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actor, performer, dancer, choreographer, producer, fênix na alegria guerreira
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aniversários uzyna uzona 🎈

hoje, 19 de outubro de 2026, o dia é todinho dele que possui uma trajetória muito bem fundada na nossa cia, Andreolli, ator, diretor e pesquisador cênico na encruzilhada de linguagens antropofágica.
celebramos muito a sua existência, desejamos amor, prosperidade, axé, caminhos abertos e sempre a nossa amizade. viva Andreolli!

#teatrooficinaémuitagente
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Durante el último año había albergado una curiosidad morbosa por conocer Brasil, pues me parece que el trabajo de sus artistas es lo más revelante que está pasando en las artes escénicas en el mundo. Un arte con fuerza, con un universo propio no dependiente de los cánones europeos ni de los gastada modernidad, con un compromiso por la investigación en escena y por el análisis crítico y constante de los propios mecanismos de la representación, así como con una alegría y un goce poco vistas en el desabrido y “soca fofo” panorama de las artes vivas de Europa y Norteamérica.

Para mí ha sido una bendición haber conocido una pequeña parte de esta tierra gracias a poder traer mi obra, y no tengo la capacidad para aceptar todo el amor que el público aquí le dio a mi trabajo, así como la desmedida hospitalidad latinoamericana con la que las personas y amigos nos han tratado, paseado, enseñado y compartido.

Me entristece pensar que nuestras ciudades, São Paulo y Ciudad de México son tan parecidas en lo que se respecta a su urbanismo racista y clasista, con un plan urbano que parece diseñado para que los pobres sufran y no tengan otro destino que el trabajo. Al mismo tiempo, me siento asombrado por la diferencia que existe en la propia valoración cultural que tiene Brasil de sus expresiones musicales, dancisticas, de fiesta, sin necesitar de la aprobación del museo y de la blanquitud, lo que en ciudad de México nos sigue pesando. Y que a pesar de lo estratificado de la Ciudad,sentía (al menos a primera vista) un modo de vivir la ciudad más democrático y diverso que en la ciudad en donde vengo.

Me enamoré muchas veces. Y pude cruzar con personas y amigos que admiro y quiero. Estoy emocionado por los proyectos que podemos crear desde aquello que nos une y nos difiere. Me abrazo al gótico tropical que nos rodea y a las violentas herida con las que negociamos.

Muchas gracias a Julia Gomes @juliacult que confio en nuestro trabajo desde el principio y a su maravilloso equipo técnico que hizo posible esta presentaciones así como a @sescsantos y a @secsp que nos incluyeron en su Mirada. De parte de todo @pornotrafico, no podemos esperar para volver a Brasil.

Obrigado 🇧🇷
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El tiempo vuela fugaz y de esto ya van dos meses. En julio se estrenó el tercer capítulo de Cadela Força, y con ello, la trilogía completa en @festivaldavignon , culminando este viaje intenso e indescriptible al que me uní hace tres años y que lo cambió todo visceralmente. Obrigada por mais uma aventura @bianchicarolina . Registros calurosos y emociones muchas ❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥
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Uma Luz Cordial - Capítulo lll Trilogia Cadela Força 
Estreamos no @festivaldavignon , acabamos de completar nossas 5 sessões,  obrigado obrigado a cada pessoa abismo amor profundo que compõe essa Grande Viagem, nossa pequena arena de extremos. Apertem os cintos que agora vem Trilogia Completa, 10 horas de teatro de @bianchicarolina , la estaremos, de olhos fechados, pedindo contato.
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A escritora e seus múltiplos vêm vos dizer adeus. 
Tentou na palavra o extremo-tudo
E esboçou-se santa, prostituta e corifeu. A infância 
Foi velada: obscura na teia da poesia e da loucura. 
A juventude apenas uma lauda de lascívia, de frêmito 
Tempo-Nada na página.
Depois, transgressora metalescente de percursos 
Colou-se à compaixão, abismos e à sua própria sombra. 
Poupem-no do desperdício de explicar o ato de brincar. 
A dádiva de antes (a obra) excedeu-se no luxo. 
O Caderno Rosa é apenas resíduo de um “Potlatch”. 
E hoje, “Sinto-me livre para fracassar”.

Hilda Hilst

Hoje estreia o capítulo final da Trilogia Cadela Força, UMA LUZ CORDIAL , no Festival D’Avignon!!!!!!!! Que bonito fechar esse ciclo aqui onde nós abrimos em 2023. 
🌹🩸🖤

Concept, text, direction and set :Carolina Bianchi
(The text contains an excerpt of the book “O Caderno Rosa de Lori Lamby”, by Hilda Hilst)
With Rodrigo Andreolli, Larissa Ballarotti, Carolina Mendonça, Danielli Mendes, Lucas Delfino, Joana Ferraz, Flow Kountouriotis, Fernanda Libman, Amanda Lyra, Carolina Bianchi
Dramaturgy and research partner: Carolina Mendonça
Technical direction, sound design and music : Miguel Caldas
Assistant artistic director: Murillo Basso
Scenography, costumes and graphic design : Luisa Callegari
Lighting design Jo Rios
Video and screenings Montserrat Fonseca Llach
Inflatable Luisa Callegari, Carlos Delfino
Translation for subtitles Marina Matheus (English), Thomas Resendes (French)
Text revision Larissa Ballarotti
Internship Thomas Médioni
Stage manager, production assistant AnaCris Medina
Production direction, tour management and communication Carla Estefan
International relations, production and distribution Metro Gestão Cultural (Brazil)

Production @metro.gestaocultural, Carolina Bianchi Y Cara de Cavalo
Coproduction @kvsbrussels  @theaterutrecht  @festivaldavignon  @theatreodeon  @festivaldautomne  @comediedegeneve  @labienalle  @wienerfestwochen @hollandfestival  @thcelestinslyon  @boskakomedia  @hauberlin  @grecfestivalbcn  @teatrenacional,  @kunstenfestivaldesarts and @maillonth

Foto Simon Gosselin @simon_gosselin__ 

OBRIGADA. INFINITAMENTE, OBRIGADA .
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O Longa-metragem Documentário "Tietê: Águas Verdadeiras" terá a sua estreia oficial na 15ª Mostra Ecofalante (@mostraecofalante), em São Paulo, um dos festivais mais relevantes para a cinematografia socioambiental da América do Sul.
A primeira exibição ocorre no dia 4 de junho, quinta-feira, às 15h, na Reserva Cultural, Av. Paulista. Após a exibição, será realizado um debate em formato de fórum junto ao público presente, tendo como abertura a fala da deputada estadual Monica Seixas (PSOL), do Movimento Pretas, com a temática “Como Regenerar o rio Tietê” e participação confirmada de lideranças de várias organizações e movimentos. 
As outras duas exibições serão realizadas nos dias 7 e 10 de junho (domingo e quarta-feira), ambas no Centro Cultural de São Paulo, Rua Vergueiro, às 15h. 
Todas as entradas são gratuitas. Retirada de ingressos nos locais de exibição, 1 hora antes da sessão.
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Produção Itapeti Filmes.
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Equipe Técnica
Rodrigo Campos 
Geraldo Campos 
Denilson Nakajima 
Diego Banzatto 
Denise Szabo 
Alandson Silva 
Adriano Lourijola 
Alex Salti 
Orlando Junior 
Felipe Mafra 
Mayara Silva 
Diana Torres 
Felipe Paixão 
Rebeca Crespo 
Marcelo Cosme
Guilherme Silva
Lethicia Galo
Gustavo Cardoso
Vitor Gonçalves
Vitor Meloni
Guil Valente
Rico Ribeiro
André Pereira
Alexandre Campos
Heitor Herruso
Kleber Caldeira
Silas Machado
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Entrevistados e Artistas Performances
Victor Kinjo
Zé Macumba
Danilo Faria
Waleska Firmino
Michael Meyson
Eduardo Colombo
Isadora Faro
Elisete Nunes
Nilce Cardoso
Regiane Aparecida
Sarah Key
Thiago Ferreira
Carla Pozo
Beatriz Pozo
Mayza Ellô
Antonio Batista (Seu Lolo)
Lucila Martins
Prof. Alexandre Hilsdorf
Josi Moraes
Debora Mello
Prof. Eliseu Piacentin
Paulo Sérgio dos Santos
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Patrocínio e Apoio Cultutal
Cultura Mogi.
Grupo SIMPAR.
Colégio Santa Mônica.
Dr. Sandro Muniz.
EMBU S.A. Engenharia e Comércio.
Instituto EMBU.
Lokar Audiovisual.
Restaurante Suzano Grill. 
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Projeto Financiado pela Prefeitura de Mogi das Cruzes por meio da Lei no 6.959/14 (Lei de Incentivo à Cultura) - Projeto Aprovado n° 651/2022.
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Sinto que o tempo daqui até julho voa, e julho é esse momento de estreia e também de finalizar o processo de criação da trilogia que começou a mais de cem anos. Foi ficando cada vez mais nítido que organizar essas partes de encaixe não harmônico,  nesse formato de três capítulos a longo prazo não è bolinho, não tem nada a ver com temáticas, produção , e sim uma possibilidade que encontramos para dar tempo e espaço de pensamento e forma para um desespero e uma excitação, um acúmulo, uma amizade, o conhecimento, um problema literário e sexual. O capítulo derradeiro se chama Uma Luz Cordial e sua linguagem é uma infância literária. Esse capítulo surge como caderno, esse lugar de rasura, de residuo, de ensaio, para uma viagem (sem volta) no coração da escritura. Nos próximos dias compartilharei as informações de cada parte dessa trilogia CADELA FORÇA ( título  que não, não se traduz de jeito nenhum, tampouco se explica) como uma espécie de contagem regressiva :) então começo do fim: 
TRILOGIA CADELA FORÇA - capítulo III UMA LUZ CORDIAL
The piece is a disproportional combination of drafts, notebooks, notes, waste, words from the dead, a book of the brazilian writer Hilda Hilst about a notebook, sadistic poems of Emily Dickinson, sexual disorganisation, and a writer that insists on desapear. The  accumulation explicitly reveals the violence of a process of writing, and writing as an encounter with the enigma and expression of one’s own sexuality.  Boa sorte. 
Premiere: 04 of July @festivaldavignon 🌹
Production and co producers here on the comments ❤️
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