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Celebrando o anúncio do Slipknot como primeiro headliner da próxima do The Town, o festival promoveu, na última segunda-feira, 28, uma ação inédita no Kartódromo de Interlagos, em São Paulo. A iniciativa integrou uma ativação global da banda em celebração ao anúncio de sua nova turnê mundial (sic)est Stadium Tour e foi realizada em apenas outras duas cidades no mundo: Londres e Los Angeles.

O icônico símbolo “S” do Slipknot ganhou uma versão gigante e, ao anoitecer, foi tomado por labaredas de fogo diante de fãs que se reuniram para celebrar a chegada do grupo ao festival. Eloy Casagrande, baterista brasileiro do Slipknot, surpreendeu os convidados, assumiu a bateria diante do símbolo em chamas e fez a apresentação de um solo repleto de potência e energia para celebrar, ao lado dos fãs, a chegada do grupo ao The Town.

Tocando bateria em frente ao símbolo da banda, Eloy Casagrande, baterista do Slipknot, participou do momento que marcou oficialmente a chegada do Slipknot à cidade que será palco do show do grupo no The Town 2027. O baterista aproveitou o momento para convocar os fãs para o show no The Town: “Os fãs podem esperar algo que nunca viram até então. A gente está numa preparação agora de materiais novos e a gente vai vir com uma turnê muito completa, palco novo, novas músicas. É algo que até eu que estou participando da criação disso tudo, estou assustado com a dimensão do projeto. Os fãs podem esperar um espetáculo único, que talvez eles nunca tenham visto até então. Quero ver todo mundo no The Town no dia 4 de setembro!”, disse Eloy.

O Slipknot se apresenta no The Town no dia 04 de setembro de 2027, no Palco Skyline, em um show que será o único no Brasil e também a única apresentação da banda em um festival durante sua turnê mundial.

Fotos: Divulgação The Town/ @diegopadilha by @soundrevista
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17 days ago
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A corrida oficial do Iron Maiden acontece na noite deste sábado, 10 de outubro, no centro da cidade de São Paulo. 

Milhares de fãs se reuniram para participar do evento que promove o show da banda britânica no Brasil. by @soundrevista
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6 days ago
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Tom Morello foi um dos destaques da 10a edição do festival Best of Blues and Rock, se apresentando na sexta-feira (2) e no domingo (4). Mostrando um repertório cheio de homenagens, o guitarrista conquistou o público em um show de celebração ao rock. Os destaqaues foram as músicas "Like a Stone", do Audioslave, em homenagem ao ex-vocalista Chris Cornell (1964 - 2017), "Cochise", também do Audioslave, com Gary Cherone, do Extreme nos vocais e "Power to The People" do John Lennon, com participações de todos os integrantes do Extreme e o guitarrista Steve Vai.

Na coletiva de imprensa, ao responder uma pergunte feita pelo jornalista Igor Miranda (@igormirandasite) , Tom Morello disse que acompanhava o Extreme – inclusive indo a shows – na adolescência e até confessou que tentou trazer Gary Cherone para cantar em sua banda - que virou o Rage Against The Machine. Também recebeu elogios do guitarrista Nuno Bettencourt, que também em resposta ao Igor Miranda disse: "É engraçado porque ouvi Rage Against The Machine pela primeira vez, gostamos tanto que os odiamos. Tom é por vezes injustiçado, já que enfrenta críticas pelo uso predominante de efeitos por gente que nem sabe o quanto ele toca bem independentemente dos pedais usados".

Ainda na coletiva, Morello afirmou sobre Bettencourt : "Ele tem sido uma grande influência. Combinar música funky com música pesada e depois musicalidade com abandono são coisas que têm estado envolvidas nesta banda e penso na forma como Nuno toca desde o muito começo".

@bestofbluesandrock @streetofmetal @tommorello 

#tommorello #bestofbluesandrock #show #extreme #rageagainstthemachine by @soundrevista
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3 years ago
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O clássico de Halloween ganhou uma nova dose de absurdo nas mãos de Sheldon Mashugana, personagem cômico interpretado pelo artista Dean Morgan. Lançada em 18 de setembro de 2026, a versão de “Monster Mash”, sucesso de Bobby Pickett em 1962, preserva o espírito brincalhão da original e encaixa o nome Mashugana no refrão, aproximando a canção da personalidade exagerada do personagem. Gravada no estúdio Justin Pierce Music, em Dallas, a faixa usa uma base instrumental de karaokê em vez de músicos ao vivo — uma escolha que combina com a proposta descompromissada do projeto. O resultado não tenta competir com a gravação histórica nem reinventar o arranjo: a graça está em assumir o caráter de homenagem e brincar com uma música que já faz parte do repertório tradicional da temporada.
Por trás de Sheldon Mashugana está Dean Morgan, artista de Dallas que também construiu uma trajetória na comédia pastelão, com 18 filmes publicados no YouTube. Seu trabalho com o produtor Justin Pierce sustenta essa identidade voltada ao entretenimento leve, sem grandes pretensões além de arrancar risadas e oferecer uma pausa das preocupações cotidianas. Morgan conta que encontrou alguma dificuldade inicial para acertar o ritmo da canção, mas acabou descobrindo uma abordagem vocal que funcionava para sua interpretação. A escolha de “Monster Mash” faz sentido dentro desse universo: a música já carrega humor, teatralidade e nostalgia suficientes para servir de combustível ao personagem. Com aparições televisivas previstas em Santa Fe durante outubro e novembro, Sheldon segue levando sua comédia para além da internet — agora, com um clássico de Halloween pronto para entrar na brincadeira by @soundrevista
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33 minutes ago
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Uma das franquias mais populares da história dos videogames está de volta às telonas. Street Fighter, nova adaptação cinematográfica baseada na série de jogos da Capcom, em parceria com a Paramount Pictures e Legendary Pictures, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 15, com a promessa de transportar para o cinema os golpes especiais, os personagens icônicos e a atmosfera dos fliperamas dos anos 1990. 

O novo Street Fighter chega superando a reputação das adaptações anteriores e demonstra que uma franquia construída em torno de combates rápidos pode sustentar uma aventura cinematográfica. O filme oferece personagens conhecidos, referências para os fãs de games e de música e uma proposta visual que não esconde suas raízes nos fliperamas. 
Embora o enredo nem sempre seja acompanhado por uma história igualmente consistente, sem muito equilíbrio entre os personagens e os conflitos apresentados, Street Fighter apostou sua força justamente no exagero e, para quem cresceu jogando os títulos da Capcom, a produção pode valer principalmente pelas caracterizações, pelos golpes especiais e pelas inúmeras referências ao material original. by @soundrevista
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19 hours ago
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O Nightwish anunciou nesta quinta-feira (15) a saída da vocalista Floor Jansen, que integrava a banda finlandesa de metal sinfônico desde 2012. 

Em comunicado, o grupo afirmou que a decisão foi tomada em comum acordo e representa o encerramento de uma importante etapa para ambos. 

Durante sua passagem, Floor participou de três álbuns de estúdio: 'Endless Forms Most Beautiful' (2015), 'Human. :II: Nature.' (2020) e 'Yesterwynde' (2024).

Apesar da saída da cantora, o Nightwish confirmou que seguirá em atividade e pretende entrar em estúdio em 2027 para gravar um novo álbum. 

Floor, por sua vez, concentrará seus esforços na carreira solo, incluindo o lançamento de 'Hytress', seu próximo disco, previsto para 2027, além de uma turnê. 

Em sua declaração, a vocalista reconheceu que a decisão foi difícil, mas demonstrou otimismo em relação ao futuro musical. 

"Os finais criam novos começos e, embora tenha sido uma decisão difícil de tomar, acredito que tenho uma brilhante jornada musical pela frente.

Convido vocês a me acompanharem nesta jornada, assim como estiveram comigo em todos os grandes anos anteriores. Agradeço o apoio que me deram ao longo das montanhas-russas da vida. Minha carreira solo agora receberá toda a minha atenção", disse Floor. by @soundrevista
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a day ago
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Robert Allen, à frente do projeto DownTown Mystic, volta ao rock de raiz americano com “Maybe Love’s A Crime”, single lançado em 9 de outubro que troca o impulso mais estradeiro de Mystic Highway Road Trip por um balanço solto, guiado pelo blues e pelo piano. A faixa tem aquele tipo de construção que dispensa excessos: guitarras de timbre vintage, bateria e baixo com um shuffle envolvente e teclados que dão movimento à composição. O piano de Jeff Levine ganha espaço sem sufocar os demais instrumentos, enquanto a interpretação de Allen acompanha uma história de amor atravessada pela dúvida, entre a vontade de permanecer e o risco de sair ferido. A sonoridade remete à tradição de Tom Petty e Bruce Springsteen, mas o mérito está na maneira como o grupo evita fazer da nostalgia uma simples imitação.

A gravação conta com o baterista Steve Holley, conhecido por seu trabalho com Paul McCartney e Elton John, e o baixista Paul Page, que sugeriu o ritmo inspirado no estilo de Dion. A base foi registrada em uma única tomada, escolha que ajuda a preservar o balanço natural da execução; por cima dela, Levine entrega uma participação especialmente marcante. O resultado tem a espontaneidade de uma banda tocando junta, sem perder o cuidado com a melodia e os arranjos. Com mais de 250 músicas incluídas em séries e filmes, DownTown Mystic já conhece bem o potencial de composições que funcionam além de uma época ou tendência. Em “Maybe Love’s A Crime”, Allen mantém essa tradição viva com um rock caloroso, feito de boas interpretações e de um refrão que encontra espaço para ficar na cabeça sem precisar forçar a barra. by @soundrevista
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2 days ago
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O Savagegroup não está interessado em suavizar o impacto: “An Angel Had to Go Home” chega carregada de drama, arranjos orquestrais grandiosos e uma abordagem que resgata o lado mais teatral do metal melódico dos anos 1990. A faixa combina execução técnica com coros operísticos e uma voz infantil recorrente, elemento que acentua o peso trágico da narrativa. O resultado caminha entre a grandiosidade do heavy metal e uma tensão quase cinematográfica, sem abrir mão da agressividade que sustenta a composição. Em vez de apostar na velocidade como único recurso, o trio bávaro trabalha com contrastes e camadas, construindo uma música que pede atenção aos detalhes — e volume alto para que cada elemento ocupe seu espaço.

A história do Savagegroup também foge ao roteiro habitual das bandas de metal. Formado a partir de uma amizade de longa data, o projeto nasceu em 2018, quando Thomas assumiu várias funções instrumentais e acabou ficando também com os vocais, depois de não encontrar um cantor para o álbum Wall of Fear. Ao lado do guitarrista Daniel e do baixista Tommy, ele desenvolveu uma sonoridade marcada por bases pesadas e coros monumentais, mantendo o grupo como um projeto de estúdio por escolha própria. “An Angel Had to Go Home” antecipa Fallen Angel, previsto para 2027, e deixa clara a intenção de trabalhar o metal como uma experiência construída minuciosamente, longe da obrigação de funcionar em cima de um palco. Para o Savagegroup, o espetáculo acontece na própria gravação: dramático, elaborado e feito para quem gosta de ouvir cada detalhe entre uma pancada e outra. by @soundrevista
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3 days ago
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A música do SeeD parece vir de um lugar fora do tempo. Com integrantes baseados na Holanda e na Irlanda, o grupo constrói seu repertório a partir do folk acústico, de referências mitológicas e de mundos fantásticos como os de O Senhor dos Anéis e O Cristal Encantado. Sem depender de instrumentos elétricos, a banda usa vozes e arranjos acústicos para alternar entre passagens melancólicas, momentos de maior intensidade e melodias que remetem à tradição oral. “Wyld Things”, single previsto para 11 de outubro de 2026, reúne essas características em uma faixa que apresenta bem a identidade do projeto e deve dar nome ao próximo álbum.

O lançamento chega enquanto o SeeD prepara seu primeiro disco desde Fae, de 2022, trabalho que marcou a estreia da formação com cinco integrantes. Gravado na Holanda e masterizado na Irlanda, o álbum anterior abriu caminho para a nova fase, que já teve outro capítulo em maio deste ano, com o single “Bloem”. O próximo disco está previsto para 2027, mas “Wyld Things” funciona como uma amostra do caminho escolhido pelo grupo: em vez de seguir fórmulas do folk contemporâneo, o SeeD prefere criar uma sonoridade própria, guiada por imagens fantásticas e pela expressividade de instrumentos acústicos e vozes. É uma proposta que encontra sua personalidade justamente na distância das convenções do rock e do pop. by @soundrevista
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3 days ago
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Em ‘Go Where I Please’, o South Swell Syndicate faz da mistura de reggae e surf rock um convite para desacelerar sem desligar do mundo. O álbum de estreia passeia por sonoridades ligadas ao litoral californiano, com melodias leves e letras que procuram enxergar o lado positivo da vida sem abandonar a reflexão. Formado em 2024, o coletivo reúne músicos ligados a Tribal Seeds, Long Beach Dub Allstars e Rebelution, combinação que ajuda a explicar a naturalidade com que transita entre diferentes vertentes da música praiana. Em vez de perseguir grandes rupturas, o disco encontra seu caminho no balanço, no clima ensolarado e na sensação de liberdade que atravessa sua proposta.

Por trás do projeto estão Mick Attardo, Lewis Richards e a equipe do estúdio 17th Street Recording, responsáveis por reunir músicos de diferentes trajetórias em torno de uma identidade comum. Essa origem coletiva dá ao álbum um caráter menos preso à ideia de banda tradicional e mais interessado no encontro entre estilos, gerações e experiências. Go Where I Please funciona especialmente bem como trilha para viagens de carro, tardes à beira-mar ou qualquer momento em que a música possa acompanhar o ritmo do dia sem disputar atenção com ele. O South Swell Syndicate não tenta reinventar o reggae californiano; prefere trabalhar com seus elementos mais convidativos e encontrar neles espaço para uma estreia coesa, descontraída e guiada por uma mensagem positiva. by @soundrevista
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3 days ago
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“It Sucks Getting Old” parte de uma frase cotidiana para tocar em um dos aspectos mais difíceis da passagem do tempo. Escrita por ERICKOSCAR para seu sogro, Joe, de 77 anos, a canção nasceu durante um período marcado pelo luto após a perda da esposa para o câncer e de amigos próximos. Apesar do título direto, a música está longe de tratar o envelhecimento apenas com amargura. ERICKOSCAR olha para as perdas que chegam com os anos, mas encontra um ponto de equilíbrio ao lembrar que as experiências compartilhadas continuam tendo valor. A composição funciona justamente por não tentar suavizar demais o assunto: existe tristeza, existe cansaço, mas também existe a percepção de que as lembranças podem ser uma maneira de manter por perto aquilo que já não está.

A relação de ERICKOSCAR com a música começou ainda na infância, influenciada pelo pai, que também era cantor e o apresentou às baladas e canções de amor. Há mais de 35 anos, ele toca violão em uma banda de louvor e afirma ter escrito mais de 1.200 músicas ao longo desse período. Mais recentemente, passou a utilizar ferramentas de produção musical para criar e finalizar seus próprios trabalhos, assumindo também o papel de produtor. Em “It Sucks Getting Old”, essa trajetória aparece menos como demonstração técnica e mais como experiência acumulada: ERICKOSCAR usa uma canção simples e pessoal para falar sobre envelhecer, perder pessoas queridas e encontrar algum sentido naquilo que permanece. No fim, a faixa deixa uma ideia bastante humana — talvez não seja possível impedir o tempo, mas ainda podemos decidir o que fazer com as histórias que ele deixa para trás. by @soundrevista
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3 days ago
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Em Midnight Masquerade, o duo australiano Segana troca qualquer preocupação com leveza por uma estética noturna, sintética e deliberadamente provocadora. Derrick Attwood, sob o nome Blair Djuna, e Josh Paltoo constroem um álbum que parece feito para tocar quando a cidade já diminuiu o ritmo, mas a cabeça continua acelerada. Os sintetizadores têm presença física, os vocais caminham com segurança e a produção alterna impulso e tensão sem abandonar o formato pop. “Earth to Mercury” abre o disco com energia, enquanto “Swingin Sixties” adiciona um certo deboche ao percurso; mais adiante, “How Could They Know” desacelera para trabalhar o suspense, e “Dancing in the Rain”, “You’re the One” e “Cherry Crush” ampliam o repertório emocional. Há uma clara preocupação em criar um cenário próprio, mas o disco funciona melhor quando deixa as músicas respirarem dentro dele, sem depender apenas do conceito visual.

A segunda metade encontra outros tons para essa madrugada imaginária. “Feels Like Heaven”, “To Be a Believer” e “Believe” oferecem momentos de maior abertura, antes de “Midnight Masquerade” assumir o papel de peça central com seu caráter cinematográfico. O resultado é um álbum que conversa naturalmente com alt-pop, dark pop, synth-pop e indie eletrônico, mas não parece interessado em escolher apenas uma dessas gavetas. Formado por músicos que se conheceram durante os estudos de composição na JMC Academy, em Sydney, e que ganharam projeção com “Forget You”, em 2018, o Segana usa aqui uma sonoridade mais encorpada para falar de desejo, disfarces, impulsos e das verdades que aparecem quando ninguém mais está olhando. Midnight Masquerade não tenta ser um disco de manhã ensolarada — e talvez seu maior acerto seja entender exatamente o tipo de noite para a qual foi feito. by @soundrevista
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8 days ago
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