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Finalistas do Prêmio Jabuti ✨ Três livros da Patuá nessa reta final do prêmio.

Estamos muito felizes em celebrar esse reconhecimento e, principalmente, a força e a diversidade da literatura publicada pela Patuá.

• Lavra Mareia, de Camila Paoletti @camilapaoletti — Escritor Estreante – Poesia

• O silêncio é a música mais antiga do mundo, de Kalu Coelho @kalucoelho_oficial — Escritor Estreante – Poesia

• Sutura, de Roberta Barbosa @_betab — Escritor Estreante – Romance

Parabéns aos nossos finalistas! 💛 Que alegria ver essas obras alcançando novos leitores e chegando tão longe.

Estamos na torcida! 

#editorapatuá #PrêmioJabuti2026 #Patuá #LiteraturaBrasileira #PrêmioJabuti
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se você gosta da Clarice Lispector ou Hilda Hilst, talvez essa seja a indicação perfeita para você… 

um livro delicado e visceral sobre amor, perda, dor e a difícil tarefa de continuar. 

Sutura me mostrou que as leituras não precisam de grandes acontecimentos para nos atravessar. mas apenas de contextos que nos façam olhar para dentro com mais cuidado… 

se ficou interessada em realizar essa leitura, a própria autora @___betab está vendendo exemplares 🫶🏽

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📖 SUTURA • Roberta Barbosa • Editora Patuá.

🎨 Roberta, Beta B, é inteira arte. 
Da pintura corporal com argila às palavras. 
Do pirógrafo às linhas, em tudo ela põe vida. 

O que você tem a dizer, quando tudo o que restou foi o silêncio?

"Não foi Clarice que se queimou por conta da guimba de cigarro e disse que nunca berrou tanto na vida? Se eu não estou no nível de sua literatura, que eu esteja dos seus berros. Doer, expressar dor, também é diálogo." 

Uma narrativa pulsante, latente no sentir e em ser. Descrevo essa leitura, facilmente, como a flor que segue viva na rachadura do concreto. 

Em uma narrativa íntima e intimista, conhecemos um momento de silêncio da autora, um silêncio ensurdecedor onde era preciso nomear, colocar em palavras, gritar ao mundo. Mas, por uma sutura (aliás, duas vezes suturada), um repouso forçado, uma língua reconstruída, era necessário silêncio. 

Enquanto o corpo físico repousa, Beta dá voz à alma, às lembranças, ao que foi e ao que não foi. Traz as delicadezas,  as dores, os sonhos, uma vida contada de forma poética, que nos encontra no âmago, que se encaixa conosco no sentimento, na ausência.

Roberta encontrou o exato momento em que, mesmo parecendo não ser possível expressar em palavras, trouxe uma obra inteira, completa, cheia de singelezas em sua intensidade. Transparecendo o ser, no dia a dia, na insônia e na escrita, nas recordações e na força. 

A narrativa transborda. 

Conhecemos também Cecília, e toda sua beleza pelos olhos de Beta. Cecília que também trouxe vida à narrativa, intensidade em viver e na liberdade de ir.

A escrita de Roberta é fluida, breve (somente) em páginas, extensa em sentir, com a construção de sua estrutura sólida. Entrega um texto belíssimo que nos faz mergulhar no que foi dito e no que ficou nas entrelinhas, nas entre-falas. 

Achei a leitura tão íntima, tão bonita, uma visitação à própria vida. 

Coragem, memórias, amor, insônia, uma sutura, suor, cubos de gelo, outra sutura, repouso, comida líquida, lembranças, reconstrução, sonhos. 

E para Cecília, depois dessa intensa narrativa, eu gostaria de dizer:
Vai, você é livre, pode ir. 

Recomendo muito a leitura!📚

E aí, vamos conversar?
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