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Gene Simmons, 77, é o cara com o maior metro quadrado de língua do rock, além disso, pode receber o título de maior fanfarrão da música pesada, também. Apesar do visual nada atrativo, o rock star já afirmou que dormiu com mais de mil mulheres ao longa da vida e que só sossegou o facho após se casar com a playmate canadense Shannon Tweed.

Em conversa com o The Daily Heretic, o grandalhão abriu o coração e explicou por que finalmente decidiu parar de trair sua esposa.

“Pedi a mão da minha amada Shannon. Finalmente me casei. Temos dois filhos juntos. Casei com ela duas vezes. Vou me casar com ela de novo. E continuarei casado com ela enquanto meu coração aguentar, porque ela, de uma forma muito real, me salvou do lado sombrio, que são as drogas, o álcool e tudo mais”.

Gene seguiu descrevendo as primeiras décadas de relacionamento com Shannon, admitindo que a infidelidade foi uma constante durante esse período.

“Nos primeiros 29 anos juntos, eu topava qualquer coisa. Eu simplesmente não me importava. Não fazia diferença. O que os caras dizem é realmente muito preciso. Não significa nada. É só açúcar, açúcar, açúcar, açúcar. Dura pouco. Sabe, o encontro perfeito. Acabou. Vaza.

Então, durante os primeiros 29 anos juntos, moramos juntos. Sustentei todo mundo. As crianças eram ótimas, Nick e Sophie e tal, mas eu não escondia nada. Tinha fotos, paparazzi e tudo mais. E a Shannon nunca me pressionou. Nunca impôs essa barreira. Ou você faz isso ou faz aquilo”.

Simmons lembrou o momento em que tomou jeito e resolveu parar de trair a modelo e focar na família: “E aos 62 anos, eu me ajoelhei em Belize. Estávamos gravando nosso reality show. Tínhamos um programa de TV.

E apesar de tudo que eu sempre disse a mim mesmo, me ajoelhei e pedi a ela em casamento. E eu nunca quis ter filhos ou me casar. Eu não queria me tornar como meu pai. Ter filhos e depois abandonar a família, o que, vergonhosamente, muitos pais fazem.

Então, quando decidi fazer isso, veio a epifania, sabe, tipo: ‘Ei, idiota. Como você pode ser tão egocêntrico’? Eu pensava que não afetava ninguém mais. Mas afetava sim".

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#kiss #wife #woman by @rockbizz
31
17 hours ago
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Conversando com a revista Vulture, o multi-instrumentista Todd Rundgren colocou Taylor Swift abaixo de zero e a chamou de “personificação da mediocridade”. Além das duras palavras para a pop star, ele apresentou uma teoria sobre a ascensão de artistas femininas na indústria musical.

“Há quem argumente que Taylor Swift arruinou a música”, começou Rundgren. “É um fenômeno compreensível. Só que, para mim, Taylor Swift é a personificação da mediocridade”.

Ele seguiu falando sobre a presença das mulheres no mercado fonográfico e apontando para o suposto motivo da pujança feminina na cena.

“É a era das artistas femininas. As maiores artistas do mundo são mulheres atualmente, e isso se deve aos videogames. Nos anos 90, os garotos pararam de gastar dinheiro com música e começaram a gastar com videogames, e isso deixou o mercado musical sem saber o que fazer.

Com isso, eles pensaram: ‘Bem, existem todas essas garotas jovens e elas também têm suas mesadas. Por que não começamos a fazer música para garotas jovens em vez de Pearl Jam ou algo do tipo'”?

Todd encerrou detonando ainda mais a artista pop: “Taylor Swift não faz nada de particularmente excepcional, exceto deixar o cabelo crescer. Ela não é uma grande cantora. Ela não é uma grande compositora. Ela não é uma grande dançarina”.

Apesar de criticar duramente Swift, Rundgren enalteceu o trabalho de Lady Gaga: “Lady Gaga é uma musicista de verdade. Ela é uma pianista com formação clássica”.

Ao longo de todo o bate-papo, Todd Rundgren seguiu desdenhando do atual perfil do mercado fonográfico. E os elogios? Bem, eles só rolaram mesmo para Lady Gaga.

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#taylorswift #star #artist by @rockbizz
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21 hours ago
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RituAlive é um trabalho ao vivo que saiu em 2003 e corou tudo o que o Shaman conquistou em seu debute, Ritual.

Com produção de primeira qualidade, o que inclui imagem, som e palco, o grupo ainda marcou outro golaço ao trazer convidados como Tobias Sammet (Edguy, Avantasia), Michael Weikath (guitarra – Helloween), Andy Deris (vocal – Helloween), Marcus Viana (violino) e Sascha Paeth (guitarra – Avantasia) para engrandecer ainda mais a obra artística.

Ao Ibagenscast, Michael Weikath recordou a participação no RituAlive, do Shaman: “Houve muita expectativa. Havia uma plateia muito apaixonada – se me lembro bem, foi no Credicard Hall. Era um lugar que a gente já conhecia e ótimo local para apresentar algo assim. Naturalmente, também foi uma honra”.

“Eu tinha uma Flying V preta com cordas bem velhas, mas ela soou bem”, pontuou. “Geralmente, dá para sentir o respeito dos fãs em relação ao Shaman e a todos que estavam lá. Notei que havia um ótimo sentimento”.

“Então, foi uma ótima ideia fazer. Sei que foi uma participação especial, mas fizemos. Nós somos velhos amigos, velhos colegas. Lembro da aura de respeito e os fãs curtindo, porque eles conheciam tudo de coração. Tocamos duas músicas e foi ótimo”, concluiu.

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#helloween #shaman #2000s by @rockbizz
7
a day ago
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Henrique Fogaça, chef de cozinha e vocalista da banda de hardcore e punk Oitão, usou as redes sociais para se manifestar sobre a decisão do governo em proibir as apostas e jogos virtuais online.

Vale destacar que a medida provisória foi assinada na última sexta-feira, dia 25 de setembro, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e prevê que as chamadas bets deixem de operar no país a partir de 6 de outubro.

Sobre o assunto, o cantor disparou: “Eu recusei milhões de reais pra não fazer esse trampo. Esses últimos dois anos, eu recebi três propostas, tá ligado? Vejo muita gente que faz esse trabalho. E hoje o governo proibiu por interesse; esse governo corrupto que cada vez mais enforca o povo. Você vai no supermercado com cem reais, você não compra nada”.

Fogaça acrescentou em tom contundente: “E a grande massa de baixa renda acaba se iludindo com essas pessoas que divulgam ‘a tal’ das bets, Então, fica aqui o meu depoimento porque é importante se posicionar em algumas coisas. E vendo que o interesse total do governo é ganhar voto e quer que se foda o povo, mas fica aqui o meu registro que eu não aceitei, recusei milhões por questão de caráter, ética e dignidade”.

Com o Oitão, o chef de cozinha já colocou na praça dois álbuns completos – 4º Mundo (2009) e Pobre Povo (2015) -, o que o levou a se apresentar em grandes festivais como Knotfest Brasil, Maximus Festival, Abril Pro Rock e Porão do Rock.

Já o material mais recente da banda é o single Borderless, que saiu em outubro de 2023 pelo via selo Canil Records.

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#punk #money #people by @rockbizz
1k
2 days ago
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Em entrevista para o documentário The Ritchie Blackmore Story, lançado em 2015 pela Eagle Rock Entertainment, o virtuoso guitarrista Ritchie Blackmore (Blackmore’s Night, ex-Rainbow, ex-Deep Purple) teceu breves comentários sobre o punk rock, e as falas do músico não foram nada amistosas para o estilo musical.

“Ian Anderson, do Jethro Tull, estava conversando pelo telefone com Ray Coleman, editor chefe da revista Melody Maker, que era a principal publicação sobre música da Inglaterra, e perguntou sobre o que se tratava esse tal de punk rock.

Coleman disse a Ian que era uma nova forma de música bem sofisticada e que era a novidade do momento. Anderson disse para Ray que só podia ser brincadeira, já que o som era um lixo e que passaria rapidamente.

O editor da Melody Maker ainda tentou argumentar que se tratava de um estilo musical muito bom, mas Ian Anderson ficou chocado e ressaltou que era uma coisa horrível e pavorosa, e eu concordo plenamente com ele”.

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#punk #magazine #70s by @rockbizz
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2 days ago
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Nos últimos tempos a cena heavy metal brasileira vem assistindo a conciliação entre Edu Falaschi (vocal) e Rafael Bittencourt (guitarra). Os músicos não se falavam há anos, mas resolveram deixar as rusgas lá no passado, virar a página e retomar a amizade.

Ao Mariutti Team TV, Edu teceu alguns comentários sobre a reconciliação com Rafael: “Todo mundo tem um pouco disso, o orgulho. A gente sempre tem a sensação que a nossa razão é o que pesa mais. Eu assumo isso, tive um pouco disso também.

Em determinado momento a gente não se reuniu antes justamente por isso, era o orgulho de um lado e orgulho do outro. E fica aquela coisa: ‘não vou dar o braço a torcer, porque o cara fez isso’, e fez mesmo, e ele também: ‘O Edu fez isso também’, e fiz mesmo, então fica difícil os dois se desarmarem. É difícil virar essa página, mas a gente teve esse ‘desarmamento'”.

A coroação da retomada da amizade entre os dois músicos se deu com o show no Bangers Open Air, no mês de abril, o qual reuniu a formação do álbum Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. Para quem não conhece ou não lembra, a formação da época se tratava de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria).

Desde então, as estrelas do metal nacional já se encontraram no palco algumas outras vezes e até em estúdio, visto que o guitarrista colaborou com um solo em Intuição, faixa presente no mais novo álbum de Edu, Mi’raj, que saiu em meados deste ano.

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#angra #amor #amigos by @rockbizz
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3 days ago
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Em entrevista ao canal Mano a Mano, que tem apresentação do rapper Mano Brown, Pitty foi questionada sobre qual cantora de rock n’ roll mais a influenciou. Em sua resposta, a artista baiana citou nomes da música norte-americana e brasileira, além disso, ela destacou a essência de artistas de outros estilos musicais, mas que têm uma atitude rock.

“Eu vim de uma geração que tinha zero referência feminina”observou. “As referências femininas que eu tinha não eram contemporâneas, eram antigas – Janis Joplin e as cantoras de blues como Etta James, Nina Simone, Billie Holiday. Isso, para mim, é rock n’ roll pra caramba. O jeito que essas mulheres cantavam e cantam”.

Ela continuou: “Eu descobri depois a Sister Rosetta Tharpe. Ela foi a primeira mulher negra tocando guitarra e fazendo rock n’ roll. Para mim, ela é a mãe do rock n’ roll. Então, é um redescobrimento histórico, porque teve esse apagamento durante todo esse tempo e a gente não sabia disso, dessa verve, dessa essência”.

“Então, as minhas referências eram muito masculinas, e tudo bem”, destacou a cantora. “Consegui fazê-las me influenciar para surgir o que surgiu, rolou o que rolou. Hoje eu consigo ter outras referências. Conheci a PJ Harvey. No Brasil, conheci a Elis Regina, que é um bagulho super visceral, embora não seja rock. A Gal [Costa] anos 70”.

“O que eu digo que é rock não é o que está escrito na prateleira rock, é a essência da parada – postura, visceralidade, verdade, visão de diversidade, visão de igualdade, equidade, senso de comunidade, estar ciente das coisas que estão acontecendo, respeitar os sentimentos e dos outros e liberdade”, completou.

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#rocknroll #blues #art by @rockbizz
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3 days ago
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O Metallica está no mercado fonográfico há mais quarenta anos, o que é uma dádiva para algumas pessoas e o pesadelo para outros indivíduos. E muito dessa longevidade se dá pelo ímpeto de sempre ousar em sua arte e por construir uma comunidade em torno de si com a sua música sendo passada de pai para filho ou de um irmão mais velho para o caçula, por exemplo.

Além disso, o grupo, mesmo não tendo nenhuma obrigação, sempre estendeu à mão aos grupos de menor expressão. Raven, que foi uma das influências para James Hetfield e Lars Ulrich, já abriu vários shows do Metallica.

Estas ações de apoio acabam, no final das contas – e mesmo que não seja o objetivo primário – atuando como um marketing a favor dos caras.

E embora seja bem difícil ver Papa Het e companhia criticando colegas de profissão, isto já aconteceu anos atrás em entrevista para a revista Playboy, e acabou sobrando para o Limp Bizkit e Rage Against the Machine.

Quando o entrevistador Rob Tannenbaum comentou que as bandas metal que estavam nas paradas de sucesso eram ruins, Kirk disparou: “Tem muito lixo. Muita coisa requentada também. Aquele riff principal da música do Papa Roach (Last Resort) vem de uma música do Iron Maiden chamada Hallowed Be Thy Name”.

James seguiu citando o que o incomodava: “O Limp Bizkit me parece meio caricato. Não gosto de um cara simplesmente gritando. Tipo o Rage Against the Machine, Não era canto, era só um cara meio revoltado expondo a opinião dele”.

O guitarrista Kirk Hammett completou: “Para mim, o Limp Bizkit soa como um Korn de segunda categoria. O Korn tem um vocalista muito melhor, que é até certo ponto inteligente. Muitas dessas bandas pegam os ingredientes certos, a fórmula certa e – voilà  têm uma banda de metal. Uma banda como o Godsmack é apenas uma mistura de Metallica e Alice in Chains, com um toque de Korn”.

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#metallica #numetal #90s by @rockbizz
15
4 days ago
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Pete Townshend, guitarrista e vocalista do The Who, é um dos caras que criaram obra musicais como Tommy (1969), Who’s Next (1971), Quadrophenia (1973) e Who Are You (1978). Além de ser um ativo do rock, ele já foi categórico sobre o poder do estilo musical: “O rock ‘n’ roll pode não resolver seus problemas, mas permite que você dance sobre eles”.

Mesmo chancelando apoio ao rock, Pete, que é conhecido por sua língua afiada e temperamento difícil, teceu diversos comentários ácidos sobre os seus contemporâneos ao longo das décadas. Um dos alvos foi o Led Zeppelin, em entrevista ao jornal Toronto Sun.

Sobre o som do Robert Plant (vocal), Jimmy Page (guitarra), John Bonham (bateria) e John Paul Jones (baixo), o multi-instrumentista disparou: “Nós meio que inventamos o heavy metal com nosso primeiro álbum ao vivo Live at Leeds (1970). Fomos copiados por tantas bandas, principalmente pelo Led Zeppelin – sabe, bateria pesada, baixo pesado, guitarra solo pesada”.

Em outro bate-papo com a revista Guitar Player, Townshend foi ainda mais implacável com o pessoal do Led Zeppelin.

“Não gosto de absolutamente nada do que eles fizeram; odeio o fato de sequer ser minimamente comparado a eles. Eu simplesmente nunca gostei deles. É um problema real para mim, porque, como pessoas, acho que eles são caras realmente fantásticos. Só nunca gostei da banda”.

“E não sei se tenho algum problema ou bloqueio também, porque eles – bem, aquilo se tornou muito maior do que o The Who em tantos aspectos, na área de atuação deles -, mas eu simplesmente nunca gostei deles”, completou.

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#thewho #ledzeppelin #love by @rockbizz
511
4 days ago
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Fundado em 1977, conhecido pelas melodias contagiantes e pelos sons que desafiam definições de gênero musical, o The Police é um dos grupos mais lendários de todos os tempos com uma arte atemporal que passa de geração a geração.

Apesar de ter vendido 75 milhões de discos, o The Police não caiu de primeira no gosto de todo fã de música e rock. O carioca Ed Motta, por exemplo, em entrevista ao apresentador Rogério Vilela, do canal Inteligência Ltda, contou que tinha um pouco de birra do som do trio – Sting (baixo e vocal), Andy Summers (guitarra) e Stewart Copeland (bateria).

“Eu passei a gostar do The Police muito mais velho”, começou Ed. “Eu tinha pavor do The Police, era música de playboy”.

Ele seguiu analisando a acepção da palavra playboy no Rio e SP: “Quando fala playboy aqui em São Paulo é o cara com grana que tira uma onda. No Rio de Janeiro, o playboy é o cara mais maneiro, meio surfista. Playboy não é o cara rico, necessariamente. Ele tem uma mentalidade de playboy. É o cara que gostava de ir à praia e ouvir The Police”.

“Eu comprei o Synchronicity (1983) na época, e achei incrível o disco, porque eu já gostava do King Crimson e tinha o disco Red (1974). E quando ouvi Miss Gradenko, que está nesse disco Synchronicity, achava que parecia o King Crimson”, observou.

“E eu comprei o Synchronicity escondido! Fui comprar em uma loja diferente que eu comprava pro cara não saber que eu estava comprando aquilo, porque eu era o cara que criticava o The Police e a estética do negócio. Mas anos depois eu fui perceber a qualidade musical daquilo”, concluiu Ed em tom positivo.

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#thepolice #playboy #riodejaneiro by @rockbizz
438
5 days ago
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Cada estilo musical tem um perfil específico de fã! O pop possui mais apelo com o público jovem e feminino; o jazz fala mais a língua de pessoas mais maduras e o reggae fala bem com a galera mais paz e amor, que leva a vida de forma mais leve e descontraída.

Já a turma que acompanha o metal é mais sistemática e criteriosa, pois se atém aos detalhes das produções e performances de suas bandas favoritas. E em época de redes sociais, a relação entre o público e os artistas fica ainda mais próxima.

Em conversa com o músico Mateus Starling, o baixista Felipe Andreoli refletiu sobre esta natureza da atual cena musical. Além disso, ele teceu alguns comentários sobre a relação que o Angra mantém com os fãs e sobre o ímpeto de mudar artisticamente.

“Se eu falar para você que a gente não lê ou que a gente ignora a opinião do fã é mentira, porque, afinal das contas, você está colocando um disco no mercado, e é um produto que tem uma expectativa de performance mercadológica. Seria muita hipocrisia dizer que não acontece.

Mas, ao mesmo tempo, o que Angra sempre fez foi ter esse espaço de transformação, de mudança, inclusive de um disco para outro. Se você pegar Holy Land e Fireworks, que tem exatamente a mesma formação, são discos completamente diferentes”.

Ele continuou: “E ao longo da história do Angra, a gente sempre teve essa característica de mudar, e a gente jamais teria feito isso se a gente tivesse ouvindo o fã, porque o fã normalmente é o cara que quer preservar. E a gente como músico, a gente está sempre pesquisando, ouvindo, indicando bandas um para o outro, e isso vai se refletir”.

“O início de nossas ideias sempre vem com essa carga de experimentação do que a gente está fazendo naquele momento. Então, a gente entende o que é o Angra melhor do que qualquer pessoa. A gente vive isso o dia inteiro”, completou o baixista.

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#angra #people #fans by @rockbizz
8
5 days ago
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Pouco tempo atrás o líder e guitarrista do Raimundos, Rodrigo Aguiar Madeira Campos – também conhecido como Digão – concedeu uma entrevista aos apresentadores Raphael Casotto e Rodrigo Clark, do canal Lado A Podcast.

Na conversa, o músico ressaltou a sua obstinação em manter o grupo de pé apesar dos contratempos que viveu ao longo dos anos. Além disso, ele reforçou a posição do Raimundos entre as maiores bandas de rock do Brasil e apontou o quão bem a empresa vem se saindo no ambiente virtual.

“Eu tinha meu jeito estourado, só que eu tinha minha outra parte”, disse Digão recordando sua personalidade dos anos 1990.

Ele seguiu assinalando seu perfil lutador o qual manteve o grupo vivo: “Mas eu fui o cara que nunca largou o osso, um cara que sempre acreditou, sempre lutou e brigou pela banda e nunca deixou isso aqui morrer. E eu tenho certeza que foi a coisa certa a se fazer, porque o Raimundos hoje vive um… O Raimundos é uma das maiores bandas do rock nacional”.

“Pode falar o que quiser! A nossa agenda, o nosso engajamento dentro da internet e tudo mais diz que o Raimundos está ali. Raimundos está sendo chamado para todos grandes festivais que estão rolando”, celebrou.

“Eu lembro que sempre que o Raimundos estava em baixa, o primeiro lugar a parar de fazer shows era no interior de São Paulo. Meu irmão, a gente está tocando no interior de São Paulo a torto e a direito, então é o meu termômetro”, completou o guitarrista.

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#raimundos #great #best by @rockbizz
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5 days ago
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