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El Cicloturismo es mucho más que el destino final: ¡ Se trata de las experiencias vividas en el camino! i gracias mamá! Cada día entiendo más tus..🍃
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O pré carnaval de Ouro Preto....Aaah...parecia que eu respirava o Brasil inteiro, todos os sambas, MPBs,fantasias de carnaval, tudo estampado pela cidade num só fôlego tudo estava dentro de mim também
Eu cheguei fim de tarde,e já no dia seguinte que saio pra conhecer a cidade me vem tudo diante de meus olhos
Todos alegres animados felizes sorrindo gargalhando... uma energia inexplicável, eu nunca vi nada parecido em toda a minha vida..
Então é isso que é Carnaval?
Onde ele se escondeu por tanto tempo de mim?
Todos os prédios e casas decorados, fantasias bonecos, varias e varias lojinhas dentro dos casarões antigos a vender fantasias de carnaval, uma mais diferente que a outra, fantasias criativas, vitages, relembrando o carnaval clássico nada daquela mesmisse de 25 de março que eu via em sp
Sp ja estava longe demais e agora e eu não queria voltar nunca mais
Meu coração tinha encontrado seu lugar
Um lugar quente, de sol, com muitos sorrisos, muitas cores, um sotaque gostoso, um carinho uma gentileza e acolhimento, o cheiro da comida mineira, e aquele samba, aquelas marchinhas de carnaval...isso era Carnaval de verdade...
Foi como se fosse a primeira vez a encontrá-lo
E eu acho que realmente foi...
Talvez eu possa dividir minha vida em 2 partes...A antes do carnaval de Ouro Preto e a depois
Ele mudou meu ser
Pois toda a elegria, luz, cores que carregava no meu peito e não sabia onde colocar...eu encontrei lá..
Tudo isso misturado com o início da primeira cicloviagem sozinha pra me preparar pra cicloviagem da Ásia...
Realmente foi um divisor de ALMA!!!!
Não cabia dentro de mim o amor que eu sentia, e cada detalhe me fascinava muito, cada fantasia jogada pela rua,cada preparativo, nas ruas eu passava e tentava descobrir de onde saia o som que eu escutava, e não havia de procurar muito, logo mais na frente uma casa cheia com várias pessoas treinando para as marchinhas de carnaval que nos aguardavam daqui 2 dias...meu coração pulava de ansiedade e dançava junto sem parar com a vizinhança que fazia plateia na rua de frente pra porta dos casarões musicais...
E nessas conheci o Flávinho,
Continua nos comentários...
#ciclismo #estradareal #cicloviagem #ouropreto #carnaval
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Sobre finitude, brevidade e urgência!

Tufo! 
O corretor sempre corrige. 
Escrevo Tufo e ele escreve TuDo. 
Vai ver é porque é isso mesmo. 
Um Tudinho de pêlos 

Eu não sei como ele sobreviveu tanto tempo sozinho em casa. 
Tufo chegou em outubro 2012 com 4 meses. 
Naquela época, eu trabalhava 10 horas por dia, todos os dias. Saia por volta das 7h. Retornava pra lá das 18h.
Uma aposentadoria veio em 2018.
Passei a estar na parte da manhã em casa.
A outra em 2023. E, finamente, tive o dia inteiro com ele. 
Mas no final de 2023, sai para viajar por um, dois meses. Fiquei um ano inteiro viajando sem ele. 
Ele teve o carinho de uma amiga minha por 4 meses, depois outra amiga e seu esposo por mais 4 meses, depois novamente o restante com minha amiga que ele adora ficar na casa. 

Ser viajante neste formato que tenho, impediu levá-lo comigo. Era uma viagem por montanhas, parques nacionais pela América do Sul. Altitude de até 5000 msnm por meses. Neve. Ele já com 12 anos, preferi deixá-lo. 

Ultimamente, não o deixo mais. Estou fazendo escolhas onde eu possa levá-lo junto. 

A gente sabe muito bem o tempo pequeno que eles têm com a gente. Isso parece nos ensinar o tempo na sua forma mais implacável e inevitável: sua finitude. Brevidade. E urgência! Usar o tempo é uma escolha diária. Escolher com quem é prioridade. Deixar algumas coisas para ter outras, decisão. E nunca como algo que se perdeu. Mas como o que se ganhou. Porque escolher é isso. Ter um. E não o não ter o outro. 

Tufo tem tomado sustos quando algo ou alguém rela nele. Sinal de que audição e visão estão falhando. Mas sua demonstrações de alegria, continuam vivas! Tem mais sono. Mas chama para passear para ver se nega. 

Hoje levei ele para a praia. Corria. Trombava em galhos na areia. Recomeçava. Confiava no caminho, mesmo sem enxergar direito. No instinto da alegria, ia.

Isso é bonito. Ensina. E faz entender que o sono vem. Mas quando eu o chamo, ele vem e vai.

Coisa de amigo, né!

Ao invés de escrever um cartinha para ele num pós, escrevo hoje. E escrevo diariamente, chamando, passeando, fazendo escolhas no tempo em estar com ele. 

Amor é isso. 

Não. Não é só entre bichinhos e nós.

Contém metáforas!
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