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Em celebração à memória de Juscelino Kubitschek, o Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais convida para o Recital de Violão com Celso Faria, um dos destacados intérpretes do violão brasileiro.

Nascido em Passos (MG), Celso Faria é bacharel em Música pela UFMG, especialista em Música Brasileira pela UEMG e mestre em Música – Performance Musical pela UFMG. Com trajetória marcada por premiações, concertos, gravações e primeiras audições, possui mais de 230 obras dedicadas, encomendadas, transcritas ou arranjadas especialmente para sua interpretação.

Para esta homenagem, o violonista apresenta um repertório que percorre diferentes momentos e expressões da música brasileira, reunindo obras de Heitor Villa-Lobos, Dilermando Reis, João Pernambuco, Américo Jacomino (Canhoto), Garoto, Laurindo Almeida, Luiz Bonfá e Radamés Gnattali, entre outros grandes compositores.

O programa inclui clássicos como Choros nº 1, Se ela perguntar, Abismo de rosas, Sons de carrilhões, Gente humilde, Braziliance, Concerto for guitar e Toccata em ritmo de samba nº 1.

Uma homenagem a JK por meio de uma das mais expressivas manifestações da cultura brasileira: a música.

📅 1º de setembro de 2026, às 19h
🎼 Recital de Violão – Celso Faria
🇧🇷 Em homenagem a Juscelino Kubitschek

Venha celebrar a memória de JK ao som do violão brasileiro.

Uma realização do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais – IHGMG.
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(✅DISPONÍVEL✅) Medalha comemorativa do sesquicentenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas, celebrado em 28 de janeiro de 1958.

— Preço: R$200,00 + frete.

“[…] — Goza o Brasil de paz e à paz se devota, sem problemas reivindicatórios quanto às suas dilatadas fronteiras, sem desinteligências de qualquer espécie com as Repúblicas irmãs e sem hesitações ou retrocessos em sua clara política de fraternidade americana e de cooperação internacional — afirmou ontem o Presidente da República, na solenidade realizada no Palácio das Laranjeiras, comemorativa do 150.º aniversário da abertura dos portos brasileiros ao comércio mundial.

Nessa recepção, a que compareceram todos os Ministros de Estado, chefes e membros dos gabinetes Civil e Militar da Presidência da República e os representantes diplomáticos estrangeiros, apresentaram êstes os cumprimentos de seus Governos ao Govêrno brasileiro pela passagem da data, tendo o núncio apostólico, dom Armando Lombardi, decano do Corpo Diplomático, falado em nome de seus colegas. […] O Chefe do Govêrno qualificou o decreto de abertura dos portos de ‘o ato mais importante da história econômica da Nação’.

‘A carta-régia de 28 de janeiro de 1808 — afirmou — dádiva previdente de um Rei esclarecido, inclui-se entre os diplomas que informam a maturidade nacional. Quem a encarasse como um ato de necessidade, retribuitivo da proteção e da aliança britânica, observaria apenas um dos seus aspectos, o aspecto contingente’. […].” (Diario Carioca; quarta-feira, 29 de janeiro de 1958, n.º 9.063, p. 12).

Anverso: no campo, os bustos de D. João VI e de Juscelino Kubitschek, ladeados, em ambos os lados, por dois botos-cinza; na parte inferior, sobre uma cartela horizontal, a inscrição: “150o ANIVERSÁRIO DA ABERTURA DOS PORTOS BRASILEIROS / 1958”.

Reverso: no campo, a estátua alegórica do Comércio, separando as datas “28 - 1 - 1808” e “28 - 1 - 1958”; ao fundo, composição portuária, com um veleiro de três mastros à esquerda e, à direita, um navio mercante moderno e um guindaste; na parte inferior, ondas estilizadas.

Bordo: “CASA DA MOEDA -RIO”.

Bronze, 50 mm, 72.82 g. Cunhagem: Casa da Moeda. Gravador: Benedito de Araújo Ribeiro.
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(VENDIDA) Medalha comemorativa da visita do presidente dos Estados Unidos, Dwight David Eisenhower, ao Brasil, realizada entre 23 e 26 de fevereiro de 1960.

“[…] No mês de fevereiro chegou o Presidente Dwight Eisenhower em avião especial, desembarcando em Brasília, onde o aguardava o Presidente Juscelino Kubitschek […], Ministros de Estado e demais autoridades civis e militares. Após as honras militares do estilo, dirigiram-se os Presidentes e comitiva para a cidade onde foi inaugurado o Monumento Comemorativo da visita que fazia ao Brasil o Presidente Eisenhower. Logo após, foi lançada a Pedra Fundamental da Embaixada americana na nova Capital. À noite, realizou-se no Palácio da Alvorada um jantar íntimo. No dia seguinte, pela manhã, embarcava o Presidente Eisenhower para o Rio de Janeiro. Aterrou o avião no aeroporto do Galeão […].

Do programa organizado, cumpre destacar as seguintes cerimônias: Visita ao Supremo Tribunal Federal, Sessão Solene do Congresso Nacional, Banquete no Itamaraty oferecido pelo Presidente da República e Senhora Juscelino Kubitschek […]. No dia seguinte partiu o Presidente Eisenhower para São Paulo onde foi cumprido intenso programa. À tarde dêsse mesmo dia regressava ao Rio de Janeiro para oferecer o jantar de retribuição ao Presidente da República […]. No dia 26 de fevereiro partiram o Presidente Eisenhower e comitiva com destino a Buenos Aires. […].” (Relatório do Ministério das Relações Exteriores [RJ]; 1960, n.º 1, p. 53-54 [71-72]).

Anverso: no campo, os bustos dos presidentes americano e brasileiro; na orla, a inscrição “PRES. DWIGHT D. EISENHOWER ★ PRES. JUSCELINO KUBITSCHEK”; entre os bustos, o monograma do gravador, “BR”.

Reverso: na parte superior, os brasões nacionais dos dois países; abaixo, sobre um painel estilizado, a inscrição “VISITA DO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DO NORTE AO BRASIL / 1960”.

Bordo: “CASA DA MOEDA -RIO BRONZE”.

Bronze, 50.5 mm, 46.86 g. Cunhagem: Casa da Moeda. Gravador: Benedito de Araújo Ribeiro.
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(VENDIDA) Medalha comemorativa da inauguração do Museu da República, sediado no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, em 15 de novembro de 1960.

“[…] RIO —
O sr. Juscelino Kubitschek, presidente da República, voltou, ontem à noite, ao Palácio do Catete, sua antiga residência e local de despachos presidenciais, para inaugurar o Museu da República, repositório de recordações históricas de 71 anos de regime republicano.

Três discursos foram pronunciados durante a solenidade, falando inicialmente o sr. Clóvis Salgado, ministro da Educação, o sr. Josué Montelo, primeiro-diretor do Museu, e por fim o sr. Juscelino Kubitschek, que não voltava àquele local desde o dia anterior a inauguração de Brasília, a nova capital da República. […].

Antes do sr. Juscelino Kubitschek falaram o sr. Clóvis Salgado, ministro da Educação, e em seguida, o escritor Josué Montelo, primeiro diretor do Museu da República que fêz um histórico sôbre a estruturação do mais novo museu do Estado da Guanabara.” (Diario Carioca; quarta-feira, 16 de novembro de 1960, n.º 9.935, p. 1, 11).

Anverso: ao centro, a fachada do Palácio do Catete; na orla, a legenda “INAUGURAÇÃO DO MUSEU DA REPÚBLICA”; no exergo, a data “15-11-1960”; à direita da fachada, junto ao bordo, a assinatura do gravador, “B.A.RIBEIRO”.

Reverso: ao centro, duas efígies justapostas, acompanhadas das inscrições “PROCLAMADOR DA REPÚBLICA” e “CRIADOR DO MUSEU”; na orla, a legenda “✿ MARECHAL • DEODORO • DA • FONSECA ★ PRESIDENTE • JUSCELINO • KUBITSCHEK • DE OLIVEIRA ✿ 15 • DE • NOVEMBRO • DE • 1960”.

Borda: “CASA DA MOEDA -RIO BRONZE”.

Bronze, 50 mm, 45.68 g. Cunhagem: Casa da Moeda. Gravador: Benedito de Araújo Ribeiro.
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