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Isso não é um álbum perfeito e sim, a vida como ela é.
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Depois de ter postado ontem sem minha autorização,  a meta só me deixou postar minutos após às 9h.

Que fique registrada a interferência.

Eu não escolho por acreditar que está tudo perfeito. Escolho porque sei o quanto ainda precisamos avançar. Porque democracia não é sobre concordar com tudo, é sobre ter o direito de discordar, lutar e transformar.

Hoje, não está em jogo apenas um projeto de governo. Está em jogo o país que queremos deixar para nossos filhos.

Eu escolho a democracia, os direitos, a justiça social e a esperança. Com todas as contradições, com todas as lutas que ainda precisamos travar, eu não vou abrir mão do futuro.

Porque a democracia nunca foi perfeita. Mas perdê-la seria imperdoável. ❤️✊ by @sheilacapra
3
3 hours ago
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Eu não escolho por acreditar que está tudo perfeito. Escolho porque sei o quanto ainda precisamos avançar. Porque democracia não é sobre concordar com tudo, é sobre ter o direito de discordar, lutar e transformar.

Hoje, não está em jogo apenas um projeto de governo. Está em jogo o país que queremos deixar para nossos filhos.

Eu escolho a democracia, os direitos, a justiça social e a esperança. Com todas as contradições, com todas as lutas que ainda precisamos travar, eu não vou abrir mão do futuro.

Porque a democracia nunca foi perfeita. Mas perdê-la seria imperdoável. ❤️✊

#eutocomlula 
#13pelademocracia
#esquerdaedireita #lula13❤️ by @sheilacapra
20
16 hours ago
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4 dias intensos cheios de conteúdo e pessoas queridas.
Poucas horas de sono. De ontem pra hoje, 8h30 de ônibus e uma meta: correr 5km sem andar.

Não foi dessa vez, caminhei 800mts. 

Evoluindo um pouco a cada dia.

Agora falta a etapa do verão e eu não vejo a hora. by @sheilacapra
0
a month ago
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Eu voltei pro FIRE 2026.

Mas não foi a mesma Sheila que esteve aqui em 2022.

A Sheila que veio pro FIRE em 2022 não fazia ideia do quanto a vida ia capotar nos quatro anos seguintes. Não fazia ideia de quanto dela seria levado pelo caminho e de quanto ela precisaria aprender a reconstruir.

2023 me colocou de joelhos, quando vi minha mãe morrer um pouco a cada dia.

2024 levou parte de mim, quando perdi uma das minhas filhas e precisei de muita resiliência pra seguir.

2025 me fez recuperar um rombo enorme pra minha cliente e ainda fechar o ano com lucro.

Em 2026 eu achei que, finalmente, a vida ia pegar leve.

Não pegou.

Logo na primeira quinzena, outra fatalidade levou meu tio, e o desdobramento disso exigiu — e ainda exige — muito de mim.

Tá longe de acabar.

Mas, no meio de tudo isso, eu aprendi a dar conta de uma coisa de cada vez. E, nessas escolhas, precisei focar nos meus e no trabalho que sustenta muita coisa.

Nesse processo todo desses últimos quatro anos, sobrou pouco tempo pra beber de novas fontes. Pra recuperar aquele gás. Aquela energia de criar, pensar, inventar, escalar.

E foi por isso que estar aqui teve um significado tão grande.

Foi surreal receber tantos abraços sinceros de uma galera muito especial com quem já estudei, trabalhei e de quem eu cuidei.

Eu ainda não me acostumei com essa sensação de ter feito a diferença na vida das pessoas e elas quererem retribuir com carinho e abraços longos.

Talvez seja uma das coisas mais bonitas que o trabalho me devolveu.

E aí eu voltei à fonte.

Bebi de fontes inesgotáveis, conheci pessoalmente pessoas que fazem um trabalho incrível comigo há anos e que eu só conhecia do pescoço pra cima, nas infinitas reuniões online.

Hoje eu volto pra casa  inteira.

Satisfeita.

Com a cabeça explodindo de tanto conteúdo e de tantas ideias.

Ainda de bônus, consegui ver duas amigas queridas, uma parte da família que eu sou apaixonada e recebi tanto amor que nem sei como agradecer.

Acho que vou precisar de uns 20 dias de caverna pra transformar tudo isso em projetos e iniciativas.

E, claro, desenhar uma Black November de tirar o chapéu. 🖤 by @sheilacapra
9
a month ago
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Existe uma coisa curiosa nas redes sociais: algumas pessoas assistem a um conteúdo gratuito e, em poucos segundos, assumem o papel de banca examinadora.

“Qual é a fonte?”

“Cadê o artigo científico?”

“Você deveria falar sobre isso de outra forma.”

“Isso está errado.”

“Você precisa explicar melhor.”

E, em caso de pessoas embasadas em PBE, vem o famoso: "mas minha prima tomou xyz e melhorou" como se um caso observacional fosse revisão sistemática. 

Como se todo conteúdo publicado na internet tivesse obrigação de corroborar com o que o comentarista acha certo (ainda que não seja).

E, principalmente, como se o comentarista tivesse sido nomeado fiscal daquilo que outra pessoa estudou, pesquisou, viveu ou construiu como profissão.

Existe uma diferença enorme entre questionar uma informação falsa e se sentir autorizado a ocupar a posição de autoridade sobre alguém que estudou aquilo por anos.

Questionar é saudável, discordar, também. 

Pedir uma fonte, quando a pessoa está fazendo uma afirmação factual que depende dela, também pode ser legítimo.

Mas existe um momento em que a pergunta deixa de ser curiosidade e vira cobrança, ocomentário deixa de ser contribuição e vira sentença.

E aí acontece uma coisa ainda mais curiosa, que é quando o autor do post, ou outro comentarista aponta que aquele comentário foi desnecessário, agressivo ou simplesmente indelicado, daí o comentarista se sente pessoalmente ofendido.

O ego entra em cena.

Porque algumas pessoas se sentem absolutamente autorizadas a dizer qualquer coisa para um desconhecido na internet, mas consideram uma violência quando esse desconhecido responde.

Elas podem julgar, mas não podem ser confrontadas.

Podem corrigir, mas não podem ser corrigidas.

Podem questionar a competência do outro, mas não suportam que a própria postura seja questionada.

E quando o ego é tocado, muitas vezes o argumento desaparece.

Entra a indignação, o sarcasmo, a agressividade, a tentativa de desqualificar o outro...

Talvez porque, no fundo, não estejam defendendo uma ideia.

Estejam defendendo a própria imagem de pessoa que têm de si mesmas.

A maioria by @sheilacapra
6
2 months ago
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43 anos de histórias, perdas, recomeços, aprendizados e algumas certezas.

Hoje eu não celebro ter todas as respostas.
Celebro ter me tornado mais inteira.
Celebro meus filhos, as melhores partes de mim. 💙❤️💚🌟
Celebro meu casamento leve, feliz onde diariamente nos tornamos uma melhor versão de nós mesmos para o outro.🫶🏻

Bem-vindo novo ciclo 🥂✨️❤️ by @sheilacapra
42
2 months ago
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A gente cresce achando que pai é super-herói, que não tem medo de nada, que nos protegerá de tudo.

Talvez a sequência absurda de perdas tenha levado toda a alegria, todo o desejo de viver, até que não sobrasse nada para repartir com quem ficou.

Demorou anos para eu entender que, por trás do pai, existe um homem com sonhos, expectativas e desejos, muitos deles frustrados.

As dores das ausências também doem em mim. Diariamente. Nunca mais será igual. Nunca mais haverá a Cisplatina, 1651, e todos os momentos felizes. Ah, como fomos felizes. Houve tristeza também, eu sei. Não era perfeito, mas foi como precisava ser.

A Kombi, o Santana, a Caravan com o adesivo da Pantera Negra. O primeiro fiat uno zero. As paradas na Serra da Mantiqueira...
Os desenhos dos três palitos e do Deliriuns Tremens, as faixas e os meiões. A coleção de chaveiros, de cartões telefônicos... 
Tem tanto na minha memória, tem tanto no meu coração.

Eu sinto um vazio, uma saudade de você estranha, porque você está aqui, mas, ao mesmo tempo, não está.

Eu não te culpo. Eu acolho, aceito, respeito. Eu liberto você de toda expectativa que um dia eu criei. Eu te enxergo como alguém que, assim como eu, quis viver a própria vida como quis e pagou todos os preços com juros e correção.

Compreendo que nessa jornada de pai, você não tinha cartilha. Você aprendeu vivendo e fez sua parte com tudo que sabia e tinha dentro de si.

Talvez sejamos mais parecidos do que minha mãe gostaria... mas, para mim, é motivo de orgulho. Que eu saiba usar as virtudes que herdei. Que eu honre a carta e brilhe por mim e por você. 

Te amo. Feliz Dia dos Pais. by @sheilacapra
4
2 months ago
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Só temos mais duas copas.

Esses dias me peguei pensando nisso.
Temos 18 verões com um filho, texto lindo da @rafaelacarvalhoescritora , mas e as copas do mundo?

2006, Biel pequeno, assistimos juntos. Rapha nasceu no ano seguinte.

2010, já separada, não estava junto com meus filhos em todos os jogos. Eu e Edu não conseguimos ver os jogos juntos. Ele morava em BH e eu aqui.

2014, vimos alguns jogos todos juntos, na nossa casa.
2018, vimos alguns jogos todos juntos, na nossa casa.
2022, vimos alguns jogos todos juntos na nossa casa.

2026, Biel viu os jogos com o pai, com a namorada, Rafa com os amigos, não assistimos nenhum jogo juntos (ainda).

Luca assiste a segunda copa conosco, agora entendendo e engajando, apesar de não ter paciência de assistir 90 minutos de jogo.

E eu, mesmo meio desiludida desde o 7x1 da Alemanha, decidi entrar na onda da comemoração, dos jogos, desse espírito que une o Brasileiro sem que briguemos por políticos, nos unimos contra todo o mundo, sentimos orgulho das nossas origens, esquecemos momentaneamente problemas estruturais gigantes e uníssono gritamos: vai, Brasil! 

Eu comecei a me animar porque lembrei que só tenho mais duas copas com o Luca aqui 100%, e não sei não se na copa de 2034 ele não estará com amigos ou já namorando...

Passa muito rápido.  Que saibamos aproveitar esses momentos que passam voando enquanto nossos pequenos são pequenos. Que criemos memórias para quando, no futuro, não estivermos aqui, sejamos lembranças felizes de copas passadas pra eles. by @sheilacapra
0
3 months ago
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Hoje não era sobre velocidade, era sobre ser capaz de voltar sem quebrar, manter o ritmo e andar o mínimo possível.

Considerando que eu não treino desde dezembro, e minha última corrida - corrida foi em abril, achei beeeem bom.

A minha única comparação é comigo mesma!

#run by @sheilacapra
9
4 months ago
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Rapha, minha filha...

19 anos se passaram desde que eu te segurei pela primeira vez em meus braços.
11 no nome, 22 no dia. Especial em todos os aspectos.

Delicada e avassaladora, impossível ficar imune quando você passa pela nossa vida.
Ao mesmo tempo doce e geniosa, carinhosa e sabe impor limites.

Eu te desejo o mundo,  que ele seja mais gentil pra que você possa viver sua vida sem medos, com liberdade de escolhas e sem jamais sofrer por ser mulher. 

Desde pequena eu sempre disse que se fosse pra ser uma personagem, que jamais fosse a princesa que precisa ser salva por alguém. Sigo desejando isso. Que você seja protagonista sempre, que desbrave a vida, que rompa os padrões.

Que seja escandalosamente feliz, amada e protegida.

Sorte a minha em ter você,  meu sonho realizado em minha vida e mesmo que pareça que eu só pego no seu pé, eu te amo mais do que você imagina e exatamente por isso, tento lhe proteger ao máximo sem te impedir de viver.

Sei que talvez tenha errado mais do que acertado, mas quando te vejo assim, intensa, verdadeira, dedicada, empática e se importando com o próximo, eu sei que fiz um bom trabalho.

Voa, meu amor, o mundo precisa saber quem você é. 

Feliz aniversário, meu amor.

Te amo nessa, nas outras vidas e dimensões. by @sheilacapra
23
4 months ago
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Hoje é um daqueles dias que eu queria guardar num potinho.

Recebi uma notícia que encheu meu coração de orgulho como mãe. Mas, curiosamente, o que mais ficou ecoando dentro de mim não foi a notícia em si.

Foi uma lembrança.

Quando eu era muito jovem, muitas pessoas me disseram que eu estava cometendo um erro. Que eu era louca. Que estava tornando minha vida mais difícil.

E ela ficou difícil.

Passei por privações que muita gente nem imagina. Trabalhei exaustivamente. Aguentei humilhações, desaforos, jornadas intermináveis, transporte lotado, medo, insegurança e noites sem saber como as coisas iam se resolver.

Mas eu tinha um propósito.

Eu queria que meus filhos tivessem mais escolhas do que eu tive.

Eu lembro de uma noite específica. Eu tinha uns 25 anos. Aconteceu uma situação em casa que me fez chorar de raiva, de impotência e de cansaço.

Quando tudo se acalmou, eu olhei para aqueles dois pequenos e fiz uma promessa silenciosa:

"Eu vou fazer o impossível para que vocês tenham oportunidades que eu não tive. Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que possam estudar, construir uma carreira e escolher seus próprios caminhos."

Nem sempre foi fácil.

Em alguns momentos, faltou tempo.
Em alguns momentos, me faltou energia.
Em alguns momentos, fui julgada por trabalhar demais.

Talvez eu não tenha acertado tudo. Tenho certeza de que não.

Mas nunca houve um único dia em que eu não estivesse tentando construir um futuro melhor para eles.

Hoje eu olho para os meus filhos se tornando adultos.

Vejo o caráter deles.
A generosidade deles.
A inteligência deles.
A forma como caminham pelo mundo.

E sinto uma gratidão que não cabe em palavras.

Porque a maior recompensa não é o cargo, o diploma ou qualquer conquista profissional.

A maior recompensa é olhar para eles e perceber que se tornaram pessoas incríveis.

Hoje foi um dia que marcou a minha história como mãe.

E, pela primeira vez em muito tempo, eu senti como se Deus estivesse me dizendo:

"Filha, eu vi cada lágrima. Eu vi cada renúncia. Eu vi cada esforço. E nada foi em vão."

Só queria deixar esse dia registrado. by @sheilacapra
16
4 months ago
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Eu deveria fazer um texto sobre o Dia dos Namorados?

Esse ano vou fazer diferente. 

Porque, apesar de ainda mantermos vivos dentro de nós aqueles dois jovens de 26 anos, foi o que nos tornamos depois do namoro que sustentou esses 16 anos de história.

Quando namorávamos, tínhamos finais de semana com hora contada para ficarmos juntos. Eram pelo menos quatro horas de deslocamento entre aeroporto e casa toda vez. E, quando você tem menos de 48 horas para estar junto, quatro horas a menos fazem muita diferença.

Nas poucas horas que tínhamos, não existiam problemas, contas atrasadas ou cheque especial. Não existia mau humor. Existiam passeios e risadas.

O namoro, por si só, já é mais leve. Mais perfeitinho.

E foi feito para acabar. Se não está dando certo, termina em separação. Se está tomando bons rumos, termina em noivado.

Namorar, mesmo à distância, é fácil.

Por isso, hoje eu quero comemorar o fato de estarmos juntos há tantos anos em meio ao caos do dia a dia, aos planos que não deram certo, às contas que, por vezes, foram maiores do que podíamos pagar, ao estresse das mudanças, aos lutos e às lutas.

Porque permanecer quando tudo está bem é fácil. Quando o colágeno está em dia, quando o corpo é mais curvilíneo, quando as responsabilidades são menores.

Agora, atravessar todas as dores e delícias de um casamento e, mesmo assim, conseguir namorar nas poucas brechas que temos, isso sim vale a pena comemorar.

Te amo demais. by @sheilacapra
1
4 months ago
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