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O SUA CORRIDA representa a multiplicidade de caminhos da corrida. Qual trajeto você quer percorrer? Não importa o desafio, conte com a gente!
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Pessoal, o treinador @andreiachcar do @corridaperfeita falou com o Sua Corrida e deu algumas dicas importantes para quem vai estrear nos 21.1K e nos 42.2K na @spcitymarathonoficial!Dá uma olhada! Ele fala primeiro dos cuidados para a meia-maratona e depois fala da maratona. by @suacorrida
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11 hours ago
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A Nike SP City Marathon 2026 tem 32.357 inscritos e será no dia 26 de julho. Cerca de 24 mil disputarão o 21.1K, equivalente a 75% dos inscritos, e mais de 8 mil correrão o 42.2K, que representa 25% da prova.As duas distâncias largam na Praça Charles Miller e seguem por um novo trecho inicial. Os corredores não passam mais pelo Minhocão: descem pelos dois lados da Avenida Pacaembu e continuam pela Rua Norma Pieruccini Giannotti e Avenida Rudge antes de entrar no Centro.Depois de passar por República, Ipiranga, São João e Sé, o percurso chega à Avenida 23 de Maio. Entre os km 10 e 12,5 está cerca de 80% do ganho de elevação da prova. Depois do Ibirapuera, o 21.1K segue para a chegada no Jockey Club. O 42.2K continua pela Ponte Cidade Universitária, Praça Panamericana, região do Villa-Lobos e USP, com uma segunda metade mais plana. Entre os participantes do 21.1K, 45% são mulheres e 55% homens. No 42.2K, são 21% de mulheres e 79% de homens. Mais da metade dos corredores vem de fora da capital, e a prova reúne atletas de 32 países. Ao todo, o percurso atravessa 18 bairros de São Paulo. by @suacorrida
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a day ago
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Jacob Kiplimo voltará à Maratona de Chicago para defender o título. O ugandense foi confirmado na elite da edição de 2026, marcada para 11 de outubro.Kiplimo venceu Chicago em 2025 com 2h02min23s, segunda melhor marca da história da prova. Em abril, correu 2h00min28s em Londres, recorde de Uganda e terceira melhor marca da história da maratona.Seu recorde pessoal é sete segundos mais rápido que o recorde do percurso de Chicago, os 2h00min35s de Kelvin Kiptum. A lista anunciada reúne seis homens que já correram abaixo de 2h04.START LIST MASCULINOJacob Kiplimo (UGA) — 2h00min28sAmos Kipruto (KEN) — 2h01min39sMilkesa Mengesha (ETH) — 2h03min17sTadese Takele Bikila (ETH) — 2h03min23sDaniel Mateiko (KEN) — 2h03min44sAsrar Hiyrden (ETH) — 2h03min59sCharles Hicks (USA) — 2h04min35sAlex Masai (KEN) — 2h04min37sSuguru Osako (JPN) — 2h04min55sMohamed Reda El Aaraby (MOR) — 2h05min18sClayton Young (USA) — 2h05min41sVincent Mauri (USA) — 2h05min54sYemane Haileselassie (ERI) — 2h06min06sGalen Rupp (USA) — 2h06min07sAkira Akasaki (JPN) — 2h06min15sBoki Diriba (ETH) — 2h06min26sHendrik Pfeiffer (GER) — 2h06min34sAbbabiya Simbassa (USA) — 2h06min53sTsegay Weldibanos (ERI) — 2h07min35sHaftu Knight (USA) — 2h07min38sPatrick Tiernan (AUS) — 2h07min45sKiyoshi Koga (JPN) — 2h07min46sCJ Albertson (USA) — 2h08min17sDaniel Mesfun (USA) — 2h08min24sAlex Maier (USA) — 2h08min33sMurphy Smith (USA) — 2h08min58sZach Panning (USA) — 2h09min16sJorge Castelblanco (PAN) — 2h09min24sThomas Nobbs (CAN) — 2h09min25sNadeel Wildschutt (RSA) — 2h09min40sJorge Luis Cruz (MEX) — 2h09min43sReed Fischer (USA) — 2h09min47sJacob Thomson (USA) — 2h09min51sRyan Johnson (USA) — 2h10min20sTesfu Tewelde (ERI) — 2h10min21sThomas Fafard (CAN) — 2h10min29sChris Maxon (USA) — 2h10min55sBenjamin Flanagan (CAN) — 2h15min39sBrian Kibor (KEN) — estreiaTomoki Ota (JPN) — estreiaKieran Tuntivate (THA) — estreiaAdriaan Wildschutt (RSA) — estreia by @suacorrida
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2 days ago
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9 ouros, 12 medalhas olímpicas e 22 recordes mundiais oficiais. Esses são os principais números da carreira de Paavo Nurmi, corredor finlandês que dominou as provas de meio-fundo e fundo durante a década de 1920.Nascido em Turku, na Finlândia, em 1897, Nurmi competia em distâncias que iam dos 1.500 aos 20.000 metros. Participou de três edições dos Jogos Olímpicos e conquistou medalha em todas as 12 provas que disputou.Em Antuérpia 1920, ganhou três ouros — nos 10.000 metros, no cross-country individual e por equipes — e ficou com a prata nos 5.000 metros.Seu desempenho mais expressivo aconteceu em Paris 1924. Em apenas seis dias, Nurmi disputou sete corridas, considerando eliminatórias e finais, venceu todas e conquistou cinco medalhas de ouro:• 1.500 metros• 5.000 metros• Cross-country individual• Cross-country por equipes• 3.000 metros por equipesNos Jogos de Amsterdã 1928, completou sua coleção com o ouro nos 10.000 metros e duas pratas, nos 5.000 metros e nos 3.000 metros com obstáculos. O total olímpico terminou em nove ouros e três pratas.Nurmi também estabeleceu 22 recordes mundiais oficiais, sendo 20 individuais e dois no revezamento 4 x 1.500 metros. Algumas de suas principais marcas foram:• 1.500 m: 3min52s6• Milha: 4min10s4• 3.000 m: 8min20s4• 5.000 m: 14min28s2• 10.000 m: 30min06s2• 20.000 m: 1h04min38s4Em junho de 1924, Nurmi quebrou os recordes mundiais dos 1.500 e dos 5.000 metros no mesmo evento, com apenas 45 minutos entre as duas provas. Em determinado momento da carreira, também foi simultaneamente recordista mundial da milha, dos 5.000 e dos 10.000 metros.O finlandês utilizava cronômetro nos treinos e nas competições para controlar cada volta e manter o ritmo planejado. Sua última corrida aconteceu em 1934. Em 1952, já aposentado, foi escolhido para entrar no Estádio Olímpico de Helsinque e acender a pira dos Jogos. by @suacorrida
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4 days ago
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O método norueguês não é um treino único nem uma fórmula mágica. É uma forma de organizar a semana: muito volume leve, sessões fortes bem controladas e recuperação suficiente para repetir bons treinos.O modelo ganhou fama na Noruega com treinadores que passaram a medir o lactato no sangue, um indicador de quanto o esforço está pesando para o corpo. Atletas como Jakob Ingebrigtsen — corredor norueguês campeão olímpico e mundial em provas de pista — ajudaram a popularizar a ideia.Mas o que é “limiar”?É um esforço forte e sustentável, próximo do ponto em que a fadiga começa a aumentar rapidamente. Na prática, você respira pesado, fala apenas frases curtas e precisa se concentrar, mas ainda mantém o ritmo sem sprintar e sem terminar destruído. Em uma escala de esforço de 0 a 10, costuma ficar perto de 6 ou 7.O ritmo muda de pessoa para pessoa. Para muitos corredores, fica próximo do ritmo que conseguiriam sustentar por cerca de 40 a 60 minutos. Calor, cansaço e percurso alteram esse pace.Exemplo simples:15 a 20 minutos de aquecimento leve6 x 6 minutos em ritmo de limiar1 minuto de trote leve entre as repetições10 a 15 minutos leves para terminarOutras opções são 5 x 8 minutos ou 3 x 10 minutos. O principal é terminar sentindo que ainda seria possível fazer mais uma repetição. Se o ritmo cai muito, a respiração sai do controle ou o último bloco vira uma prova, a intensidade passou do ponto.Para amadores, uma ou duas sessões fortes por semana já costumam bastar. O restante deve incluir rodagens leves, descanso e um longão.Na preparação para a maratona, o método pode ajudar a sustentar ritmos fortes, mas não substitui o treino específico. O corredor ainda precisa de longões, blocos no ritmo de maratona, hidratação e consumo de carboidrato.E o duplo limiar? É fazer dois treinos de limiar no mesmo dia. Trata-se de um recurso de atletas avançados, com alto volume, acompanhamento e grande capacidade de recuperação. Não é o ponto de partida para a maioria.O que vale copiar não é a quantidade de treinos da elite, mas a lógica: correr leve de verdade, controlar os dias fortes e treinar com constância. by @suacorrida
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6 days ago
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Treine o corpo. Mas treine também a mente. É ela que te faz ir mais longe. by @suacorrida
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7 days ago
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Nos últimos meses, contamos histórias que mostram como a SP City Marathon pode ser muito mais do que uma prova. Em cada chegada, existe uma razão diferente para correr: superação, amor, recomeço, gratidão, saúde, liberdade e memória.Junior transformou a centésima maratona em um desafio ainda maior. Para celebrar a marca, decidiu correr 100 km na SP City e levou para o percurso uma história construída em muitos anos, quilômetros e provas.Lucas Moraes recebeu o diagnóstico de um tumor no cérebro e comparou aquele momento ao km 38 de uma maratona: duro, mentalmente pesado, mas ainda possível de atravessar. Um ano depois, estava correndo a SP City.Fabiana encontrou na corrida uma forma de agradecer pela vida. Como a prova acontece perto do seu aniversário, a SP City virou uma celebração anual, uma maneira de marcar o tempo correndo e recomeçando.Sara fez da chegada da SP City um dos momentos mais marcantes da vida. Depois de cruzar a linha, foi surpreendida por um pedido de casamento preparado com a ajuda de amigos.Patrícia encarou problemas de saúde e encontrou na corrida uma forma de recuperação física e mental. Para ela, terminar a SP City foi mais do que completar uma distância: foi sentir que ainda havia força para seguir.Rino já correu duas vezes a SP City e conhece bem os próprios limites. Aos 21,1 km, encontrou uma distância possível, honesta e prazerosa, sem precisar transformar a corrida em cobrança.Juliane Maria Tavares não mede sua história pelo pace. Para ela, correr é o momento em que se sente realmente livre, uma forma de estar no mundo com mais leveza, presença e sentido.Acesse o Sua Corrida e leia as histórias completas. by @suacorrida
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7 days ago
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Josh Kerr é o novo recordista mundial da milha. O britânico venceu a prova da Diamond League de Londres neste sábado (18) com o tempo de 3min42s66.A marca representa velocidade média de aproximadamente 26 km/h e pace de 2min18s por quilômetro. Kerr percorreu cada trecho de 400 metros em uma média equivalente a 55s34.A milha corresponde a 1.609,34 metros — quatro voltas completas em uma pista oficial de atletismo mais 9,34 metros.Kerr contou com dois pacemakers no início da prova. As passagens foram de 54s75 nos 400 metros e 1min50s63 nos 800 metros. Após a saída do último marcador de ritmo, a cerca de 600 metros da chegada, o britânico assumiu a frente, abriu vantagem sobre Yared Nuguse e passou pelos 1.200 metros em 2min46s39.O tempo superou em 47 centésimos o recorde de 3min43s13 estabelecido pelo marroquino Hicham El Guerrouj em 1999. A marca permanecia intocada havia 27 anos. Kerr também se tornou o primeiro homem da história a completar uma milha abaixo de 3min43s. by @suacorrida
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8 days ago
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Não importa onde.Não importa o pace. Não importa como.Apenas corra. by @suacorrida
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8 days ago
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As World Marathon Majors já têm praticamente todo o calendário de 2027 definido. A temporada começa em 7 de março, com a Maratona de Tóquio, e segue até 7 de novembro, com a Maratona de Nova York.Uma das principais novidades será a Maratona de Londres, marcada para 24 e 25 de abril. Pela primeira vez, a prova será realizada em dois dias, como parte de um projeto de expansão que permitirá a participação de um número maior de corredores.Outra mudança importante será a estreia da Cape Town Marathon como integrante oficial do circuito. A prova sul-africana será disputada em 23 de maio e se tornará a oitava World Marathon Major, levando o grupo pela primeira vez ao continente africano.Calendário das Majors em 2027:7 de março — Tóquio19 de abril — Boston24 e 25 de abril — Londres23 de maio — Cape Town29 de agosto — Sydney26 de setembro — Berlim10 de outubro — Chicago7 de novembro — Nova YorkA Maratona de Shanghai continua no processo de avaliação para se tornar a nona integrante do circuito. A prova ainda não deve ser incluída como Major confirmada no calendário, já que sua aprovação definitiva e sua data oficial para 2027 ainda dependem do cumprimento dos critérios estabelecidos pela Abbott World Marathon Majors.A tradicional Six Star Medal continuará destinada a quem completar as seis provas originais: Tóquio, Boston, Londres, Berlim, Chicago e Nova York. Com a expansão do circuito, a organização também trabalha com a futura Nine Star Medal, que incluiria Sydney, Cape Town e Shanghai, caso a prova chinesa seja oficialmente aprovada. by @suacorrida
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10 days ago
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Quer correr bem a maratona? Então precisa aprender a sustentar o ritmo dela.O treino em ritmo de maratona é uma sessão específica feita próximo ao pace planejado para os 42,195 km. Ele não deve ser confundido com tiro, treino de limiar ou tentativa de recorde. O objetivo é ensinar o corpo a manter uma intensidade estável com menor desperdício de energia, boa técnica e controle de esforço.Na maratona, não basta atingir um ritmo quando você está descansado. É preciso conseguir preservá-lo depois de muitos quilômetros, quando a fadiga começa a alterar a passada, a postura, a frequência cardíaca e a percepção de esforço. Essa capacidade de manter o desempenho ao longo do tempo é conhecida como durabilidade.Por isso, o treino em ritmo de prova desenvolve mais do que velocidade. Ele melhora a percepção de pace, a confiança, o controle da largada, a resistência muscular e a capacidade de executar a estratégia mesmo cansado.Uma progressão possível seria:Início da preparação: 4 a 6 blocos de 5 minutos no ritmo de maratona, com 2 minutos de trote leve.Fase intermediária: 3 blocos de 3 km ou 2 blocos de 5 km, com recuperação curta e leve.Fase específica: 8 a 16 km contínuos no ritmo planejado ou um longão com os quilômetros finais próximos ao ritmo da prova.Esses exemplos não são receitas universais. O volume específico deve respeitar o nível do corredor, o histórico de treinamento, a quilometragem semanal e a capacidade de recuperação.O ritmo também precisa ser realista. Ele deve ser definido com base no condicionamento atual, em provas recentes, na resposta aos longões, no percurso e no clima — não apenas no tempo que o atleta gostaria de alcançar.Outra função importante desse treino é testar a estratégia da prova. Tênis, café da manhã, géis, carboidratos, hidratação e horários devem ser praticados em condições parecidas com as da maratona.O treino foi bem executado quando o ritmo permanece estável, a técnica não se deteriora de forma importante e o atleta termina cansado, mas ainda no controle.Treinar no ritmo da maratona não é correr forte o tempo todo.É aprender a correr certo por muito tempo. by @suacorrida
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12 days ago
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Kipchoge termina em 12º na Maratona de Porto AlegreEliud Kipchoge completou a NB 42K Porto Alegre neste domingo (12) na 12ª colocação, com o tempo de 2h18min39s e ritmo médio de aproximadamente 3min17s/km. O bicampeão olímpico passou a meia maratona em 1h05min07s, ainda projetando uma chegada próxima de 2h10, mas perdeu ritmo de forma progressiva na segunda metade da prova. A vitória ficou com o marroquino Zineddine Ouria, que cruzou a linha de chegada em 2h08min49s, quase dez minutos antes de Kipchoge. O melhor brasileiro foi Fábio de Jesus Correia, sexto colocado em sua estreia nos 42,195 km, com 2h10min43s. Na disputa feminina, o Marrocos também ficou com o título. Kaoutar Kahhaz venceu em 2h32min58s, à frente da etíope Sadiya Awel Shure e da australiana Tara Melissa Palm. A participação marcou o retorno de Kipchoge ao Brasil dez anos depois da conquista do ouro olímpico na maratona da Rio 2016. Porto Alegre foi a segunda etapa do projeto Eliud’s Running World, no qual o queniano pretende correr uma maratona em cada continente e arrecadar recursos para sua fundação. by @suacorrida
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14 days ago
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