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Falo de ódio, mas também falo de amor.
Multiartista independente ®
Belém | Amazônia
@mariapinheiroo🪁
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Este mapa é um dos produtos da minha dissertação de mestrado, desenvolvida na Ilha da Fortaleza, localizada na Reserva Extrativista Marinha Viriandeua, em São João de Pirabas (PA). Sua construção teve como base as entrevistas, os relatos e os conhecimentos compartilhados pelos moradores da comunidade ao longo da pesquisa.
A proposta foi transformar essas narrativas em uma representação visual do território, reunindo tantos seus aspectos naturais e turísticos, como também as memórias, histórias e relações que a comunidade construiu com a ilha ao longo do tempo.
O mapa foi desenvolvido em parceria com a ilustradora Potira, artista que admiro muito e que tem raízes em São João de Pirabas, conhece a Ilha da Fortaleza e mantém uma forte relação afetiva com esse território. Valeu @apotiraa e comunidade Ilha da Fortaleza ❤️
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D+ coisa porask esses tempos 🕊️📩✅🥳😭😴🦀🌳🪷
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Ainda estou atravessada pela emoção de viver esse momento. 
Fazer parte da exposição Carolinas, como artista Amazônida  convidada, criando uma obra  em homenagem a Carolina Maria de Jesus, foi uma das experiências mais significativas da minha trajetória. A abertura foi um encontro com Vera Eunice de Jesus  filha de Carolina, um espaço de afetos, histórias e resistência. Dividir esse espaço com artistas incríveis e ver o público se conectando com a obra foi inesquecível! 
Sou grata a todes que tiraram um tempo para se fazer presente na noite de abertura da exposição Carolinas muito Agradecida 🙏🏿 . 
Grata a Vânia Leal pela oportunidade. 
A exposição segue aberta a te dia 08/08/26.
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“Escrever a própria história também é um ato de resistência.”

Ainda emocionada com a abertura da exposição Carolinas, na  @caixaculturalbelem .

Fazer parte desta mostra, ao lado de tantas artistas negras amazônidas, é celebrar o legado de Carolina Maria de Jesus, mulher que transformou sua vivência em literatura e abriu caminhos para que nossas vozes também ocupassem espaços de arte, memória e transformação.

Tenho a honra de integrar esta edição como uma das sete Carolinas amazônidas, apresentando uma obra que nasce do meu território, da minha ancestralidade e da potência das mulheres negras da Amazônia.

A exposição, com curadoria de @vanialleal , reúne as artistas Beatriz Paiva, Glenda Beatriz, Itatiane Moraes, Júlia Margalho, Mina Ribeirinha, Potira e Paula Sampaio, reafirmando que nossas narrativas também constroem a história da arte brasileira.

A presença de Vera Eunice de Jesus, filha de Carolina Maria de Jesus, tornou esse encontro ainda mais simbólico, conectando gerações de mulheres negras que seguem escrevendo novos capítulos de resistência.

Se estiver em Belém, venha visitar a exposição.

📍 CAIXA Cultural Belém
🗓️ Até 08 de novembro de 2026
🎟️ Entrada gratuita.

Que Carolina continue nos inspirando a transformar memória em futuro e arte em permanência.

#Carolinas #CarolinaMariaDeJesus #CaixaCultural #MinaRibeirinha #ArteNegra ArteAmazonida MulheresNegrasGraffiti ArteContemporanea Amazônia Belém Ancestralidade LugarDeFala Resistência ArtePeriférica
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No dia 11/03 aconteceu a abertura da exposição “Sou mulher, sou corpo, da mesma forma, a chuva não está agradecida por ser pedra”, uma coletiva que reúne cinco mulheres artistas convidadas para representar e refletir sobre o mês internacional das mulheres.
A noite foi marcada por um bate-papo potente, cheio de trocas, escutas e partilhas sobre arte, corpo, território e vivências que atravessam nossas criações.
A exposição segue aberta para visitação até 11/04, na @nafigueredo 
Vão conhecer de perto os trabalhos e fortalecer a arte feita por mulheres ❤️
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Somos visuais: quando transformamos ideias em imagens, o aprendizado acontece de forma mais rápida, coletiva e assertiva.

Entre os dias 20 e 23 de janeiro estaremos no encontro “Diálogo de saberes de los Bagres migradores”, iniciativa da WCS (@wcsbrasil), UFPA e parceiros, realizando a facilitação gráfica do evento. Esse encontro é fundamental para garantir a participação ativa das comunidades e dos setores envolvidos, fortalecendo as cadeias produtivas dos Bagres migradores Amazônicos, a conservação dos ecossistemas e o reconhecimento da pesca artesanal como base de cultura, renda e território.

Os painéis visuais estão sendo desenvolvidos pelos(as) artistas visuais Potira (@apotiraa) e Rodrigo Leão (@rmsleao), registrando os diálogos, ideias e encaminhamentos construídos coletivamente.

#FacilitaçãoGráfica #MirranAgência #Bragesmigradores #PescaArtesanal #Amazônia
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