Instagram story viewer> @sobinfluencia> Posts
41.7K
followers
2183
following
ler e caminhar podem salvar a sua vida ou te levar para a cadeia.
Loja física funcionando de seg. à sex. das 13h-18:30h, sábados das 13h-18h
POSTS STORIES REELS TAGGED
Download All
LANÇAMENTO!

Matéria escura, de Gregory Sholette, nos mostra que a arte é um grande negócio. Alguns artistas movimentam cifras bilionárias, enquanto a vasta maioria das pessoas que trabalham com arte permanece invisível, à margem das galerias, instituições e da crítica.

É essa massa de pessoas criadoras de cultura — a matéria escura do mundo da arte — que Gregory Sholette coloca no centro da discussão: uma força invisibilizada, mas indispensável à sobrevivência do próprio sistema artístico-cultural que a exclui e contra o qual, não raro, se organiza.

Sholette mostra como boa parte da imaginação e da potência criativa que alimentam o mundo da arte emerge longe de suas vitrines mais prestigiosas: espaços autônomos, práticas coletivas, circuitos não comerciais e experiências que escapam à lógica institucional e neoliberal. É desse território que o mainstream extrai continuamente formas, linguagens e estratégias, transformando-as em mercadoria.

Entre práticas coletivas, intervenções políticas e formas renovadas de arte pública não capitalista, Matéria escura investiga aquilo que o mundo da arte precisa manter invisível para continuar funcionando — e as forças que, das margens, insistem em colocá-lo em questão.

Traduzido por Alessandro Funari.

Para saber mais e adquirir o livro com desconto, acesse sobinfluencia.com by @sobinfluencia
12
a month ago
Download
“As raves podem atender a muitos tipos de necessidades, interesses e desejos. Podem servir como distração, como entretenimento, como exercício físico, podem ser um lugar de encontros, de sexo casual, e assim por diante. Meu interesse aqui se concentra em um conjunto bem específico de necessidades e em um grupo bem específico de pessoas, para quem a rave é uma necessidade em si mesma. Me interessam as pessoas para quem a rave é uma prática colaborativa que torna essa vida suportável. Poderia pensar em várias metáforas para descrever isso aqui: a rave como vício, como um ritual, como performance, a rave como catarse, como alguma coisa de sublime — poderíamos falar em graça, em resistência. Melhor não pressupor nada antes da gente chegar lá. Melhor deixar que alguns conceitos sobre a rave surjam a partir do olhar de quem participa delas, de alguma forma. Vem, vou te levar para algumas raves.”

Raving, de McKenzie Wark, uma espécie de microetnografia literária se desenrola em dois contextos. O primeiro são as raves queer e trans-friendly do Brooklyn: espaços industriais abandonados, muitas vezes ilegais, que revelam uma face oculta da cidade, com seus jogos de luz, fumaça e techno. Mas há também um contexto mais amplo: o do nosso tempo. Um tempo marcado pela violência, pelo espetáculo e pela exploração permanentes, pela precariedade, pelo racismo e pela homofobia. Raving descreve práticas colaborativas que acontecem sob o abrigo da noite, em ambientes temporários e artificiais, num tempo lateral, à margem da história. 

O livro é ma coedição entre @sobinfluencia e @editorafunilaria, traduzido por Tom Nóbrega, apresentação de @composteira e conta com apoio de @entrerecords.

Adquira o livro em sobinfluencia.com ou editorafunilaria.com.br by @sobinfluencia
9
2 months ago
Download
LANÇAMENTO – Além da imagem, de Alessandro Sbordoni

Em Além da imagem, Alessandro Sbordoni investiga uma transformação decisiva da cultura visual contemporânea: a passagem da imagem como representação para a imagem como reprodução. Em um cenário marcado por inteligência artificial, redes sociais, deepfakes, memes, algoritmos e plataformas digitais, a imagem deixa de ser uma janela para a realidade e passa a operar como infraestrutura da circulação de dados, do consumo e da captura da atenção.
 
Dialogando com autores como Nietzsche, Baudrillard, Benjamin, Flusser e McKenzie Wark, Sbordoni examina fenômenos como a cultura trash das redes, a economia da viralidade, o colapso da distinção entre verdadeiro e falso e a transformação do olhar em um processo cada vez mais automatizado pelas telas. Ao longo do livro, mostra como a superprodução de imagens redefine nossa percepção, nossa experiência política e nossa relação com a tecnologia.
 
“Este livro não propõe uma teoria das imagens, mas das condições sob as quais elas governam. Sua força crítica está em mostrar que o “pós-visual” não significa o desaparecimento das imagens, mas sua saturação total. Não vivemos depois das imagens; vivemos dentro de sua logística – um tornar-se imagem do corpo. O panóptico se dissolve em interfaces, feeds, métricas e modelos preditivos. Se há pessimismo, ele é lúcido – e não paralisante. Ao recusar a linguagem da perda, Sbordoni nos obriga a abandonar falsas esperanças. Não haverá retorno à verdade por meio das imagens, porque a verdade nunca foi sua função. A tarefa, então, é aprender como o poder percebe – e como o capital nos treina a perceber por ele.”
 
– Giorgi Vachnadze, Institute of Network Cultures

Tradução de @mabercht 

Apresentação de @gbeiguelman 

Saiba mais e adquira o livro com desconto em sobinfluencia.com by @sobinfluencia
17
2 months ago
Download
A rua, quando tomada pelas pessoas, revela não apenas a vitalidade da política, mas também os limites e contradições do presente. Longe de ser um espaço naturalmente emancipador, ela se torna um campo de batalha em que se confrontam projetos antagônicos – forças que produzem vida e forças que produzem morte – e onde se disputa, em última instância, o próprio sentido do comum.

Pensar a rua como espaço de luta exige articular diferentes níveis de ação: a estratégia, que oferece horizontes de transformação e orienta caminhos coletivos; a tática, que se manifesta na improvisação e na criatividade das ocupações, nas formas móveis de resistência que respondem aos dispositivos de controle; e a multiplicidade de gestos singulares que, ao se somarem, produzem um corpo coletivo em movimento. Se apropriar dessa variedade é reconhecer que a rua não pode ser reduzida a um único modelo de ação ou a uma narrativa homogênea. É no entrelaçamento entre estratégias de longo fôlego e táticas imediatas, entre planejamento e invenção, que a rua se afirma como espaço de insurreição, capaz de reinventar continuamente suas formas de enfrentamento e imaginar novas possibilidades de vida.

Pensando nisso, reunimos quatro livros de nosso catálogo que pensam como corpos e coletividades se inserem nas lutas pela interrupção do presente.

Confira nosso catálogo em sobinfluencia.com by @sobinfluencia
6
4 hours ago
Download
🌟 VIRADA NA METRÓPOLE 🌟

No dia 15/10, a partir das 18h30, editoras e sebos progressistas se reúnem na Galeria Metrópole, em São Paulo, ao lado de professores, artistas, lojistas, representantes políticos e formadores de opinião, em um ato público de mobilização em defesa da democracia e de apoio à candidatura de Lula no segundo turno.

18h30 — concentração e distribuição de material de campanha
19h — início das falas

Falas confirmadas:
@vladimirsafatle
@monicaseixas
@bancadafeministapsol
@marianaconti_psol
@preferreira
@nabil_bonduki
@edianemariamtst

Editoras:
@autonomialiteraria @boitempo @carambaia @clubedolivrodesign @editoraelefante @fosforoeditora @editorahedra @lovelyhouse.casadelivros @sobinfluenci @editoratabla @tintadachinabrasil @ubueditora @editoraveneta

Galeria Metrópole
@a.potteryyy
@cabinetvintageshop
@cangotesorvetes
@casajardimsecreto
@casocaplanejados
@lojaclimax
@collectivinyl
@d.i.t.a09
@descabeca_livros
@estudioniz
@foradaterra
@fugazvintage
@marizavformaggini
@herselfbrasil
@_intro_store
@labaguette.sp
@na.filadopao
@lojapaiol
@pitonlab.bar @pitonlab
@_playground.co
@prosaevinho
@risotropical
@sanduteca_
@studiocrizazevedo
@supersonica
@taperatapera
@umcantoladecasa
@gatchasp

Apoio @tucupidocentro by @sobinfluencia
29
2 days ago
Download
Candomblé – Sacred Rhythms in Brazil com audição do disco, venda do livro e som!

Na próxima quinta-feira, 15 de outubro, a partir das 19h, nos encontramos no @_____porta_____ para uma audição do disco e performance de Felinto (@sem__margem) e Ritu Ritu (@papaleorituritu)!

Publicado pela FLEE Project,  Candomblé – Sacred Rhythms in Brazil é um livro bilíngue que documenta uma tradição espiritual afro-brasileira viva. O projeto original foi lançado junto a um LP que reúne gravações de arquivo do Ilê Axé Opô Aganjú (1985–88) e obras especialmente encomendadas a artistas contemporâneos.

Combinando pesquisa histórica, ensaios e materiais visuais, a publicação traça a trajetória do Candomblé desde suas origens, marcadas pelo trauma do tráfico transatlântico de pessoas escravizadas, até sua presença vibrante e em constante transformação no Brasil e em outras partes do mundo.

Teremos apenas 10 exemplares disponíveis para venda. Chegue cedo!

Rua Horácio Lane, 96 – Pinheiros.

Até lá! by @sobinfluencia
15
3 days ago
Download
“Queremos música rebelde, música de rua. Música que quebre o medo que as pessoas têm umas das outras. Música de crise. Música agora. Música que sabe quem é o verdadeiro inimigo. Ame a música, odeie o racismo.”

Nos escombros do pós-guerra britânico, enquanto o império ruía e novas ondas migratórias transformavam o tecido social do país, a extrema-direita encontrava combustível para reorganizar seu discurso racista e nacionalista. Dos motinsii de Notting Hill em 1958 ao crescimento da National Front nas décadas seguintes, a retórica do “Keep Britain White” ecoava nas ruas, explorando o medo, a precarização e o uuuressentimento social.h

A resposta que veio a seguir, não foi apenas da esquerda institucional ou dos panfletos partidários, mas também da juventude mobilizada em organizações que tinham na música um campo de batalha.

Nos anos 1950, a Stars Campaign for Interracial Friendship reuniu artistas do jazz e do folk em defesa da convivência interracial. No final dos anos 1970, quando a crise econômica e o avanço da National Front ameaçavam ganhar as ruas, o Rock Against Racism transformou palcos em trincheiras culturais. Bandas como The Clash, Steel Pulse, The Ruts, X-Ray Spex colocaram milhares de jovens lado a lado para afirmar uma cultura insurgente e antifascista. Já no século XXI, diante da nova extrema-direita e do British National Party, o Love Music Hate Racism retomou essa tradição com nomes como Billy Bragg, Asian Dub Foundation e diversos coletivos da cena grime e hip-hop.

Ao revelar a íntima relação entre crise social e ascensão neofascista – e mostrar como a música pode se tornar arma estratégica na batalha contra o racismo – Babilônia em chamas traça uma história vibrante e urgente da resistência que incendiou a Babilônia britânica.

Acesse sobinfluencia.com e saiba mais! by @sobinfluencia
8
4 days ago
Download
“O receituário do ciclo de extremização inclui algoritmos de recomendação automática de conteúdo similar cada vez mais específico, eliminando aquilo que é contraditório e confirmando vieses pessoais. São fornecidas narrativas plausíveis, com aparente coerência interna e baseadas em seletividade factual dentro do viés de confirmação da pessoa. Aquilo que houver de inconsistente ou que contradiga as explicações é ignorado, filtrado como uma informação a ser descartada.

O uso de toda essa escumalha para destruir a política e a capacidade humana de contribuir ativamente na resolução dos problemas coletivos resulta num conceito de Informação em estágio avançado de lixificação. Ainda mais se a intenção não é resolver problemas, mas tirar proveito deles.”

Em A triste história da informação: a nova bomba atômica e o lixo da indigência artificial, Silvio Rhatto parte de uma constatação radical: a informação tornou-se uma tecnologia de guerra e destruição. Sob a promessa de produzir inteligência, sistemas e máquinas produzem, na verdade, indigência. 

A Indigência Artificial é uma condição que nos aproxima dos limites do “Infopocalipse” — o momento em que a informação já não amplia as possibilidades da vida, mas passa a administrar e restringir futuros. Silvio investiga o que foi, o que é e o que ainda pode vir a ser a informação. Percorrendo as origens, transformações e destinos do conceito, revela suas relações históricas com diferentes formas de controle — biológico, individual, social e maquínico — e procura decifrar o “código” que opera por trás delas. 

A triste história da informação é, nesse sentido, tanto uma genealogia crítica quanto uma tentativa de abrir espaço para aquilo que a própria informação ameaça tornar impossível: outros futuros.

Acesse sobinfluenciaedicoes.substack.com para ler o texto e sobinfluencia.com para saber mais sobre o livro. by @sobinfluencia
1
5 days ago
Download
Em Babilônia em Chamas, sua obra mais conhecida, Blackman mergulha na história subterrânea da música britânica para revelar os encontros entre juventude, racismo e antifascismo ao longo de mais de seis décadas. by @sobinfluencia
2
5 days ago
Download
Hoje, 6 de outubro, receberemos em nosso espaço a estreia do episódio 13 da série Dez Andares, gravado com Rick Blackman durante sua passagem pelo Brasil, em agosto, para o lançamento de Babilônia em Chamas.

Dez Andares é uma série criada e dirigida pelo documentarista e fotógrafo Shinji Shiozaki. A cada episódio, Shinji entrega uma câmera analógica aos seus convidados e as gravações se dão durante o registro de dez fotografias. Observações, dinâmicas e tensões urbanas são o pano de fundo. Os espaços se apresentam como lugares a serem vividos e não apenas percorridos ou atravessados. Os episódios convidam à presença e reflexões sobre o que os olhos enxergam, o que as pessoas compartilham e como experienciam os espaços—e em recorte— a própria vida. Em dez imagens e DezAndares.

Além da exibição do episódio, teremos uma conversa com Shinji e com Murilo Romão, skatista e articulador a partir do coletivo Flanantes.

Às 19 horas, de graça, em nosso espaço.

Galeria Metrópole – Av. São Luís, 187, Sala 12, Piso 1 – República. by @sobinfluencia
3
6 days ago
Download
LANÇAMENTO – A triste história da informação, de Silvio Rhatto

Em A triste história da informação: a nova bomba atômica e o lixo da indigência artificial, Silvio Rhatto parte de uma constatação radical: a informação tornou-se uma tecnologia de guerra e destruição. Sob a promessa de produzir inteligência, sistemas e máquinas produzem, na verdade, indigência. 

A Indigência Artificial é uma condição que nos aproxima dos limites do “Infopocalipse” — o momento em que a informação já não amplia as possibilidades da vida, mas passa a administrar e restringir futuros. Silvio investiga o que foi, o que é e o que ainda pode vir a ser a informação. Percorrendo as origens, transformações e destinos do conceito, revela suas relações históricas com diferentes formas de controle — biológico, individual, social e maquínico — e procura decifrar o “código” que opera por trás delas. 

A triste história da informação é, nesse sentido, tanto uma genealogia crítica quanto uma tentativa de abrir espaço para aquilo que a própria informação ameaça tornar impossível: outros futuros.

O livro já está disponível em nosso site e em nossa loja física!

Saiba mais em sobinfluencia.com by @sobinfluencia
12
7 days ago
Download
LANÇAMENTO | Anna Bella Geiger: a imaginação é um ato de liberdade

Neste sábado, 3 de outubro, a 2ª Jornada de Estudos O Espaço Delas recebe Gabriela De Laurentiis (FAU-USP) para uma conferência e o lançamento de seu livro Anna Bella Geiger: a imaginação é um ato de liberdade.

O encontro encerra a programação da Jornada e acontece às 10h, na Sabiá Livros.

Sábado, 3/10 | 10h
Conferência e lançamento do livro Anna Bella Geiger: a imaginação é um ato de liberdade
Dra. Gabriela De Laurentiis
📍 Sabiá Livros

Do espaço expositivo à publicação, a programação aproxima pesquisa, produção artística e reflexão crítica sobre a presença das mulheres na arte. Esperamos vocês! by @sobinfluencia
1
9 days ago
Download
×

Download all media on this page

Photos Videos
back to up