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CONHEÇA A TRAVESTI MAIS VELHA DO BRASIL!

🎨 ATELIÊ MUTHANTE 🧟 TRANSGERACIONAL 

✨Com Tiana Cardeal, Fefa Bastet e Dafny Bastet

O que memórias da ditadura podem dizem sobre a luta pela democracia hoje? Como redes entre pessoas trans mais velhas e pessoas LGBT+ mais jovens nos auxiliam na resistência à violência? 

O próximo Ateliê MUTHANTE reúne três pessoas para uma conversa sobre memória, criação artística, ancestralidade e as diferentes gerações de pessoas sexo e gênero dissidentes em Minas Gerais.

📅 29 de outubro de 2026, às 17h
💻 Virtual e gratuito!
⭐Link de inscrição na bio (leva 1 minuto)

🌟 Tiana Cardeal é travesti negra e ancestral viva da população travesti brasileira. Nascida em Guanhães (MG), em 16 de maio de 1933, construiu sua trajetória em Governador Valadares, onde vive há mais de cinco décadas. Reconhecida pela ANTRA como a travesti mais velha do Brasil, sua história integra a memória e o patrimônio vivo da população LGBTQIAPN+. É protagonista do curta-metragem “Meu Nome é Tiana”, produzido pela HBO Max.

🎬 Dafny Bastet é diretora, roteirista e sonidista, com trabalhos em ficção e documentário. Seu curta “Meu Nome é Tiana” foi exibido na HBO Max. Dafny integra o núcleo de pesquisa Observatório Criativo GV, no Vale do Rio Doce, e a House of Bastet, ligada à cultura Ballroom.

👑 Fefa Bastet é publicitário, produtor cultural em Governador Valadares e Príncipe da House of Bastet. Atua na cena Ballroom da cidade desde seus primeiros movimentos, em 2019, contribuindo para o fortalecimento dessa cultura. Também desenvolve trabalhos em produção cultural, comunicação e memória LGBTQIAPN+.

No encontro, Tiana conversará com o MUTHA sobre sua trajetória e o filme “Meu Nome é Tiana”, ao lado de Dafny, diretora da obra, e de  Fefa Bastet, que compartilhará reflexões sobre o papel da Ballroom na criação de comunidades transgeracionais.

💜 O que podemos aprender com as memórias de quem veio antes?

O Ateliê MUTHANTE é um espaço do Programa em Educação do MUTHA dedicado ao compartilhamento de experiências sobre processos criativos, metodologias artísticas, memórias e laboratórios de pesquisa transdisciplinares.

 #TianaCardeal #Ballroom #Memorialgbt Card quadrado com fotografia de Tiana Cardeal ao fundo. Tiana é uma travesti negra idosa, de cabelos escuros na altura do queixo, usando brincos grandes e um colar chamativo com pedras coloridas, além de uma blusa estampada com flores em cores vibrantes. Está com uma das mãos levantada junto à testa, em uma pose expressiva. Ao fundo, há plantas verdes e uma parede clara.

Na parte superior, o título “ATELIÊ MUTHANTE TRANSGERACIONAL” aparece em letras grandes, claras, com contorno escuro e efeito tridimensional. Ao redor do rosto estão os nomes “TIANA CARDEAL”, “FEFA BASTET” e “DAFNY BASTET”, distribuídos em duas colunas. Na parte inferior, lê-se a data e o horário: “29 DE OUTUBRO ÀS 17H”.
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Do carnaval pra cá, a vida me propôs pôr o pé na estrada. E eu, ruaceiro de primeira, apenas aceitei. 🚎

A vida é movimento, e é exatamente assim que vivo melhor com os meus e comigo mesmo.
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O Festival Internacional de Cinema de Alegre só se tornou possível quando essas pessoas se encontraram e se uniram. Na foto, algumas delas.

O Festival nasceu do apoio de patrocinadores, parceiros, gestores públicos, artistas, equipe técnica e, sobretudo, da própria cidade de Alegre, que o acolheu e o fez pulsar. Por trás desta edição, houve uma equipe dedicada em cada detalhe, pessoas que atuam há vários meses e outras que se somaram nas semanas finais, seja na técnica, na curadoria e programação dos filmes, na montagem do espaço, na comunicação, na logística, na limpeza e na produção, unidas pelo desejo de erguer esse Festival e a sua programação. 

Em nome da direção artística do Festival Internacional de Cinema de Alegre, agradecemos imensamente a esse grupo de pessoas e agentes culturais que nos possibilitam esse acontecimento. 

Lá atrás, quando sonhamos o Festival, nossa ideia sempre foi pensar em uma curadoria que propusesse filmes para além do entretenimento. Programamos ficção, documentário, animação e filmes experimentais, obras mais ritmadas e outras que propõem uma relação com o tempo.

Como não se emocionar ao ver aquelas três senhoras, sempre nas primeiras fileiras, assistindo à poesia visual e sonora de Daria’s Night Flowers (Flores Noturnas de Daria), de Maryam Tafakory, ao lado de outros filmes capixabas e brasileiros?

Essa era a nossa proposta, de romper com a ideia de acesso à arte no interior, ampliando horizontes e experiências. E sempre buscando a melhor qualidade de exibição em imagem e som dentro das nossas condições.

Que possamos nos encontrar novamente em 2027! 💛
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