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2001
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✶ perfumes, incensos, banhos de ervas, encantamentos ✶ produção artesanal ✶ desde 2008 ✶ feito no brasil 🏳️‍🌈 ✶
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O ano começou e janeiro, que pensava que seria imenso, caminha para seu fim. E já engendrei 3 novos projetos, entre eles a 1ª curadoria de 2026, “Veredas”, que celebra os 70 anos do lançamento de um dos livros mais importantes da literatura brasileira: “Grande Sertão: Veredas”, do escritor, diplomata e médico mineiro João Guimarães Rosa (1908-1967), que faleceu dias após tomar posse na Academia Brasileira de Letras. Publicada em 1956, a obra é considerada um marco do romance modernista brasileiro, reinventando a prosa no país com o sertão mineiro, que é, quiçá, o personagem principal do livro. Em tempo: o historiador e jornalista capixaba Leonencio Nossa lança (com previsão para março) uma esperada e extensa biografia de Rosa baseada em documentos inéditos.
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A abertura da exposição será dia 26 de março, na @galeria.dezoito, e reúne 20 artistas de 4 regiões do Brasil, sendo 10 mulheres e 10 homens. A coletiva dá continuidade ao meu projeto de realizar exposições que unam artes visuais e literatura (vide a que fiz em 2020 no MIS/SP homenageando os 90 anos do nascimento de Hilda Hilst; e as mais recentes, em 2025, celebrando o centenário de duas obras fundamentais da literatura: “Mrs. Dalloway”, da inglesa Virginia Woolf; e “O Processo”, do tcheco Franz Kafka).
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No carrossel de imagens, os rastros dos dias e noites aqui e acolá, em casa com @rafa_ziani, Bento e Chica; na Feira do Bixiga (que não ia há quase dez anos); em uma visita e reunião com o querido @paulo_yuzo, diretor do @arquivohistoricomunicipalsp; de um Kant a outro cozinhando, lendo, escrevendo e cada vez mais em total harmonia/sintonia com Bento e Chica.
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Só depois dos 50 anos consegui compreender o que a Hilda me dizia sempre: “Ju, você só deve confiar plenamente nos animais, principalmente nos cachorros”. Lembro que quando morava com ela no começo da década de 1990 na Casa do Sol, em um período de “vacas magras”, ela me disse: “Ju, os próximos meses serão difíceis; em qualquer situação nós podemos passar fome, os cachorros nunca”. HH já apontava uma das direções, dos rumos da nossa vida. Das nossas [in]finitas veredas.
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@obbra.objetobrasileiro reúne marcas autorais em pop-up no Espaço Parador.

A Obbra reúne marcas autorais e exclusivas em uma pop-up store no @parador.renata, no centro de São Paulo. A iniciativa, que acontece de 21 a 26 de outubro, apresenta peças de design, joalheria, arte e bem-estar, produzidas de forma artesanal e sustentável por 19 marcas independentes. A curadoria é assinada por @fabioandreoni, reforçando o compromisso da plataforma com o incentivo ao design nacional fora do circuito dominante.

Entre as marcas estão: @ceramicaecia, @f.studioarquitetura, @konsepta_design, @macico.estudio, @abellafolha, @_studiobara, @ocaobjeto, @miguelcroce, @alexandre.kissajikian, @mira.designsp, @nuggo___,@lucianocostaestudio, @lapoltronastudio, @bete.said, @aazzeeddoo, @espacocaboco, @samuelstudio.co, @terralnatural, @1folha e @fevereiro.co. 

Uma das marcas em destaque é @samuelstudio.co, uma joalheria contemporânea fundada por @gabrielarocin, que propõe uma leitura singular sobre o cotidiano. A marca combina técnicas tradicionais de ourivesaria e lapidação com materiais inusitados — de bolinhas de gude a gemas preciosas — explorando o diálogo entre arte, objeto e experimentação.

“Estar no centro de São Paulo é estar no coração da inovação, onde as ideias circulam e se transformam. Essa experiência é sobre conexão, expressão e pertencimento à cena criativa que move a cidade”, afirma a designer. Para Gabriela, participar da pop-up é uma oportunidade de ampliar o alcance da joalheria autoral e criar um dialogo com o público em um ambiente de troca criativa. 

A mostra funcionará de terça-feira a quinta-feira, das 9h às 17h e, sexta-feira, das 9h às 21h. Localizada na Rua Araújo, 216, no Centro de São Paulo.
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