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Publisher e sócia da @editoraoficinar.
Ativista do livro e da leitura 📚
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II Jornada da Especialização em Literatura Infantil e Juvenil da UFRJ 

No dia 5 de novembro, a Especialização em Literatura Infantil e Juvenil da UFRJ promove a II Jornada e como parte da programação teremos uma mesa-redonda para discutir as relações entre literatura, censura, escola e formação de leitores.

Com o tema “Quando a literatura é perigosa: censura, escola e letramento literário”, o professor Diego Domingues (CP II) propõe uma reflexão sobre os momentos em que a literatura é considerada “perigosa” e sobre os desafios que a censura pode representar para o trabalho com a leitura literária na escola.

A ilustradora e professora da UFRJ Graça Lima apresenta “Assim é se lhe parece: a capacidade de distorção de uma narrativa imagética em obras artísticas, em especial para crianças e jovens”, convidando-nos a pensar sobre como aquilo que vemos é atravessado por nossos valores, experiências e repertórios.

Já Raquel Menezes, da Editora Oficinar, traz a provocação “Quem decide o que crianças e jovens podem ler?”, colocando em debate os diferentes agentes e instâncias que participam das escolhas, mediações e restrições relacionadas à literatura destinada às infâncias e juventudes.

Será uma oportunidade para reunir diferentes perspectivas: da escola, da universidade, da ilustração e do mercado editorial, em torno de uma questão fundamental: quem escolhe o que chega aos leitores e quais são os limites e possibilidades dessa escolha? 

Faça a sua inscrição. Esperamos vocês!

II Jornada da Especialização em Literatura Infantil e Juvenil 

Data: 05 novembro 2026
Horário: manhã e tarde
Local: Faculdade de Letras - UFRJ

Inscrições: Qrcode ou através do link nos stories.

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Confira os melhores momentos do projeto Vozes na 6ª edição do Oficinar de Portas Abertas! 

O encontro conduzido pela sócia e editora da Oficinar, Raquel Menezes (@_bacante) compartilhou os bastidores do mercado editorial, além de evidenciar os diversos caminhos que existem antes e depois do lançamento de um livro. Afinal, como pontuou Raquel, “o livro é só o começo”.

As participantes também tiveram a oportunidade de escutar a experiência de autores com livros publicados pela Oficinar, como Ana Victoria Almeida (@vicbalmeida), autora de “Me abrace antes da queda”, e Luiz Henrique Dourado (@luizhdourado), autor de “O Cheiro Azedo da Grama”.

Existem muitos caminhos, estratégias e ferramentas para colocar uma obra no mundo e, nesse percurso, contar com uma rede de conexões e pessoas aliadas faz toda a diferença. Algo que as escritoras do Vozes tiram de letra, graças às trocas, parcerias e conexões construídas umas com as outras ao longo dessa jornada literária.

Obrigada por abrir as portas, @editoraoficinar! 

Vozes nas Quebradas: Mulheres que Escrevem é um projeto de formação de escritoras, idealizado e realizado pelo Instituto Odeon com patrocínio da Google, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e em parceria com a Academia Brasileira de Letras e a Prefeitura do Rio e a Secretaria Municipal de Cultura.

#mulheresnaliteratura #literaturabrasileira #escrevivencias
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📚 A Oficinar está na Bienal do Livro de São Paulo!

Nesta edição, celebramos a presença de Conceição Evaristo (@conceicaoevaristooficial ), Erika Neves (@erikalendo ), Clarice Campos (@claricecampos.oficial ), Raquel Menezes (@_bacante ), Renato Noguera (@noguera_oficial ) e Felipe Brandão (@elfelipebrandao ) na programação da Bienal.

Autores que fazem parte do nosso catálogo e que chegam a São Paulo levando histórias, pensamentos e diferentes formas de olhar para o mundo.

E se você estiver por lá, aproveite para passar no estande da Martins Fontes e encontrar os livros da Oficinar. 💜

Prestigie nossos autores, conheça nosso catálogo e, claro, escolha sua próxima leitura!

#oficinarnabienalsp #bienalsp #oficinar
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A curadoria da curadoria — parte 8. 

Para fechar esta série de recomendações, duas mesas para mulheres (e para quem mais quiser ouvir).

Porque falar sobre as experiências das mulheres também é falar sobre literatura, afetos, liberdade, expectativas e sobre as muitas formas de ocupar o mundo.
07/09 - 19h30 - Mulheres sem filtro

Marcela Ceribelli, Cíntia Chagas e Ryane Leão colocam na mesa aquilo que nem sempre cabe nas expectativas: amor, desejo, sucesso, solidão, liberdade, vulnerabilidade e as contradições da vida adulta. Uma conversa sobre escolhas, julgamentos e o direito de construir a própria vida sem precisar caber em um modelo pronto.

11/09 - 20h - Frescor e fúria: mulheres que reinventam a literatura brasileira 🌪️

Carla Madeira, Aline Bei e Giovana Madalosso se encontram para conversar sobre a força e a renovação da literatura escrita por mulheres no Brasil. Relações familiares, memória, desejo, violência, pertencimento e liberdade entram em uma conversa sobre histórias que estão no centro da ficção brasileira.

Duas mesas diferentes, mas com uma provocação em comum: o que acontece quando as mulheres deixam de tentar caber nas expectativas e passam a contar suas próprias histórias?

E assim termina a minha curadoria da curadoria. Boa Bienal para todos!
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