todas as nuances que isso vos pode render. 

Link na bio! Vinde comigo... by @rafael.cpa
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7 months ago
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O que é realidade?

É a pergunta que o autor nos põe a pensar desde as primeiras linhas da sua obra. A história acompanha um protagonista que acessa diferentes experiências por meio dos sonhos e passa a transitar por realidades que não seguem uma ordem clara de tempo ou espaço. Nesse percurso, ele tenta entender quem é, o que viveu e qual é o seu papel dentro dessas múltiplas possibilidades que se apresentam.

Eu precisei ajustar meu ritmo de leitura para acompanhar o que o livro propõe, pois a narrativa não segue uma linearidade e acaba exigindo atenção e interpretação o tempo todo. O início foi mais difícil para mim, depois disso, a experiência passou a fazer mais sentido e eu aproveitei!

Na minha humilde interpretação, os personagens aparecem muito mais como partes desse processo interno do protagonista do que como figuras de apoio tradicionais. Eles surgem em momentos específicos, provocam reações e levantam questões. Isso reforça a ideia de que a história está mais interessada na construção de significado do que nas relações convencionais entre personagens. Achei essa perspectiva genial e bastante inovadora!! 

A escrita do Rafael tem um foco claro em discutir percepção, existência e consciência. Ele aposta em uma narrativa que nos coloca dentro desse movimento e há uma quantidade grande de ideias sendo trabalhadas ao mesmo tempo, o que impacta muito o ritmo da leitura. Mas, em alguns momentos eu senti que a obra poderia ter sido dividida em dois livros para desenvolver melhor essas camadas. 

Mesmo com essa dificuldade inicial, eu fiquei envolvida com a proposta do enredo. Existe uma criatividade muito bem pensada na forma como tudo se conecta, principalmente na maneira como o livro trabalha a dúvida entre sonho e realidade sem precisar resolver essa questão. O melhor é que essa falta de resolução,em vez de incomodar, me instigou a seguir lendo. Uma experiência maravilhosa!

Quem gosta de obras que exploram consciência e múltiplas realidades, como as de Philip K. Dick, tende a apreciar o caminho que o Rafael propõe aqui, porque é uma leitura que pede nossa participação ativa e entrega uma experiência que vai além da história em si. Recomendo muito! taken in Salvador, Bahia, Brasil by @rafael.cpa
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7 months ago
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Verdadeira prova de que anjos existem 🥰 by @rafael.cpa
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2 years ago
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Esta imagem mexeu comigo. Ela nos convida a refletir sobre como as redes sociais têm imposto em nós uma forma de ver a realidade que nos deteriora por dentro pela atividade comparativa daquilo que não possuímos com o que os outros publicam no feed, dentro de uma imposição praticamente normativa de mostrar o tempo todo que se vive uma vida feliz. 

Sendo sempre estimulados a forçar sorrisos, a mostrar quão bem-sucedidos, acompanhados, situados e alegres estamos por fotos e vídeos, esquecemo-nos de valorizar o aprendizado que nos trazem as lágrimas, as derrotas, as decepções com os outros, os lugares que não nos cabem e a tristeza que por vezes sentimos. Adornamos uma hipocrisia e passamos a adorá-la como uma espécie de deus, sem o qual não podemos viver.

Além de nos retirar o senso crítico a respeito do que é a vida, dentro da noção de conquistas e sacrifícios para elas, as redes sociais muitas vezes nos afastam de termos um olhar mais humano em relação a nós mesmos, tendo em vista que esse processo de fingimento e comparação acaba nos gerando um sentimento de constante fracasso, já que se transforma num ciclo vicioso, no qual a grama do vizinho está sempre mais verde, ainda que ela seja uma grama sintética, fato esse que a compulsão de publicar conteúdo e vigiar a vida alheia nos impede de sequer considerar. 

Não sou contra as redes sociais. Caso contrário, não estaria aqui. Eu sou contra esse padrão de vida imposto por elas ser tido como nossa visão de mundo e das pessoas. Acho que isso tem tirado muito da nossa inteligência, principalmente a emocional, e humanidade. Sem contar que, como um produto da revolução digital que supostamente foi feito para nos aproximar, elas estão, na verdade, nos segregando, por criar uma espécie de competição implícita entre quem tem a vida mais perfeita. Vida essa que inexiste.

Sobretudo, penso que esta imagem nos traz como reflexão mais importante pensarmos em como as redes sociais podem nos impedir de valorizarmos o que já possuímos, o que, por sua vez, pode ser o sonho de outras pessoas. by @rafael.cpa
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2 years ago
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"E tal como um escorrimento de atramento por uma tela pintada
de recordações lancinantes, percebo nos intensos cochilos do voo... que,
por falta de claridade em muitos momentos, há muito de 'branco' a conquistar para poder agregar algo a diluir tanta escuridão reunida para conseguir dar um bom tom-base às novas pinturas das jornadas que infndáveis descobrimentos requerem. Aliás, tais 'obras', como ciclos artísticos fadados a eternas novas reproduções e recriações, mesmo sagrando a exogenia como vaidade da teimosia, sempre sugerem uma nova aquarela íntima, às vezes mais obscura, às vezes mais colorida, e, deste modo, a veras quimeras eu me lanço em alfa à busca do meu ômega, com a única certeza de que esse encontro tão repudiado é o único capaz de me levar a outro círculo, de mais numerosas possibilidades."

A Veras Quimeras, p. 476 by @rafael.cpa
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2 years ago
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 by @rafael.cpa
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3 years ago
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"(...) após muitos anos, ainda quedando sem claras instruções, sinto-me preso na sensação de que 'ação' e 'reação' , enquanto se vive uma vida que caminha para uma acepção ainda mais intangível, não costumam seguir a lógica de Newton à risca. Recompensa ou punição não se decidem se querem se distinguir muito bem a uma consciência tão ingênua, de modo que do comando 'comportar-se' jamais se extrai a abstração que todos pregam, porque dele se utilizam para ameaças literais, 'carnais'. Ante a total falta de juízo formado, sinto, aqui, que tenho que seguir tentando aprender que o certo e o errado é o que o ser comporta no espectro entre a surra e o afago. Apesar de isso se sugerir como um presente de uma espécie de herança mental recebida antes mesmo de a primeira palavra sair com enorme dificuldade devido aos músculos ainda tão inertes, neste estágio, sempre à espreita, esperando o menor sinal de guarda baixa, a dor já se torna 'amizade' indesejada que jamais perde a chance de 'brincar' com você, mesmo sem convite. Sempre no jogo como predadora fugaz, nunca assalta somente uma vez, e pode tanto perfurar a 'carne' com enormes 'garras' quanto 'rachar' alguém ao meio sem lhe quebrar. Dela nascem as primeiras impressões sobre o fogo e o gelo – o que está entre eles sempre é vital, mas por muito tempo não se consegue discernir muito bem a queimadura da brasa da úlcera da geada. Sorrisos e abraços acolhedores parecem ser a pista perfeita sobre o que fazer e a quem recorrer nessas confusas jogatinas. O tempo mostra que nem sempre; às vezes, quase nunca."

A Veras Quimeras, p. 25-26 by @rafael.cpa
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3 years ago
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 by @rafael.cpa
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3 years ago
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