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uma bandinha de HC de Jacarepaguá.
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As Produtoras @ratonorio e @suburbio.producoes , apresentam:

FESTIVAL RATO NO SUBÚRBIO!

O MAIOR FESTIVAL UNDERGROUND QUE A ZONA OESTE JÁ VIU!!!!

DIA 22 DE NOVEMBRO - DOMINGO - ÀS 13:00.

SERÃO 2 PALCOS COM 12 BANDAS SE REVEZANDO SIMULTANEAMENTE. 

ATRAÇÕES:

DIRETAMENTE DAS QUEBRADAS DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO E FAZENDO SEU PRIMEIRO SHOW NA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO, O @sujera.zl VAI CHEGAR EM BANGU DE VOADORA!

JUNTO COM AS BANDAS:

• @caradeporcooficial

• @simetriazero

• @paviohc

• @imundoshc_oficial 

• @sangria_metal 

• @clivaoficial 

• @skornorj 

• @bandahale 

• @officialterrorstorm 

• @coletivo_insurgencia 

• @dopshc (MG)

ENTRADA GRATUITA !!!!

APOIO: 

• @aliancanegra 

• @headbangers_br 

• @heavydrink_official 

🎨 Flyer feito pelo brabo, @gc_artworkk .

📍Local: @bardochico_bangu - Rua Santa Cecília - 226 - Bangu.
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Formada em 2002, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, a Halé construiu sua trajetória dentro do hardcore carioca sem muita cerimônia: músicas curtas, rápidas, sarcásticas e carregadas de humor, misturando punk e hardcore com referências assumidamente cariocas — do samba à malandragem de nomes como Bezerra da Silva e Dicró.

A primeira demo, Músicas pra Quem Tem a Mãe na Zona, saiu em 2004. Em 2007 veio Lixo Extraordinário, disco que chegou a ganhar edição no Japão pelo selo Karasu Killer Records. Cinco anos depois, Mestre-Sala e Porta-Black Flag deixava explícita já no título a combinação pouco ortodoxa entre samba e hardcore que acompanhou a banda.

Em 2017, a Halé lançou seu terceiro álbum, Born to Take a Surra de Jabiroba: 14 músicas comprimidas em cerca de 19 minutos. A faixa-título, com menos de um minuto, ganhou este clipe no mesmo ano, levando para o vídeo o sarcasmo habitual do grupo sobre vida adulta, namoro, trabalho e contas.

Ao longo da trajetória, a Halé circulou pelo Sudeste e abriu shows no Rio para nomes como D.R.I. e Jello Biafra. Em 2018 veio a segunda parte de Born to Take a Surra de Jabiroba, mantendo a mistura de velocidade, irreverência e referências locais que virou marca da banda. Em 2021, o grupo ainda lançou o single Xô Coronga.
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