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Designer + Autor
Editor @casa27.editora
Mestrando @ppgdesign.ufrj
Fazendo um livro-exposição-coletiva*
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Na última semana eu tive oportunidade de oferecer duas aulas no contexto da Formação de Arte Imprensa organizada pela @_tijuana no Bloco Escola / @mam.rio. Com coordenação da @analuiza_pf e educativo do museu, reuniu-se um grupo excepcional de artistas/professores/pesquisadores do campo das Artes Impressas criando um roteiro inédito de aulas para mais de 60 alunos. 

Minhas aulas, intituladas ’Da Zine ao Livro’, ocorreram no módulo dedicado à ‘materialização de ideias’. A partir de uma metodologia de design apresentei para dinâmica as unidades mínimas para o desenvolvimento de projetos editoriais considerando o livro enquanto forma de arte. Os alunos  foram convidados ao exercício de criação narrativa e visual no formato Zine utilizando-se da colagem e desenho à mão livre como ferramenta expressiva. Cada participante escolheu um livro como material de consulta para o desenvolvimento da Zine, reconhecendo o livro como um portal para o conhecimento, um sistema em si que estabelece relação com outros livros e também uma estratégia para colecionar fragmentos como objetos estéticos, políticos e conceituais. 

Os alunos aplicaram a metodologia e os fundamentos na escala mínima de 16 páginas. Assim, reconhecendo valores como a Página (Unidade Primeira); o Quadro (espaçotópico); Tipografia e Mancha Gráfica; Cor e Contraste; Ritmo e Movimento; Forma e Conteúdo. Com a aplicação sistemática desses fundamentos garantiu-se que, ao percorrer as etapas da metodologia, o projeto final da Zine seja uma unidade editorial coesa e essencialmente narrativa.

Os processos iniciaram-se com um objetivo, ainda não acabou e em breve trarei os próximos resultados aqui no perfil. Continuem acompanhando essa história, para aos interessados as duas aulas foram gravadas e estão disponíveis para acesso no meu canal Youtube. [link na bio]
 
Agradeço Ana Luisa Fonseca pelo convite, as turmas pelas interações em sala de aula e principalmente meu camarada @brunodanzes pelos registros em imagem e vídeo. 

Fé nos processos, people!!! taken in MAM Rio by @rodrigorosm
19
3 months ago
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Entrei em contato com essa expressão a partir da perfomance do @jablonski_daniel_ executada no Parque Lage com mesmo título em 2016, uma aula de 20 horas seguidas correspondente ao conteúdo de um semestre, sendo que essa perfomance é um comentário direto a obra-panfleto publicado pelo artista brasileiro Ivald Granato em 1977, onde anunciava em letras garrafais: ADOTE UM ARTISTA, NÃO DEIXE ELE VIRAR PROFESSOR. 

Me lembro que fiquei muito impactado com essa frase, eu não consegue assistir a aula mas cheguei e ter o encarte da performance colado na parede durante um tempão; o frase em si contém ironia e um tanto de realidade concreta, em diferentes tempos ambos refletem sobre a condição do artista na sociedade, e na verdade é um confronto ao paradigma de que é a docência seria algo menor em relação produção artística institucionalizada. Infelizmente uma máxima que é senso comum para alguns membros da comunidade artística. 

Essa perspectiva é simplória demais e coloca a docência em segundo plano, como se todo artista pudesse ser professor. O que não é verdade, a docência em si tem suas particularidades, é necessário um esforço gigantesco de pesquisa e em muitos casos, também de conhecimento prático, assim colocando a dicotomia da teoria x prática. Há vários tipos de professores, e mesmo que não seja sua intenção, a perfomance do Daniel Jablonski evoca certa aura estética para o ato da docência, ainda mais a aula sendo sobre FOTOGRAFIA E SEUS FANSTAMAS. O que me faz lembrar de uma professora querida que tive no Parque Lage em 2013, fiz o curso de Estudo do Plano com Cristina de Pádula que me incentivou muito a mergulha nas investigações sobre o conceito de livro de artista e também comentou sobre a docência com uma estratégia para construção da carreira de artista. Tudo isso, ecoa na minha cabeça até hoje em forma de pensamento e atitudes, acredito que a figura do professor é fundamental para qualquer tipo de aprendizagem e na arte não é diferente. 

Com isso, people, valorizem os professores ao seu redor, como existem múltiplas inteligências também há diversas formas de ensinar, de transferência conhecimento pelo experiencia, seja... (continua nos comentários) taken in Armação Dos Búzios, Rio De Janeiro, Brazil by @rodrigorosm
67
7 months ago
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Sobre Arquivos Negros e a Invenção da Cultura:

O cônsul do Protetorado da Costa do Níger, James Robert Phillips (1863–1897), e o capitão Henry Gallwey (1859–1949) foram particularmente veementes em defender a deposição do Oba Ovonramwen e a anexação do Império de Benin pelos britânicos. Mas Ovonramwen, o 35º Oba do Reino de Benin e filho do Oba Adolo, não abriu mão do seu território. 

No final de dezembro de 1896, um grupo de nove autoridades coloniais britânicas, liderado por James Robert Phillips, partiu para Benin City. Quando o rei Ovonramwen lhes pediu que adiassem a visita por causa de uma cerimônia religiosa que estava ocorrendo, eles ignoraram seu pedido do rei. Em 4 de janeiro, um grupo de chefes Edo os emboscou na estrada para Benin City, perto da vila de Ugbine, e matou todos eles, incluindo Phillips, junto com seus servos africanos, embora algumas fontes afirmem que um pequeno número deles conseguiu escapar do massacre.

Em fevereiro, uma expedição punitiva de 1.200 soldados britânicos, liderada por Sir Harry Rawson, chegou a Benin City. Aldeias ao longo da rota foram destruídas. Centenas de pessoas foram mortas. Quando chegaram a Benin City, incendiaram e saquearam o palácio do Oba. Em pouco mais de uma semana, as fortificações da cidade, que tanto impressionaram marinheiros e comerciantes holandeses e portugueses, foram destruídas pelos britânicos.

Entre 3.000 e 5.000 objetos cerimoniais foram saqueados. Centenas de preciosas cabeças comemorativas fundidas em latão de reis e rainhas, placas e braceletes de latão, sinos de latão, caixas entalhadas, pingentes entalhados de marfim, espadas cerimoniais de latão, máscaras e altares de marfim foram levados às pressas para a Grã-Bretanha. De um influente império da África Ocidental, o Reino de Benin foi despojado de sua riqueza e incorporado à força ao Império Britânico. Um exemplo entre milhares de casos de transposição de riquezas materiais do continente Africano para Europa. 

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faça sua inscrição no [ link na bio ] e acesse mais informações sobre o professor, ementa e o cronograma completo. 

Image Credit: Reginald Kerr Granville, 1897. 
Fonte: The British Museum

#igrejadoreinodaarte  

/ taken in Benin City, Edo State, Nigeria, West Africa by @rodrigorosm
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11 days ago
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Pensar sobre as conexões entre Design e África é um grande desafio diante apagamentos institucionalizados ao longo da história. A intelectual norte-americana Marimba Ani, nomeiou esse fenômeno social como MAAFA, que busca dar conta do genocídio dos corpos junto ao epistemicídio das formas de pensamento oriundas do continente africano. Afirmo que tais questões são um desafio para o  Design, que sobretudo, configurou-se enquanto campo do conhecimento humano justamente no momento que as potências europeias estabeleceram a divisão do continente segundo seus interesses econômicos, final do século 19 e início do 20, onde os conhecimentos africanos eram sintetizados para atender as necessidades técnicas e simbólicas da 2° revolução industrial.  Esse tipo de transposição de conhecimentos ficou celebrizado nas artes visuais a partir da figura de Pablo Picasso e seu contato com as máscaras africanas, mas algo similar também aconteceu nos primeiros passos que definiram a atual noção de Design a partir da Bauhaus e seus princípios construtivos postulados no manifesto de 1919 escrito por Walter Gropius. 

No minicurso ARQUIVOS NEGROS E A INVENÇÃO DA CULTURA, elaborei uma estratégia metodológica que cruza teoria do design com insights promovidos pela antropologia da arte. Considerando as limitações de espaço e tempo, reconheço a complexidade em discutir tais tópicos e por isso, montei esse roteiro de 5 aulas de 2h, onde gradativamente os conceitos serão apresentados para, enfim, formular uma tese central: Design sempre existiu e onde houve assentamentos humanos existiu algum tipo de pensamento construtivo que culminou em cultura material. 

Caso você tenha interesse nessas questões, leia a bibliografia e ementa proposta, analise com atenção e carinho, depois Inscreva-se e/ou compartilhe com amigos para que essa mensagem possa reverbera ao maior número de pessoas. 

Para mais informações sobre bolsas, envie um e-mail para adeazuela@gmail com carta de intenção, vem no inbox ou mando um alô via whatsapp da firma: +55 21 973 477 907 

image credit: Wikipedia Commons 

#igrejadoreinodaarte  

/ taken in Benin Empire by @rodrigorosm
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17 days ago
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Entre um trabalho e outro, segue aqui a segunda edição do minicurso Arquivos Negros e a Invenção da Cultura, uma oportunidade para interessados em questões de Design que estão para além da estética e deseja obter mais caminhos para compreender as contribuições de povos africanos e diaspóricos para História do Design: 

A ideia do minicurso propõe uma revisão crítica da disciplina, mostrando que o design sempre existiu, não como um campo acadêmico ocidentalizado, mas como pensamento construtivo presente na cultura material africana, nas técnicas têxteis, nas ferramentas ritualísticas e nos sistemas de comunicação visual muito antes da primeira Revolução Industrial e da famosa Bauhaus. Partindo do conceito de "invenção da cultura" (Roy Wagner), “tecnologia como encantamento" (Alfred Gell) e “coloniedade do poder” (Aníbal Quijano), irei questionar como os arquivos históricos apagam ou distorcem a presença negra no design e apontar como podemos resgatar essas memórias. E também indicar como tais arquivos denotam a contribuição das culturas afro-atlânticas para noção de modernidade. 

Compartilhe essa ideia! 

As aulas procuram incentivar uma produção de pensamento crítico e oferecer referências para o desenvolvimento de pesquisas teóricas e práticas. Voltado para estudantes, designers, artistas e entusiastas em distintos estágios da carreira e formação que estejam interessados em discutir sobre tais questões. 

faça sua inscrição no [ link na bio ] e acesse mais informações sobre o professor, ementa e o cronograma completo. 

para mais informações sobre bolsas, envie um e-mail para adeazuela@gmail com carta de intenção, vem no inbox ou mando um alô via whatsapp da firma: +55 21 973 477 907 

image credit: the King of Benin, with his wives, Queen Egbe and Queen Aighobahi, and two of his children, Princess Orinmwiame and Prince Uyiekpen, in Calabar, long after the British looting of Benin City, 1912.

#igrejadoreinodaarte  

/ taken in University of Benin by @rodrigorosm
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18 days ago
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@said.ufrj 2026

A oficina “Autopublicação como Expressão Coletiva” é uma dinâmica teórica e prática que convida os participantes a percorrer o ciclo completo de criação de uma zine — da ideia à distribuição — utilizando metodologias de design e referências históricas onde a autopublicação foi empregada como instrumento de reivindicação de direitos civis e de construção de narrativas contra-hegemônicas. Os participantes serão apresentados a exemplos históricos de zines e publicações independentes que emergiram de movimentos sociais — como os zines feministas e de mulheres encarceradas nos anos 1970, as publicações do movimento negro, as produções queer e as experiências da arte postal. A partir dessas referências, cada participante será convidado a desenvolver uma zine autoral de 16 páginas, utilizando colagem, desenho à mão livre e técnicas manuais de reprodução e encadernação. 

/ by @rodrigorosm
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23 days ago
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Oficina de Zine / @said.ufrj 2026 by @rodrigorosm
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23 days ago
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Disordering a White Planet: An Analysis of Museum Narratives Beyond Blackness - Master’s Thesis, 2026 / Master in Critical Contextual Design (@mastercriticaldesign.elisava) — Elisava, Barcelona
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Há exatamente um ano eu embarcava para Barcelona, depois de anos cultivando o desejo de fazer um mestrado.

Essas são algumas páginas de “Desordenando um planeta branco: uma análise sobre narrativas museológicas para além da negritude”, minha tese desenvolvida durante o Master in Critical Contextual Design, na Elisava (@elisava.school).

A pesquisa parte de uma investigação sobre museus, suas estruturas de classificação e os modos como produzem e legitimam narrativas. A partir de experiências, observações e registros realizados principalmente em instituições de Barcelona, busquei entender como o design participa da construção desses discursos — e como ele também pode ser uma ferramenta para desordená-los.

Esse é o primeiro de uma série de posts em que quero contar um pouco mais sobre a pesquisa, o processo e tudo que aconteceu ao redor dela. Por enquanto, pelas imagens, dá para ter uma palinha :)

Já fazem dois meses que voltei para o Brasil e ainda não digeri completamente o fato de que tenho uma tese de mestrado kk. Talvez começar a compartilhá-la seja também uma forma de me obrigar a entender tudo o que aconteceu nesse último ano.

E não é novidade que tenho uma lista considerável de críticas à Europa — principalmente quando falamos de design, instituições e das narrativas que elas sustentam. Mas também sempre acreditei que vivenciar é uma das formas mais potentes de investigar aquilo que questionamos. Ir para Barcelona não significou abandonar essas críticas; significou poder colocá-las em confronto com a experiência.

Então esse post é também uma pequena comemoração de um ano desde que tive a ousadia de me jogar no mundo para realizar meu sonho nerd de fazer um mestrado — e, principalmente, de me permitir dedicar tempo a pesquisar aquilo em que acredito. 

Acho que ainda vou levar um tempo para entender tudo que esse ano significou. Enquanto isso, vou contando por aqui! Sobre o que mais você quer saber? taken in Mundo by @rodrigorosm
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a month ago
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31 de Agosto é um fim-início de ciclo .Mp3 taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @rodrigorosm
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a month ago
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Mais nomes confirmados na 4ª SAID! 🧡✨

Tem oficina gráfica, papo sobre tipografia, parcerias e autopublicação. Olha só quem tá chegando:

15/09, às 10:15h 🩷
@flaviazim apresenta a palestra Quando a tipografia é a resistência. Uma trajetória contada a partir de escolhas que ampliaram sua prática, da colaboração como ferramenta criativa até a construção de comunidades, e o que aprendeu ao projetar sistemas com a mesma intenção das suas tipografias.

15/09, às 15:15h 🤌
@bellobo chega com a palestra Parcerias que potencializam. Uma conversa sobre como a coletividade entre parcerias pode potencializar um bom trabalho e transformar projetos.

17/09, às 09h 🤝
@cabulozawildlife e @buggy_tiposdoacaso comandam a oficina Experimentação gráfica em uma linha de montagem. Uma estrutura criativa e colaborativa utilizando matrizes tipográficas e estêncil para criar experimentações gráficas. Ao final, será produzida uma autopublicação coletiva distribuída aos participantes.

17/09, às 13:30h 🧡
@cabulozawildlife volta para dar uma palestra sobre Design, arte e coletividade. Através dos registros de trabalhos e atividades desenvolvidas ao longo de uma pesquisa artística e acadêmica, a palestra irá abordar possibilidades de atravessamentos entre os campos da arte e do design a partir do viés da coletividade.

17/09, às 13:30h ✨
@rodrigorosm ministra a oficina Autopublicação como Expressão Coletiva. Uma dinâmica teórica e prática que percorre o ciclo de criação de uma zine, da ideia à distribuição, utilizando a autopublicação como ferramenta de reivindicação de direitos e construção de narrativas contra-hegemônicas. Cada participante irá desenvolver uma zine autoral de 16 páginas!

Ideias que se cruzam, conexões reais e muito aprendizado. É esse o clima por aqui 🫶

Fica de olho que ainda vem muito mais por aí 🧡✨ by @rodrigorosm
21
a month ago
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Algumas páginas de FANTASMA, quadrinho independente de terror erótico, construído como uma narrativa visual sem diálogos e inspirado em quadrinhos e gravuras japonesas.

Lançado em 2019 pela @casa27.editora com diagramação de @rodrigorosm

#quadrinhos #comics #ilustração by @rodrigorosm
4
2 months ago
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AULAS PRESENCIAIS NO CENTRO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO [2026.2]:

A primeira edição da aula-oficina ARQUIVOS NEGROS E A INVENÇÃO DA CULTURA aconteceu por meio do convite dos alunos de graduação em DESIGN da EBA-UFRJ para participar da SAID - Semana Acadêmica Integrada de Design. Um evento que contou com inúmeras atividades e palestras discutindo sobre questões próprias da nossa brasilidade no campo do Design. A História do Design, tal como é contada, é uma narrativa eurocêntrica que invisibiliza as contribuições de povos africanos e diaspóricos. A ideia da aula-oficina propõe uma revisão crítica da disciplina, mostrando que o design sempre existiu, não como um campo acadêmico ocidentalizado, mas como pensamento construtivo, presente na cultura material africana e Brasil. 

Buscando ampliar essa discussão e criar ponto de contato com as pessoas interessados, reservei esse espaço-tempo de 3h30 para compartilhar os caminhos desta linha de pesquisa e também refletir na prática com ajuda da Zine como um formato que permite à experimentação gráfica. 

Vamos trocar essa ideia? 

Últimas Vagas.
Inscreva-se via sympla [link na bio]

Aula + Oficina
ARQUIVOS NEGROS E A INVENÇÃO DA CULTURA
Professor: Rodrigo Rosm | Designer e Editor

INFOS
22 / AGOSTO / 2026
Sábado das 14h00 às 17h30
Investimento: R$ 60,00
Carga horária: 3h30min
Local: Av. Rio Branco, 81, Centro, RJ. 

Acesse a ementa via sympla e para bolsas de estudo, entre em contato por email e envie uma carta de intenção para adeazuela@gmail.com e/ou whatsapp: +55 21 973 477 907

Imagem: Acervo do artista e fotos SAID 2025. 

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#igrejadoreinodaarte taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @rodrigorosm
1
2 months ago
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