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Memória imagética da ilha de Upaon Açu. Page idealizado por uma pessoa que ama a ilha mais do que ele próprio. Antigo São Luís de Antes e Depois.
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A Minha Proposta Sobre a Memória Fotográfica de São Luís A minha proposta é com a memória da cidade através das fotografias antigas. Um pedaço pequeno de algo imenso que se chama Memória. O que eu proponho não é uma aula de História, não é um projeto de História, apesar de eu usar elementos da História na investigação dessas fotografias. O que eu faço não substitui uma boa aula de História ministrada pelos meus queridos professores, a quem eu tenho um respeito enorme. É claro que essas coisas que eu ofereço podem se tornar fontes históricas para a construção de um conhecimento histórico e também podem servir de auxílio pedagógico nas aulas de História. Tenho consciência dos limites do meu fazer, pois a minha informalidade e imediatismo podem comprometer o feito a extremo rigor que é imprescindível na construção do conhecimento histórico. Mesmo assim, eu posso oferecer possibilidades, fontes e ferramentas para futuras construções de conhecimento histórico ou também de outras áreas que têm a ver com as humanas e artísticas. Esses materiais podem virar algo mais lapidado na mente mais brilhante, intelectual, laboriosa e metódica.Toda essa parada vem de uma insatisfação que eu tenho em relação às representações fotográficas da antiga São Luís. Tive um direcionamento onde eu preciso caminhar nos arquivos institucionais e também caminhar além das instituições. Mas eu não consigo nada sozinho. Eu preciso bater na porta, eu preciso das pessoas, preciso escutar essas pessoas para eu escrever uma síntese que possa ser compartilhada com os meus concidadãos que têm essa mesma curiosidade. A minha proposta dialoga entre a imagem fotográfica antiga e o texto, um texto síntese que cabe nos caracteres dessa rede social com a fotografia antiga. Quero interpretar essas fotografias na base das memórias, seja de testemunhas e herdeiros que ainda guardam essas memórias. Tem ludovicenses de São Luís, tem ludovicenses nos outros municípios do Maranhão, pessoas de outros municípios que moram em São Luís, tem maranhenses/ludovicenses que moram em outros estados brasileiros e outros cantos do mundo. A São Luís está em todas as partes do mundo. - King Pink by @slzmemoria
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9 months ago
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A Faca e o Rio(1972) é um filme do cineasta holandês George Sluizer, baseado no livro homônimo, do escritor Odylo Costa Filho. O filme conta a história de João da Grécia. As cenas desse filme foram gravadas no Maranhão, tem partes gravadas em Caxias, São Luís e outras cidades do Maranhão. A cena escolhida é bem interessante, mostra a manifestação de Bumba Meu Boi, infelizmente não identificamos exatamente o local onde foi filme a cena do Bumba Meu Boi. Provavelmente quem pode nos responder sobre essa cena é a Zelinda Lima que participou no processo desse filme e a atriz e poetisa Ana Maria.Além do filme A Faca e o Rio, o George Sluizer fez um curta bem interessante sobre o Carnaval de São Luís, o filme se chama Drie Dagen Respijt in São Luís(Três dias de descanso em São Luís). O filme não está disponível no Youtube, talvez se possa conseguir comprando o DVD em algum site internacional especializado.O link do filme A Faca é o Rio ta nos stories em destaque da página. by @slzmemoria
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4 years ago
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Boi da Floresta(@boidafloresta) se apresentando para o programa Amaral Netto, O Repórter, em 1978. Neste ano, o Boi da Floresta fez 50 anos, o vídeo mostra a primeira década do Boi do Mestre Apolônio, Turma de São Batista, Paz do Brasil, comunidade da Floresta. by @slzmemoria
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4 years ago
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Doses de Tiquiradélic na Afonso Pena by @slzmemoria
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6 hours ago
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Boi de Leonardo, Publicidade da Xerox, Década de 1970Folheando várias revistas da Revista Veja no aplicativo da GoRead, chegamos à edição de 29/09/1976. Nós nos deparamos com essa publicidade da Xerox que visava a valorização do folclore brasileiro (cultura popular). Na primeira imagem, podemos ver uma foto de um boi e na segunda página um texto nota 5 sobre a manifestação cultural do Bumba Meu Boi. Olhando a primeira imagem, já sabemos qual era o boi retratado, mesmo a publicidade da Xerox não falando e dando créditos ao boi que emprestou a sua imagem para a publicidade. Esse boi da publicidade é o Boi de Leonardo (@boideleonardooficial) ou Boi da Liberdade, boi sotaque de zabumba, localizado na Liberdade, fundado há 70 anos pelo Mestre Leonardo. A prova da constatação do fato está na última imagem, uma foto da mesma época, feita por Jean Solari, onde aparece o Leonardo e o mesmo boi que aparece na publicidade da Xerox. Outra coisa muito legal de perceber na primeira imagem, são os detalhes da parte frontal da cabeça do Boi, onde podemos ver uma imagem de um envelope de carta com as letras L.M.S, as iniciais do nome de Leonardo: Leonardo Martins Santos, o patrão do Boi. Os donos de grupos de bumba meu bok gostavam de ver suas brincadeiras nas campanhas publicitárias, em reportagens de jornais, revistas e etc. Infelizmente, no caso da campanha da Xerox, deu um problema. O Leonardo denunciou a Xerox por publicar a imagem do Boi sem a sua autorização. Essa reclamação foi registrada numa reportagem do jornal O Estado do Maranhão, publicada no dia 15/06/1977, com o título: "Campanhas Violam Direitos Autorais de Brincadeiras Folclóricas". Infelizmente, não conseguimos achar essa reportagem na Biblioteca Pública Benedito Leite. Sabemos da existência dessa reportagem através de uma bibliografia publicada em um dos boletins da comissão maranhense de folclore. Com certeza, essa reportagem deve estar sob a guarda da Casa de Cultura Domingos Vieira Filho.📸 1 e 2: Revista Veja, 29/09/1976. Acervo Digital da Revista Veja via Aplicativo GoRead 📸 3: Jean Solari via Danielle Solari🔎 Texto e Pesquisa: São Luís Memória(@slzmemoria) by @slzmemoria
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17 hours ago
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Alcântara-MA, Década de 1980 Essa fotografia foi feita em Alcântara-MA, no periodo da Festa do Divino Espírito. A autoria dessa foto está creditada ao fotógrafo Carlos Humberto TDC, foi publicada pela Revista Geográfica Universal, da edição n⁰131, Outubro de 1985, da Bloch Editores. Na imagem, podemos ver três crianças em frente a um casario azulejado da velha Alcântara, trajando belas roupas que se remetem aos seus papéis na festa. Olha só a beleza dessas roupas. Um luxo que vem de toda a comunidade de Alcântara que mantém a festa viva.📸: Carlos Humberto TDC via Revista Geográfica Universal, da edição n⁰131, Outubro de 1985, da Bloch Editores. Arquivo Pessoal 🔎 Texto e Pesquisa: São Luís Memória (@slzmemoria) by @slzmemoria
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a day ago
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Alcântara No Universo Gótico Pós Punk. by @slzmemoria
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2 days ago
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Em Algum Lugar de São Luis-MA, Década de 1940/1950Essa fotografia foi feita em meados dos anos 1940/1950. Infelizmente, não sabemos exatamente em que lugar da cidade foi feita essa imagem. Na imagem, podemos ver três casais e uma criança sendo destaque da foto. Da esquerda para a direita, temos o casal Eneina Frazão Paraíso e Oswaldo Paraíso, em seguida o casal Salomão Fiquene e Victória Mettre Fiquene, e por último o casal Maria Alice Neves e Manoel Neves Netto com o filho Fernando. Essa imagem faz parte do álbum de família de Oswaldo Paraíso e Eneína Frazão Paraíso, que viveram boa parte de suas vidas em São Luís. O álbum de memórias da família Frazão Paraíso, que se constituiu em São Luís e agora está no Rio de Janeiro, sob a guarda de Yolanda Paraíso, filha de Oswaldo e Eneina. Yolanda é uma conterrânea nossa que vive no Rio de Janeiro, assim como outros conterrâneos, mas nunca esqueceu a terra natal, sempre em conexão com o Maranhão. Sorte nós tivemos de ter contato com essas memórias, graças à nossa amiga Nyana Paraíso, filha de Yolanda Paraíso. A Nyana fazia a foto da foto pelo celular e as informações sobre os fotografados vinham através da memória de Yolanda. Oswaldo Paraíso foi formado em Farmácia, trabalhou em laboratórios pela cidade até quando fundou o Laboratório Paraíso.O Oswaldo tinha uma relação muito forte com Salomão Fiquene, porque ele trabalhou em um laboratório pela primeira vez justamente em um laboratório de Salomão Fiquene. Salomão Fiquene era médico, foi diretor do Instituto Oswaldo Cruz em São Luís, foi professor e diretor da Faculdade de Farmácia e Odontologia e foi professor da faculdade de Medicina do Maranhão. Já o senhor Manoel Neves era médico, conhecido como Manequinho. Manequinho é diminutivo de Maneco, apelido comum para as pessoas que se chamam Manoel. Pelo fato de Manoel ter no sobrenome a palavra Neto, evidentemente era neto de um Manoel que tinha o apelido de Maneco. 📸: Álbum da Família Frazão Paraíso via Nyana Paraíso(@nyanaparaiso) 🔎 Texto e Pesquisa: São Luís Memória (@slzmemoria) by @slzmemoria
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3 days ago
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Sociedade Carioca de Folclore Maranhense, Rio de Janeiro, 1960, Essa fotografia foi feita no Rio de Janeiro, nos estúdios da TV Tupi do Rio de Janeiro. Nesta fotografia, estão o deputado federal Antônio Dino e a artista Dilú Mello, cercados por um grupo de Bumba Meu Boi bem característico do Boi do Maranhão que se formou no Rio de Janeiro através da junção de maranhenses radicados no Rio e pessoas de outros estados do Norte/Nordeste que simpatizaram com a brincadeira. Esse grupo de Bumba Meu Boi se apresentou na TV Tupi-RJ, angariando fundos para aquisição de uma sede própria para a Sociedade Carioca de Folclore Maranhense. Na imagem, bem no canto direito, podemos ver um senhor trajando terno, é o maranhense Teodoro Freire, presidente da Sociedade Carioca de Folclore Maranhense. Sim, é o Teodoro Freire do famoso Boi de Seu Teodoro, de Sobradinho, no Distrito Federal(Planalto Central). O Seu Teodoro Freire foi um maranhense da baixada maranhense, nascido na cidade de São Vicente Férrer, passou um tempo em São Luís, morou no Rio de Janeiro a partir da segunda metade da década de 1950. O Teodoro Freire fundou um Bumba Boi no Rio de Janeiro, no bairro do Bonsucesso, fez parte da criação de outras brincadeiras que têm a ver com o Maranhão e ainda fez parte de entidades de maranhenses residentes no Rio de Janeiro. Em 1961, Teodoro Freire foi morar no recém-criado Distrito Federal no Planalto Central, se fixou em Sobradinho onde fincou de vez a sua boiada, que é conhecida hoje como Boi de Seu Teodoro, Centro de Tradições Populares (@boideseuteodoro). Seu Teodoro foi um dos grandes divulgadores do Bumba Boi do Maranhão fora do Maranhão. 📷 - Jornal Pacotilha O Globo, 29/01/1960, Acervo da Hemeroteca Digital da BN 🔎 Texto e Pesquisa: São Luís Memória(@slzmemoria) by @slzmemoria
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4 days ago
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Bumba Meu Boi, São Luís-MA, Década de 1960/1970 Essa fotografia foi feita para ser um cartão postal turístico circulado nos anos 1970/1980. A autoria dessa fotografia é desconhecida. Acreditamos que essa fotografia foi feita nos anos 1960/1970 que mostra um rajado de um boi sotaque da baixada dançando com o boi. Note que o rajado traja uma camisa rosa, que lembra o Boi da Floresta, mas será que é o Boi da Floresta? Tem coisas que podem ser óbvias para quem é brincante das antigas desse tipo de boiada, mas nós aqui da página somos leigos, temos medo da terrível barrigada e gafe de ter certeza absoluta de algo que não temos certeza. Teve uma vez que a gente postou um vídeo do Boi da Floresta se apresentando na Fonte do Ribeirão em 1977, e aparece esse mesmo rajado dessa fotografia dançando com o boi. Teve uma pessoa que viu o vídeo, viu esse mesmo homem trajado de rajado e falou: "Rapaz, esse cara aí é o Louro". Louro não é um nome estranho, porque já postamos uma foto do Boi de Pindaré nos anos 80 que aparece esse mesmo Louro. Louro do Boi de Pindaré ou Boi da Floresta? O Boi de Pindaré e Floresta são bois irmãos, são muito ligados se for levar em conta a História dos bois estilo da Baixada em São Luís do Maranhão. Teve o pessoal que era da boiada do Pindaré e foi para a Floresta e vice versa.📸: Autoria Desconhecida via Cartão Postal Turístico via Arquivo Pessoal 🔎 Texto e Pesquisa: São Luís Memória (@slzmemoria) by @slzmemoria
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4 days ago
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Largo do Desterro, Rua da Palma, Centro, 1958 Fotografia feita no Largo do Desterro, com vista para a Rua da Palma. Na imagem, podemos ver a Rua da Palma, aspectos do Largo do Desterro, e os casarões e casarios que compõem o cenário urbano. Além desses elementos, podemos destacar essa antiga árvore perto da antiga grade do Largo do Desterro. Vendo essa foto, diante desses casarões, que nos geram uma sensação de imponência, mas nada desses sobradões superava em imponência em relação a essa árvore que existia no Largo. A árvore ofuscava, chamava mais atenção do que os casarões. 📸: Arquivo Central do Iphan (iphangovbr) 🔎 Texto e Pesquisa: São Luís Memória (@slzmemoria) by @slzmemoria
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4 days ago
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Bumba Meu Boi do Maranhão, São Luís do Maranhão, Década de 1980 Essa bela imagem dos anos 1980 foi feita pela saudosa fotógrafa Cynthia Brito(1952-2019), publicada em um livro patrocinado pela Rhodia, que se chama "Instrumentos Musicais Brasileiros", lançado em 1988. Na imagem, podemos ver uma bela índia e um cazumba com maracá. Pelas características das indumentárias dos brincantes fotografados, eles são integrantes de algum Bumba Meu Boi de São Luís, sotaque da Baixada. Infelizmente, não temos certeza absoluta de qual grupo de boi esses dois brincantes fazem parte. Será Boi da Floresta, Boi de Pindaré ou outros bois da baixada que dançavam em São Luís no período de São João? Não sabemos. As pessoas que visitam a nossa página exigem que a gente possa identificar as pessoas nas fotos, mas é muito difícil. Por exemplo, essa fotografia nos diz na fonte original que é uma foto de Bumba Meu Boi, feita pela fotógrafa Cynthia Brito, em São Luís do Maranhão, mas não especifica o tipo de Boi, nem o nome do grupo e o evento onde aconteceu a fotografia. O que nos resta é postar a foto e rezar para que os algoritmos cheguem aos amigos, familiares e conhecidos dessas pessoas fotografadas. Essa fotografia é fruto de um trabalho remunerado, um trabalho suado para o ganha pão profissional e também é um trabalho artístico porque fotógrafo é artista. Essa imagem que ilustra paginas de um livro, com certeza foi expostas em exposições, e vendida para jornais e agências de fotografias ou de publicidade, mas será que essa fotografia já chegou em forma impressa para as pessoas fotografadas? Será que as pessoas fotografadas sabem da existência dessa foto? Não sabemos...No mundo da fotografia analógica, tem muitos rostos maranhenses que foram expostos em paredes de vários lugares do país e do mundo, mas parte considerável dessas pessoas fotografadas jamais tiveram a oportunidade de saber que foi parte de estudo, foi obra de arte, obra de publicidade e parte de uma fotoreportagem premiada. 📸 - Cynthia Brito via livro Instrumentos Musicais Brasileiros, Rhodia, 1988 🔎 Texto e Pesquisa: São Luís Memória(@slzmemoria) by @slzmemoria
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5 days ago
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