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🩺 4º ano medicina uefs
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21K nas ruas, infinitos plantões pela frente. 
@thewalking_med mostrando que dá pra ser atleta e futuro doutor ao mesmo tempo! 💪

Ensaio de 50% da turma de Medicina UEFS by Foto Cordeiro. 
Qual sua próxima conquista? Comenta aqui! 👇

#TheWalkingMed #MedUEFS #Ensaio50PorCento #MedicinaQueCorre #FotoCordeiro taken in Foto Cordeiro by @robertosgiuliano
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8 months ago
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dumpzinho do CBMI 2025 💙 oportunidade incrível de aprender mais e apresentar um trabalho fruto da minha IC! agradeço imensamente à @uefsoficial e ao @nipes.uefs pela oportunidade 🫶🏻🫶🏻🫶🏻 taken in Curitiba, Paraná by @robertosgiuliano
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a year ago
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dia de peasc 🌲📋 hoje construímos junto à comunidade a árvore de problemas da USF Sobradinho 1 e definimos o problema que trabalharemos no segundo ano 👨🏻‍⚕️👨🏻‍⚕️ experiência incrível (teve bingo!) e engrandecedora de ter um contato próximo assim com a população 🩵🩵
(P.S.: fotos tiradas e divulgadas com autorização!) taken in Sobradinho by @robertosgiuliano
18
3 years ago
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muita gente riu da manchete.

“ela não conseguia sair de casa por medo de trair o namorado.”

à primeira vista, parece exagero.

parece irracional.

parece até engraçado.

mas boa parte do efeito dessa notícia vem da forma como ela foi apresentada.

nas redes sociais, poucas pessoas leem a reportagem inteira.

a maioria conhece apenas a manchete.

e manchetes são construídas justamente para disputar a nossa atenção em poucos segundos.

o problema é que, quando paramos ali, também perdemos quase todo o contexto.

o que parecia apenas uma frase curiosa passa a esconder algo muito mais importante.

o transtorno obsessivo-compulsivo não é mania de organização.

não é perfeccionismo.

não é “pensar demais”.

é um transtorno mental que pode assumir formas muito diferentes, mas que costuma seguir mecanismos bastante semelhantes.

algumas pessoas têm obsessões relacionadas à contaminação.

outras, à checagem.

outras, à simetria.

outras convivem com pensamentos intrusivos que entram em conflito com os próprios valores.

e algumas passam a viver esse mesmo mecanismo dentro dos relacionamentos.

não porque desejam trair.

mas justamente porque a dúvida obsessiva nunca parece completamente resolvida.

isso muda a forma como olhamos para aquela manchete.

e talvez essa seja uma das partes mais interessantes da divulgação científica.

não apenas responder se uma notícia está “certa” ou “errada”.

mas oferecer contexto suficiente para que ela passe a fazer outro sentido.

neste carrossel, reuni evidências da psiquiatria e da psicologia para explicar o que realmente é o transtorno obsessivo-compulsivo, como ele se manifesta e por que o chamado “TOC de relacionamento” não é um transtorno diferente, mas uma das muitas formas pelas quais o TOC pode aparecer.

👉 deslize para o lado. by @robertosgiuliano
2
3 days ago
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ratos de academia viciados em tirar foto no painel de lascas de madeira da smart fit COM LULA 1️⃣3️⃣⭐️❤️🇧🇷
#overdeeamareloénosso #lulapresidente2026 taken in Lula Pelo Brasil by @robertosgiuliano
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a day ago
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muita gente parte de uma ideia bastante intuitiva:

se um exame pode encontrar um câncer antes, quanto mais exames fizermos, melhor.

mas a conta não é tão simples.

rastreamento também pode produzir falso-positivos, procedimentos desnecessários e sobrediagnóstico.

e os números mudam conforme o método, a população e o contexto.

quantas pessoas precisamos rastrear para evitar um câncer ou uma morte? quantas terão resultados que precisarão ser investigados?

no fim, talvez a pergunta mais importante não seja:

“quanto rastrear?”

mas:

“qual estratégia produz mais benefício e menos dano — para você?”

neste carrossel, reuni evidências sobre rastreamento de mama e colo do útero para entender por que a resposta não cabe em um número mágico.

👉 deslize para o lado. by @robertosgiuliano
8
10 days ago
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mais uma pra conta, em boa companhia 🏅🏃‍♂️🏃‍♀️ taken in Universidade Estadual De Feira De Santana - UEFS by @robertosgiuliano
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21 days ago
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com os resultados que tivemos, nossa única esperança de evitar mais quatro anos com um bolsonaro na presidência é focar nas mais de 30 milhões de pessoas que não compareceram às urnas e nas mais de 6 milhões que votaram branco ou nulo. se você sente que a política não te afeta, por favor vote no segundo turno por alguém que você ama: seja uma pessoa lgbtqiapn+, uma mulher, uma pessoa negra, um trabalhador… você não precisa gostar de política e pode até sentir que ela não te afeta, mas ela afeta muitos de nós e eu peço que você use sua voz pra nos proteger by @robertosgiuliano
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13 days ago
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hoje na skin manu cit de mediciner blogueiro de lifestyle tóxico correndo apenas uma meia maratona de esquenta pro enamed taken in Foco,Força e Fe by @robertosgiuliano
32
a month ago
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muita gente fala sobre aborto como se a principal pergunta fosse:

“você é a favor ou contra?”

mas, quando olhamos para a saúde pública, essa talvez não seja a pergunta mais interessante.

porque o aborto não deixa de acontecer quando é proibido.

o que pode mudar são as condições em que ele acontece.

quem consegue encontrar um serviço?

quem precisa viajar centenas ou milhares de quilômetros?

quem consegue pagar pelo deslocamento?

quem recebe informação adequada?

quem encontra profissionais capacitados?

e quem simplesmente não consegue acessar o cuidado de que precisa?

as evidências também mostram que o risco do aborto inseguro não é distribuído igualmente.

e que ter um direito previsto em lei não significa necessariamente conseguir exercê-lo.

no Brasil, essas desigualdades aparecem de diferentes formas: no acesso aos serviços, na distância percorrida, na mortalidade e na própria experiência de quem procura o cuidado.

também sabemos que algumas das justificativas usadas para restringir o aborto (como a ideia de que leis mais restritivas necessariamente reduziriam a mortalidade materna ou protegeriam a saúde mental) precisam ser confrontadas com o que os estudos realmente encontraram.

e os resultados são mais complexos do que os slogans costumam sugerir.

isso não significa que a ciência tenha uma resposta simples para todas as questões sobre aborto.

significa que algumas perguntas podem, sim, ser investigadas empiricamente.

o que acontece quando o acesso é restringido?

quem suporta os maiores custos?

e quais consequências aparecem quando o cuidado é negado?

no contexto do 28 de setembro, Dia de Luta pela Descriminalização e Legalização do Aborto na América Latina e no Caribe, reuni neste carrossel algumas das evidências que ajudam a pensar essas perguntas.

para lembrar que decisões sobre saúde pública também têm consequências que podem ser estudadas.

e que, antes de perguntar apenas “a favor ou contra?”, talvez valha perguntar:

quem consegue acessar cuidado seguro?

👉 deslize para o lado. by @robertosgiuliano
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20 days ago
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o #tbt de hoje vai pra essas férias cheias de teatro, amigos e natureza 🫶🏻 by @robertosgiuliano
6
3 months ago
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muita gente ainda associa bissexualidade a uma ideia bastante específica.

mais parceiros.

mais instabilidade.

mais dificuldade de manter um relacionamento.

em outras palavras:

“pessoas bi são mais promíscuas.”

parece uma conclusão intuitiva.

afinal, se alguém pode sentir atração por mais de um gênero, talvez isso também significasse querer se relacionar com mais pessoas.

mas a realidade é uma história mais complicada.

orientação sexual e comportamento sexual não são a mesma coisa.

uma pessoa bissexual pode ser monogâmica, não-monogâmica, ter muitos parceiros, poucos parceiros ou nenhum.

e nenhuma dessas coisas é uma consequência necessária da sua orientação sexual.

o mais interessante é que esse estereótipo não existe apenas na internet.

ele também aparece em estudos que investigam como pessoas bissexuais são percebidas.

às vezes, a identidade é negada.

“você está só confuso.”

às vezes, ela precisa ser provada.

“mas com quantas pessoas você já ficou?”

e às vezes ela é reconhecida, mas transformada em defeito.

“pessoas bi não conseguem ser monogâmicas.”

isso ajuda a explicar por que o apagamento bissexual pode acontecer de formas tão diferentes.

e talvez a pergunta mais interessante não seja:

“pessoas bi são promíscuas?”

mas:

por que uma orientação sexual deveria nos dizer como alguém se relaciona?

neste carrossel, vamos entender de onde vem essa associação e o que a ciência realmente consegue dizer sobre ela.

👉 deslize para o lado. by @robertosgiuliano
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25 days ago
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