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Sobrevivi ao câncer.
Vida real. Corpo real. Constância real.
50+ menopausa
Moda básica + aromaterapia do aqui e agora✨
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Episódio completo no Youtube e no Spotify do @amarmaternidade ❤️ Link na bio e nos stories!

Hoje no @amarmaternidade, conversamos com a @revittorato que é mãe do Gabriel e da Georgia. 
Ela passou anos tentando engravidar naturalmente e em meio a um ciclo de FIV que não deu certo, veio o inesperado diagnóstico de cânc3r de mama. 
Após tratamentos, sessões de radioterapia e quimioterapia, o inesperado aconteceu: ela voltou a ovular. Foi nesse momento que o Gabriel chegou depois de anos de espera! 
Passado algum tempo, Renata engravidou naturalmente da Georgia contrariando todas as expectativas médicas. 

Uma história de resistência, esperança e dos milagres que chegam quando tudo parece impossível!

Apoio: @fleuryfertilidade
Make e hair: @bifalletti
Look: @nkstore
Produção: @pontocru_
Social Media: @beesocial.br

#AmarMaternidade #Maternidade #Familia #MarianaKupfer #Entrevista #HistoriasReais #FleuryFertilidade #Fleury  #GrupoFleury by @revittorato
50
10 months ago
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 by @revittorato
5
4 months ago
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Esse ensaio começou como fotos.

E terminou como reencontro.

Quando eu era muito nova, me apaixonei por um mundo que parecia liberdade.Dolly.Kenny.Elvis.Country music.Rodeios.Barretos.3 tambores.Camping.Arena.Adrenalina.

Eu nem sabia montar.Aprendi do zero.

Enquanto muita gente já parecia pertencer àquele universo…eu insistia tentando encontrar meu lugar.

E encontrei.

Eu era a cowgirl patricinha.A menina que usava bota, chapéu e fivela em qualquer lugar.Na faculdade.Nas festas.Nas raves.Na vida.

Porque ali…eu me sentia eu.

Até que um acidente mudou muita coisa.E por muito tempo eu enterrei essa parte de mim.Dei embora botas.Chapéus.Roupas.Memórias.

Teve uma época em que eu não conseguia nem ouvir música country.Doía.

Mas algumas partes da gente nunca morrem.Só ficam esperando a coragem voltar.

Depois das cirurgias…de voltar a me sentir bem…de voltar a me sentir forte…eu entendi que precisava me permitir sentir tudo isso de novo.

Não pra voltar ao passado.

Mas pra parar de fingir ser alguém que eu nunca fui.

Essas fotos não são sobre estética.São sobre pertencimento.Liberdade.Adrenalina.Memória.E sobre reencontrar a mulher que sempre viveu aqui dentro.

Aos 50 anos…eu não quis parecer mais jovem.

Quis voltar a me sentir viva. ( a escolha da música é óbvia, Avicii conseguiu unir o country com a eletrônica que só a genialidade dele poderia ter feito!). by @revittorato
44
5 months ago
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#bolsonaro #direitaconservadora #direita by @revittorato
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9 hours ago
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#mulherdedireira #bolsonaropresidente #mulherescombolsonaro by @revittorato
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11 hours ago
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O AGRO BATE RECORDES. MAS QUANTO SOBRA PARA QUEM PRODUZ? 🌱🇧🇷

Safras recordes, bilhões em financiamentos, exportações em alta. Parece que o agronegócio brasileiro vive uma realidade maravilhosa, não é?

Mas existe uma diferença enorme entre produzir, faturar e lucrar.

E é justamente essa realidade que nem sempre aparece nas manchetes.

Trabalho junto a uma empresa especializada em recuperação judicial e fiscal, em contato com advogados, contadores e auditores. Nos últimos anos, especialmente com situações envolvendo produtores rurais e empresas do agronegócio.

E posso dizer que, por trás de números milionários, existem histórias de endividamento, patrimônio comprometido, famílias e empresários lutando para manter suas atividades.

Segundo a Serasa Experian, o agronegócio registrou 1.990 pedidos de recuperação judicial em 2025, um aumento de 56,4% em relação a 2024.

Isso não significa que todo o setor esteja em crise. Mas significa que precisamos olhar além dos recordes de produção.

O Plano Safra tem sua importância. O crédito rural também. Mas financiamento não é lucro, empréstimo não é presente e dinheiro disponibilizado não significa riqueza produzida.

E essa discussão não começou com Lula, Bolsonaro ou qualquer outro presidente.

O desenvolvimento do agronegócio brasileiro é resultado de décadas de pesquisa, investimentos, tecnologia, trabalho e riscos assumidos por quem produz.

O produtor rural não deve gratidão incondicional a nenhum governo.

Ele merece condições para trabalhar, crescer, pagar suas contas, preservar seu patrimônio e prosperar.

Porque um país não se desenvolve apenas anunciando bilhões. Ele se desenvolve quando quem trabalha e produz consegue transformar esforço em resultado.

O Brasil precisa discutir menos quanto movimenta e mais quanto realmente sobra.

E você, acha que estamos confundindo crescimento econômico com prosperidade?

#Agronegócio #ProdutorRural #EconomiaBrasileira #RecuperaçãoJudicial #PlanoSafra AgroBrasileiro by @revittorato
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20 hours ago
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 by @revittorato
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a day ago
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O câncer acabou. As sequelas, não.

Quando a gente fala em vencer o câncer, quase sempre fala em sobreviver.

Mas pouco se fala sobre as consequências que podem acompanhar uma mulher pelo resto da vida.

Eu tive câncer de mama em 2013. E, mesmo depois de tantos anos, ainda convivo com consequências físicas e emocionais daquela história.

A radioterapia deixou marcas na minha pele e nos tecidos. Anos depois, quando decidi trocar minhas próteses, enfrentei complicações, incluindo uma contratura capsular.

Também enfrento questões como neuropatia e cansaço extremo.

E não para por aí.

Até decisões que parecem simples, como escolher um tratamento para a menopausa ou fazer algum procedimento no corpo, precisam considerar o meu histórico.

Existe também o lado emocional.

A insegurança, o medo de uma complicação, a necessidade de pensar duas vezes antes de tomar decisões que outras mulheres talvez possam tomar com mais tranquilidade.

Não estou contando isso para reclamar da vida.

Estou contando porque sobreviver ao câncer não significa sair dessa experiência sem consequências.

Eu sou muito mais do que a doença que tive.

Mas não posso fingir que ela não deixou marcas.

Porque existe uma diferença enorme entre estar livre do câncer e estar livre das suas consequências.

ALÉM DO ROSA | A mulher depois do câncer by @revittorato
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2 days ago
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Hoje, 16 de outubro de 2026, o fim da escala 6x1 foi oficialmente promulgado. Mas, enquanto se comemora a mudança, algumas perguntas econômicas continuam sem respostas. FIM DA ESCALA 6x1: JUSTIÇA PARA QUEM?

O trabalhador merece descanso e qualidade de vida. Mas quem vai pagar essa conta?

A jornada diminui, o salário permanece, mas as metas, os compromissos e as despesas das empresas continuam.

Contratar mais não significa vender mais. Reduzir o horário de funcionamento pode significar perder faturamento. E aumentar os preços pode afastar clientes.

Restaurantes, bares, mercados, lojas e shoppings terão que se adaptar. Mas a que custo?

E existe outra consequência: o próprio trabalhador pode perder poder de compra.

Se os custos forem repassados aos produtos e serviços, o salário continuará igual, mas o dinheiro poderá render menos.

Além disso, a mudança pode acelerar a automação e a substituição de determinadas funções por tecnologia.

Não podemos tratar o pequeno empreendedor como se fosse uma multinacional. Ele também trabalha, investe, assume riscos e precisa ter lucro. Ninguém empreende para terminar o mês no zero a zero.

É importante lembrar que muitas empresas já trabalham com jornadas de 40 horas e poderão sentir pouco ou nenhum impacto direto.

Defender o trabalhador não significa ignorar quem emprega.

Precisamos discutir redução de encargos, produtividade, manutenção dos empregos e impactos para o consumidor.

Justiça precisa funcionar para os dois lados.

A pergunta continua: estamos criando uma solução equilibrada ou apenas transferindo os custos de um lado para o outro?

#Escala6x1 #Empreendedorismo #EconomiaBrasileira #MercadoDeTrabalho #DireitosTrabalhistas by @revittorato
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3 days ago
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SOCIALISTA DE iPHONE. 📱

Critica o capitalismo, mas deseja o último iPhone. Condena as grandes empresas, mas admira Apple e Nike. Questiona o modelo americano, mas escolhe a Disney para passar as férias.

O problema não é consumir. É compreender o que existe por trás daquilo que consumimos.

Empresas, trabalhadores, investimentos, inovação, concorrência e pessoas que assumem riscos para transformar ideias em oportunidades.

Eu defendo a livre iniciativa, a propriedade privada e o direito de construir patrimônio.

E defender o empresário não significa estar contra o trabalhador. Os dois merecem respeito, oportunidades e condições de prosperar.

Também não podemos confundir consumo com riqueza. Comprar um celular em 20 parcelas não significa ter poder de compra. Viver endividado para consumir não é liberdade financeira.

O capitalismo tem problemas? Claro que tem. Mas combater abusos é muito diferente de condenar o lucro, a propriedade privada e quem empreende.

E aqui está a verdadeira discussão: coerência.

Quem critica o capitalismo precisa distinguir seus problemas dos mecanismos que tornam possíveis tantos produtos, empregos e oportunidades.

Eu quero um Brasil onde trabalhar, empreender, poupar e conquistar uma vida melhor seja cada vez mais possível.

E você? É contra os abusos do capitalismo ou contra o próprio capitalismo?

Porque são duas discussões completamente diferentes.

#SocialistaDeiPhone #Capitalismo #LivreIniciativa #Direita #LiberdadeEconômica by @revittorato
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5 days ago
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O tratamento acabou. Mas eu ainda não tinha voltado.

Uma das coisas que mais me marcou depois do câncer foi perceber que terminar o tratamento não significava recuperar imediatamente a tranquilidade.

Durante a quimioterapia, por mais difícil que fosse, eu tinha a sensação de que estava fazendo alguma coisa para combater a doença.

Mas, quando tudo terminou, veio uma insegurança que eu não esperava.

Eu continuava sendo acompanhada pelos médicos, fazia meus exames, mas emocionalmente era diferente.

As pessoas imaginam que existe um botão. O tratamento acaba, você recebe boas notícias e, no dia seguinte, a vida volta ao normal.

Não é assim.

A gente precisa reagir, retomar a rotina, voltar a fazer planos e aprender a viver novamente. Mesmo quando o medo ainda está ali.

Eu levei talvez dois ou três anos para sentir que o câncer realmente estava distante. Não sei precisar quando aconteceu, mas sei que não foi de uma hora para outra.

E essa também é uma das sequelas invisíveis de quem passou pela doença. Aquelas que ninguém vê, mas que podem mudar completamente a maneira como a gente vive.

Por isso, quero trazer um novo olhar para o Outubro Rosa.

Além do Rosa.

Um espaço para falar da mulher que existe depois do diagnóstico, depois do tratamento e depois que todos imaginam que tudo voltou ao normal.

Porque o tratamento pode ter uma data para terminar. Mas a reconstrução da nossa vida não tem prazo.

E você, que também passou por isso, quanto tempo levou para se sentir verdadeiramente segura novamente?

#AlémDoRosa #OutubroRosa #VidaDepoisDoCancer #CancerDeMama #SobreviventesDoCancer by @revittorato
4
6 days ago
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Entender não é concordar. E reconhecer fatos não significa abrir mão das nossas convicções.

Eu não sou a favor do regime comunista. Mas isso não me impede de admirar o desenvolvimento da China e, principalmente, de querer entender como esse país se tornou uma potência mundial.

Porque existe uma diferença enorme entre conhecer um sistema e defendê-lo.

A China continua governada pelo Partido Comunista, mas sua economia passou por profundas transformações a partir de 1978, incorporando empresas privadas, investimentos estrangeiros, concorrência e mecanismos de mercado.

O resultado é uma economia que combina características capitalistas com forte participação e controle do Estado.

E isso não é pouca coisa. É uma parte fundamental da história que precisamos conhecer antes de afirmar que o comunismo deu certo ou que fracassou em todos os lugares.

Também precisamos olhar para países como a Polônia, que abandonou o regime comunista, prosperou com uma economia de mercado e mantém programas de proteção social.

Estudar essas diferenças não é defender o comunismo, abandonar a direita ou mudar de posicionamento político. É compreender como o mundo realmente funciona.

Eu valorizo a liberdade individual, a liberdade de expressão, a iniciativa privada e o direito de escolher nossos governantes. E é justamente por valorizar esses princípios que considero importante conhecer também os sistemas dos quais discordo.

O que me incomoda é ver discussões tão importantes reduzidas a frases prontas, ataques e informações que muita gente compartilha sem sequer conferir.

A gente não precisa concordar em tudo. Mas precisa aprender a fazer as perguntas certas.

Porque não é vergonha nenhuma reconhecer que um país com um regime do qual discordamos alcançou resultados importantes.

Vergonha é distorcer a história só para ganhar uma discussão.

Conhecimento não tem partido. E a verdade não deveria ter lado.

Esse é o propósito do Curiosa na Política: entender antes de julgar, pesquisar antes de repetir e debater sem precisar atacar.

E você? Já conhecia essas particularidades da economia chinesa?

#CuriosaNaPolítica #China #Capitalismo #Comunismo #Economia História DebatePolítico by @revittorato
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6 days ago
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