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Internacionalista | MSc.
Doutorando em Desenvolvimento Socioambiental @naea.ufpa
Amazônia • Ciências Agrárias • Rel. Internacionais
📍do Norte
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Cruzar o Brasil para repensar o Direito Internacional. E foi repensado. 

Honrado em participar como convidado do III Seminário Direito Internacional Crítico que ocorreu nos dias 24 e 25 de Novembro de 2025 no Campus Porto Alegre, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Debater perspectivas terceiro-mundistas em terras gaúchas são provas que a intelectualidade não tem CEP.

Deixo meu agradecimento público e afetuoso à professora Tatiana Cardoso Squeff @tatiana_csqueff, ao professor Gabriel Dassoler Damasceno @profgdamasceno e ao Grupo de Pesquisa que faço parte, @direitointernacionalcritico - DiCrí (CNPq/UFRGS). Obrigado pela oportunidade de expandir meus horizontes e conectar com mentes brilhantes que, assim como eu, não temem desconstruir o óbvio. A oportunidade que me deram de ocupar este lugar demonstra um compromisso genuíno com a pluralidade de vozes multidisciplinares. Desejo vida longa ao DiCrí.

Não posso deixar de mencionar que um dos maiores ganhos desta jornada foram os novos laços firmados, laços esses que não receiam em criticar as estruturas vigentes. E isso é extraordinário! Voltei para casa transformado pelas trocas e ver o Direito Internacional sendo debatido sob a ótica decolonial, me fez sentir em casa. 

Ainda há muito "pano pra manga" pra ser abordado em torno do Direito Internacional, onde os debates precisam ser desconfortáveis para ser justo. Saí de POA com a certeza de que a crítica não é um mero acessório, é o fundamento. Como dizem os mais antigos: quem tem referência, tem destino. E meu destino é continuar, sempre que puder: ocupando. 

Gratidão a todos e todas. Que venha o IV Seminário DiCrí! 

Imagens cedidas por Gabriel Damasceno/Tatiana Squeff/Grupo de Pesquisa em Direito Internacional Crítico - DiCrí, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (DiCrí-CNPQ/UFRGS). taken in Porto Alegre, Rio Grande Do Sul, Brasil by @raylsonmax
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8 months ago
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Minha mãe sempre foi clara: a única herança que me deixaria não seriam escrituras, contas no banco ou latifúndios de muitos hectares, mas sim, uma única coisa intangível: a educação. Foi essa herança que coube, por anos, numa mochila saindo cedo dos bairros da Maracacuera e das Águas Negras, na periferia de Icoaraci. Mãe, o seu investimento rendeu o maior dos juros.

Hoje, essa herança ocupou o 2º lugar na linha de pesquisa, no doutorado em Desenvolvimento Socioambiental (PPGDSTU) do NAEA/UFPA, o único programa interdisciplinar CAPES 7 da região Norte. Acabo de quebrar um ciclo de gerações. Serei o primeiro Doutor da minha família. Pela estatística, eu nem deveria estar escrevendo este texto hoje.

Meu caminho nunca foi linear. Do técnico em Logística, às Relações Internacionais, Antropologia, Geografia, Planejamento do Desenvolvimento, até os laboratórios e campos da Agronomia e da Arqueologia. Alguns viram dispersão. Mas aprendi que a Amazônia é complexa demais para caber numa janelinha só. Essas credenciais nunca me fizeram querer falar mais alto. Pelo contrário, me ensinaram que a honestidade intelectual exige a humildade de sentar e escutar ativamente quem sabe mais, independente de títulos.

Sempre competi exclusivamente comigo mesmo. Demorou para entender que minha autenticidade não era defeito e que recusar ser uma cópia incomoda. Não é fácil ser autêntico quando a academia espera que você seja genérico. Bancar as próprias ideias e a própria inteligência, mesmo quando o mundo tenta te convencer do contrário, é a revolução mais silenciosa que existe.

Os direitos nos são negados de várias formas: portas na cara, nuances, sorrisos sutis ou convites que não chegam. O mestrado me expôs ao pior dessa estrutura, com uma situação que tinha a força exata para me quebrar. Mas me recusei a dar a uma experiência ruim a autorização para sentenciar a minha vida. Isso forjou uma ética que escolhi como professor. Aos meus atuais e futuros alunos: oferecerei empatia, escuta ativa e respeito. Nada corta a arrogância com tanta classe quanto a humildade. Absolutamente nada.

Aos amigos(as) e professores(as) envolvidos nesse resultado: muito obrigado. Vocês sabem quem são. taken in Bragança, Para, Brazil by @raylsonmax
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2 months ago
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Tecnologia Social e Ancestral: Replicando o passado. 

Através do Observatório de Tecnologia Social do MPEG, dia 19 de Novembro de 2025 às 14hs, tive a honra de ser convidado em participar e falar sobre esse tema juntamente com o Mestre Deo Almeida (Ceramista de Icoaraci), a potência Maynara Santana (Cerâmica Família Santana) e mediada pela extraordinária Renata Maia, onde pudemos abordar sobre práticas tradicionais que podem inspirar soluções sociais no presente, valorizando memórias, técnicas e identidades amazônicas e como o nosso futuro (que é ancestral) precisa ser blindado. 

Expresso minha profunda gratidão a querida professora Helena Lima @helena_pintolima e ao brilhante professor Artur Ribeiro @artursribeiro_ em me conceder essa oportunidade e poder unir minha afetividade local e as técnicas de ciência. Muito obrigado. Vida longa ao Replicando o Passado. 

Meu último post referente a COP 30 não seria diferente. Terminar na minha casa @museuemiliogoeldi que sempre me acolheu desde 2017 é sensação de dever cumprido com muito êxito. Parafraseando Beyoncé na era Cowboy Carter “Nunca peça permissão para algo que já lhe pertence.” E o MPEG sempre me pertenceu e sempre me pertencerá. Ciência sem ativismo é apenas charlatanismo. 
E é com essa frase que termino meus últimos registros sobre as atividades referentes à COP 30.

Gratidão a todos e todas. 

Imagens cedidas por Museu Paraense Emílio Goeldi/Daniel Magno/Kevin Castro/Ana Carla/Woltaire Masaki/OTS Museu Goeldi. by @raylsonmax
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10 months ago
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Hoje tive a alegria de participar do quadro "Conhecer para Preservar", na Rádio Cultura 93,7 FM, para conversar sobre um tema que atravessa profundamente minha trajetória acadêmica: “A Amazônia nas Relações Internacionais pelo Patrimônio Cultural: geopolítica da memória, soberania narrativa e circulação de saberes na disputa por quem narra a Amazônia ao mundo”.

Fui para essa conversa com uma ideia simples: pensar as Relações Internacionais a partir daqui, das Amazônias vividas, produzidas e narradas por quem está nelas. Por isso, uma frase resumiu muito do que tentei dizer: o conhecimento amazônico pode viajar e a autoria não pode ficar pelo caminho.

Meu agradecimento muito especial a Ângela Leão e Cilene Nabiça, do Departamento de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural da Secretaria de Cultura do Estado do Pará (DPHAC/SECULT-PA), pelo convite, pela confiança e pela generosa oportunidade. Ao querido Edmilson, o Babaloo, pela condução leve, inteligente e generosa da conversa; ao seu Reginaldo, o Águia, pelo acolhimento e o responsável tecnico; e à querida produtora cultural Alice, pelo cuidado e carinho nos bastidores desde quando adentrei na Rádio. 

E talvez a ideia que mais tenha ficado comigo seja esta: a presença internacional da Amazônia não pode ser medida apenas pelo quanto o mundo fala sobre ela, mas também pelo espaço que os amazônidas conquistam para falar por si mesmos. Saio feliz e, sobretudo, grato. Ainda tenho muito a aprender sobre essas Amazônias contemporâneas.

Muito obrigado a todos(as) que puderam ouvir. taken in Rádio Cultura FM93,7 by @raylsonmax
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21 days ago
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Mil vidas vividas em agosto. by @raylsonmax
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a month ago
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🏺 A cerâmica de Icoaraci como sabedoria e tecnologia ancestral

A cerâmica feita em Icoaraci vai além da arte e dos objetos decorativos. Ela é uma tecnologia ancestral mantida viva pelas comunidades locais, acumulando conhecimentos sobre a natureza e o cuidado com a terra.

No próximo Café com Ciência, o pesquisador Raylson Castro (Museu Goeldi) apresenta um estudo sobre esse patrimônio. A pesquisa uniu a arqueologia e as relações internacionais para entender o valor dessa tradição.

O trabalho aborda o conceito de “diplomacia do saber ancestral” e aponta os artesãos de Icoaraci como figuras centrais para levar a cultura amazônica ao mundo, ajudando na preservação do meio ambiente e na educação patrimonial.

Participe do encontro! O evento é gratuito e aberto ao público. ☕✨

🗓️ Data: 26 de agosto de 2026 (quarta-feira)
🕝 Horário: 14h30 às 17h00
📍 Local: Centro de Pós-Graduação, Sala 10 – Campus de Pesquisa do MPEG (Av. Perimetral, 1901 – Terra Firme)

#MuseuGoeldi #CaféComCiência #Icoaraci #PatrimônioCultural #Arqueologia by @raylsonmax
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a month ago
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julho vibrando muito amor e paz by @raylsonmax
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2 months ago
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encantado, Marajó 🏝️ taken in Salvaterra-Pa, Ilha do Marajó by @raylsonmax
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2 months ago
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No dia 1º de julho, vivi um dos momentos mais emocionantes de 2026 no Ministério da Pesca e Aquicultura, em Brasília. Tive a imensurável honra de representar a pesquisadora Lourdes Gonçalves Furtado @lourdesgoncalvesfurtado, Pesquisadora Titular aposentada do Museu Paraense Emilio Goeldi, no Prêmio Intelectual da Pesca Artesanal do Brasil na Semana Nacional da Promoção da Pesca Artesanal. 

Falar da professora Lourdes é falar da mulher que simplesmente revolucionou a forma como o país enxerga a pesca. Uma intelectual amazônida gigante e de uma generosidade rara. Graças a sua orientação, mergulhei na antropologia das águas e entendi a alma dos povos haliêuticos. Hoje, aplico essa bagagem e essa sensibilidade no planejamento territorial e nas relações internacionais com reverência absoluta a tudo o que ela construiu. 

Eu preciso agradecer de forma muito especial a minha grande amiga Thaina Guedelha @thainaguedelha. O convite para dividir essa representatividade e essa homenagem a professora partiu dela e a nossa viagem se tornou maravilhosa por causa da sua companhia e do seu cuidado em cada detalhe. Obrigado, minha amiga. 

A programação também me deu encontros de muita luz de gente iluminada. Recebi um acolhimento afetuoso do professor Flavio Barros do INEAF/UFPA e ouvi palavras incríveis do Secretário Nacional de Pesca Artesanal do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Cristiano Ramalho @cwnramalho. Foi uma honra ouvir palavras extraordinárias vindo de uma das maiores potências intelectuais da pesca desse país. Obrigado pela gentileza.

Testemunhar o destaque dado aos nossos pescadores e pescadoras traz uma esperança imensa para a nossa região. Os inúmeros programas lançados na cerimônia formam um verdadeiro marco de justiça socioambiental e dignidade para as culturas pesqueiras. Também tive a grande alegria de conhecer o que fez acontecer, o ministro da Pesca e Aquicultura: Edipo Araújo @edipoaraujoc. Ele leva o nome da nossa @ufraoficial para o cenário nacional com uma excelência que muito nos inspira e enche de orgulho. 

E um viva a professora e pesquisadora do MPEG: Lourdes Gonçalves Furtado! Viva aos povos das águas! taken in Ministério da Pesca e Aquicultura by @raylsonmax
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2 months ago
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Hoje, dia 30 de Junho, entre 9hs às 12hs, ocorreu a oficina "Do Barro à Mesa de Negociação Internacional: Educação Patrimonial e Tecnologias Ancestrais na Geopolítica do Clima" no Campus de Pesquisa do Museu Paraense Emílio Goeldi. E o sentimento que fica é de muita gratidão. 

Após a teoria em sala, fomos sentir a densidade histórica na reserva técnica arqueológica do Museu Goeldi para provar na prática que Arqueologia e Relações Internacionais agem em simbiose. Historicamente, nações da Ásia, África e Oriente Médio projetam influência global através de seus artefatos. A provocação central foi: por que a Amazônia é omitida? Nosso barro e nossas tecnologias sociais são ativos de altíssimo peso diplomático.

No lado de aculá da UEPA, registro meu agradecimento especial e um parabéns gigantesco à @dra.mayanebento, que abraçou a ideia e permitiu que acontecesse essa oficina. E também a @profa.tienaycosta que conduziu a abertura dos trabalhos de forma brilhante e inspiradora, debatendo sobre Desenvolvimento, Ecologia Política e, claro, Relações Internacionais. Estendo também meus agradecimentos para uma parte da equipe de mídias do @observatoriodacop: Maria Luisa Fonteles, Clara e ao Luiz Gustavo. A publicização de eventos em redes sociais é algo importante e faz parte da comunicação científica. Vocês fizeram acontecer e agradeço demais pela disponibilidade, pela presteza e pela gentileza. 

No lado por cá do MPEG, deixo registrado o meu muito obrigado à pesquisadora @helena_pintolima: mesmo não podendo estar presente fisicamente, você foi a principal engrenagem essencial nos bastidores, resolvendo todas as correrias logísticas e informacionais para que tudo funcionasse. E, claro, nada disso sairia do lugar sem a força física e intelectual dos técnicos da reserva arqueológica do MPEG: Leonardo Machado, Silvinho Silva e Raimundo Teodório. A equipe do @replicandopassado é um dos verdadeiros motores que sustenta e faz a ciência e a extensão do MPEG acontecerem no dia a dia. 

Sendo aculá na UEPA ou por cá no MPEG, uma coisa é certa: AQUI na Amazônia se faz ciência de excelência com muita humanidade. Gratidão a todos e todas que estiverem presente. Meu muito obrigado! by @raylsonmax
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3 months ago
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🔶 O Observatório da COP na Amazônia (OCA) convida a todos e todas para a oficina “Do Barro à Mesa de Negociação Internacional: Educação Patrimonial e Tecnologias Ancestrais Amazônicas na Geopolítica do Clima” e para a visita técnica no setor de Arqueologia do Campus de Pesquisa do Museu Paraense Emílio Goeldi. Um espaço desenhado para debater como a cultura material amazônica e as tecnologias de manejo do solo e artefatos arqueológicos dos povos originários, e que deixaram de ser temas restritos ao passado para se tornarem ativos estratégicos de soberania no âmbito global.

Se a Pan-Amazônia é o centro das atenções, precisamos pulverizar a Educação Patrimonial. Democratizar o acesso à nossa herança tecnológica é o primeiro passo para garantir que a sociedade amazônida sente à mesa de negociação nas futuras COP’s não como espectadora, mas como detentora das respostas mais avançadas de adaptação e mitigação
climática.

Vamos conectar o chão da floresta amazônica ao tabuleiro geopolítico global.

Inscrição gratuita e haverá emissão de certificados. Acesse o link na nossa bio e faça parte da construção de um regime climático fundamentado na realidade do território!

🔗 Link para inscrição na bio!

#ObservatoriodaCOP #OCA #Geopolitica #CienciasAgrarias #RelaçoesInternacionais by @raylsonmax
6
3 months ago
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No dia 04 de junho de 2026, na Estação Cultural de Icoaraci, aconteceu o grande encerramento do edital de circulação do projeto "Arqueologia Inclusiva". Foi um marco histórico para a ciência e para a cultura do Pará. E não haveria lugar mais simbólico para essa devolutiva do que o berço da nossa tradição oleira.

Através de uma tecnologia social revolucionária, derrubamos muros invisíveis, unindo o rigor analítico da arqueologia aos saberes milenares dos mestres ceramistas do Paracuri. A arqueologia do século XXI exige pertencimento e o ápice dessa simbiose entre ciência e fazer artesanal é o lançamento do "Catálogo Arqueológico Acessível".

Mais do que uma exposição, entregamos à sociedade o kit pedagógico portátil, composto por 6 réplicas artesanais milimetricamente adaptadas para a leitura tátil. Obras que narram a complexidade das culturas Marajoara, Tapajônica, Koriabo, Aristé, Maracá e Tupiguarani agora rompem a barreira da exclusão visual, motora, auditiva e cognitiva. A história ganha textura nos relevos, tradução nas legendas em Braille e audiodescrição e Libras na palma da mão, através de QR Codes estrategicamente desenhados.

Apoiado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB-SECULT-PA), o projeto deixa um legado físico imensurável para a região distrital e pro Pará como um todo. Ao encerrarmos este ciclo em Icoaraci, reafirmamos que o passado da Amazônia só está verdadeiramente preservado quando toda a sociedade pode, enfim, senti-lo.

Nossa profunda reverência aos mestres e mestras ceramistas, consultores e consultoras, à equipe de pesquisadores e pesquisadoras e a todos e todas que estiveram presentes e fizeram da utopia, matéria.

O nosso muito obrigado(a)!

#museugoeldi #arqueologiainclusiva #ceramicadeicoaraci #acessibilidade #pratodosverem 

Pra todos verem:

Carrossel contendo imagens e vídeos, com os integrantes e público geral, no evento de encerramento do projto Arqueologia Inclusiva. Todas as mídias possues uma faixa verde com as logomarcas oficiais de fomento: PNAB, @institutoina , @secultpara, @governopara, @museuemiliogoeldi , logo do @replicandopassado, @minc e @govbr. taken in Estação Cultural De Icoaraci by @raylsonmax
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4 months ago
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