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O Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades da UNICAMP busca desvendar os mecanismos fisiológicos que levam ao desenvolvimento da obesidade.
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🔬 Dois dias de ciência, troca de ideias e celebração da nossa história!

Nos dias 23 e 24 de setembro, o Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da Unicamp realizou o 1º Simpósio Interno de Farmacologia.

O evento reuniu estudantes e pesquisadores para compartilhar diferentes pesquisas desenvolvidas no PPG, conhecer novos trabalhos e fortalecer os vínculos entre quem faz ciência todos os dias.

A ocasião foi ainda mais especial porque, em 2026, o Departamento de Farmacologia da Unicamp completa 60 anos de história. 🎉

O simpósio contou com apresentações de mestrandos e doutorandos, premiação de menção honrosa para os trabalhos apresentados, patrocínio da Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental (SBFTE) e a participação da Escola de Inglês Newcastle, que sorteou uma bolsa de estudos entre os participantes.

O encontro mostrou que a ciência é feita de pessoas, conversas, perguntas e colaboração. 💙

👉 Confira no vídeo alguns momentos do evento e acompanhe as redes do PPG-Farmacologia para conhecer mais sobre as pesquisas que são realizadas na Unicamp!

O presente conteúdo foi realizada com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Brasil. Processo nº 25/17158-3. As opiniões, hipóteses e conclusões ou recomendações expressas neste material são de responsabilidade da autora e não necessariamente refletem a visão da FAPESP.

#Farmacologia #UNICAMP #Ciência #PesquisaCientífica #PósGraduação
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🍔🧠 Uma dieta rica em gordura afeta machos e fêmeas da mesma forma?

Pesquisadores do grupo da Profa. Natália Mendes, do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC), investigaram essa questão em camundongos e encontraram diferenças importantes na resposta do hipotálamo, uma região do cérebro envolvida no controle da fome, do gasto de energia e do metabolismo.

🔬 O estudo mostrou diferenças na expressão de CXCR3, um receptor relacionado às quimiocinas, entre machos e fêmeas. Os resultados também apontam para a participação dos hormônios sexuais femininos nessa resposta.

Mas o que isso significa? E será que esses mecanismos também acontecem em seres humanos?

👉 Confira a matéria completa no Farmaco em Foco:
🔗 https://www.blogs.unicamp.br/farmacoemfoco/2026/08/13/gordura-hipotalamo/

Leia, compartilhe e descubra como cérebro, sistema imune, hormônios e metabolismo se conectam na resposta a uma dieta rica em gordura!

O presente conteúdo foi realizada com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Brasil. Processo nº 25/17158-3. As opiniões, hipóteses e conclusões ou recomendações expressas neste material são de responsabilidade da autora e não necessariamente refletem a visão da FAPESP.

#FarmacoEmFoco #Obesidade #Hipotálamo #Neurociência #Ciência
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Publiquei um novo artigo científico, em parceria com Mario Saad, Andrey Santos e Lício Velloso, defendendo algo que considero essencial: a síndrome metabólica não deveria ser diluída em novas siglas como a "síndrome cardio-renal-metabólica" (CKM).

O nome Síndrome Metabólica já é conhecido, testado e útil na prática clínica. O que precisa mudar é a nossa visão sobre o alcance da doença, que vai muito além do coração, dos rins, do fígado; alcançando o cérebro, as articulações, a pele....em suma todos os órgãos e tecidos. Será que deveríamos colocar mais letras e nomes na Síndrome...claro que não!

O artigo foi aceito para publicação na Endocrine Practice, revista oficial da AACE (American Association of Clinical Endocrinology), que reúne mais de 7 mil membros clínicos em cerca de 90 países — uma comunidade de mais de 30 mil profissionais de saúde.

Esse trabalho segue uma trajetória: há mais de 30 anos, nosso grupo na Unicamp desenvolve pesquisas clínicas, moleculares e translacionais sobre o tema.

Não precisamos mudar o nome da doença. Precisamos mudar a nossa visão sobre ela resgatando suas origens.
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Você sabia que a obesidade também pode estar ligada à inflamação no cérebro? 🧠⚠️

Pesquisas da Profa. Natália Ferreira Mendes (Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades e do Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp) investigam como dietas ricas em gordura podem alterar o funcionamento do hipotálamo, uma região responsável por controlar fome, metabolismo, hormônios e gasto energético.

Na matéria, você vai descobrir:
🔬 como a gordura afeta o cérebro
🧬 o papel do sistema imunológico na obesidade
🧠 o que são os “novos neurônios” do hipotálamo
🌎 e como a ciência brasileira busca novas possibilidades de tratamento

📖 Leia a matéria completa no blog Farmaco em Foco:
https://www.blogs.unicamp.br/farmacoemfoco/2026/05/22/hipotalamo-inflamado/

💬 Você imaginava que a obesidade poderia envolver alterações no cérebro? Conta pra gente nos comentários!

Este conteúdo foi realizada com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Brasil. Processo nº 25/17158-3. As opiniões, hipóteses e conclusões ou recomendações expressas neste material são de responsabilidade do(s) autor(es) e não necessariamente refletem a visão da FAPESP.

#Obesidade #Neurociência #Farmacologia #DivulgaçãoCientífica #Unicamp
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