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Psicóloga - Perinatalidade • Mulheres • ACT
Maternidade como contexto clínico e cultural
Supervisão e Comunidade aberta👇🏻
CRP 104041/SP
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Prevenção ao suicídio é realizada tanto dentro quanto fora da clínica. Políticas públicas podem auxiliar na redução de mortes por suicídio?

Se bem desenhadas, certamente sim. Ao menos é o caso do programa Bolsa Família. Implementado no governo Lula-I em 2003, unificou programas criados previamente no governo FHC.  Ele é um programa de transferência condicionada de renda que garante um valor mínimo de R$691,00 por família (R$164,00 por pessoa), podendo ter adicionais seguindo critérios. Este programa social só é concedido se a pessoa atender a critérios de renda familiar per capita mensal e acompanhamento tanto em saúde quanto em educação.

A pobreza é um contexto que possibilita inúmeros fatores de risco e vulnerabilidades ao comportamento suicida. Alguns são: maior desemprego, maior probabilidade de dependência econômica, maior exposição à violência, estresse financeiro e menor acesso a serviços de saúde.

Um estudo da Fiocruz, analisando dados de 69 milhões de brasileiros, utilizou uma metodogia de pesquisa quase-experimental, investigando se beneficiários do programa tinham menor probabilidade de tirar a própria vida do que o grupo que não o recebeu. Esta metodologia permitiu comparar os grupos por características socioeconômicas e demográficas, o que aumenta a robustez dos resultados. Esta pesquisa de Machado e colaboradores concluiu que o grupo que recebeu o Bolsa Família teve taxa de suicídio 56% menor do que o grupo que não o recebeu. Entre mulheres beneficiárias, a taxa de mortes por suicídio foi 64% menor.

Sob uma ótica individual, destaca-se que o programa pode oferecer recursos que auxiliam no manejo de processos psicológicos que contribuem para o desenvolvimento de ideações suicidas, como sensações de fracasso, humilhação e aprisionamento.

O Bolsa Família é um programa de transferência condicionada de renda que ataca vulnerabilidades e fatores de risco para o desenvolvimento do comportamento suicida. A defesa do programa é indispensável para a redução de desigualdades e para a promoção tanto da vida quanto de uma vida digna
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Alguns dos registros dessa última ABPMC em Belo Horizonte @eunaabpmc !!
(Uma pena que o instagram não me deixou colocar mais fotos!)

Eu só tenho a agradecer pela incrível gestão dessa abpmc (@tamirisgallano @dra.fernanda.calixto ) pela honra de um convite tão especial como esse pra Sessão Especial, junto com a professora Carol Laurenti pra falar de um tema tão caro para nós!!

Um super agradecimento especial pra @pollyabr que foi uma super parceira de BH incrível e que me apresentou tanta gente bacana nesse congresso (@thiagomartins_psicologo @marinamendoncaconsultoria )

Às queridas parceiras e parceiros de mesa e Simpósio @cibele.psi @murilobusopsi @helenameletti @vidaevalor.psicologia @monique.psicoedu @tuoliveira 

E as tantas amizades que se fortaleceram nesses encontros cheios de afeto e cuidado @nataliamarques_ac @bertelligabs.psi @dr.cesar.rocha @Flavia @dra.claudiaoshiro @gicarocha.psi @psi.remamede @psi.anapaulalacerda @psi.juliamoreira
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A melhor parte do congresso são as pessoas! 

Obrigada pelos momentos gostosos que vivemos juntos, pelas conversas sérias e não tão sérias, pelas risadas e carinho! 

Que delícia estar com vocês!

Beijo grande a cada um nestas fotos e aos tantos outros que interagi e esqueci de registrar!
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O XXXV Encontro da Associação Brasileira de Ciências do Comportamento (ABPMC) teve como tema "Comportamento e Política: Gênero, Equidade e Transformação Social". Apresentei a analise culturo-comportamental do Ghosting, publicada no livro "Análise do Comportamento e Literatura", lançado no evento. Apresentei tambem as atividades do @nugeppac_ufc . Além de trabalho e muita aprendizagem, muitos encontros e reencontros que aqueceram o coração 🧡 #abpmc2026
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Este é o segundo post de uma série reflexiva. No primeiro discutimos sobre as variáveis na formação dos meninos e perguntamos se realmente podemos salvá-los da cultura.

Hoje damos mais um passo e questionamos o que de fato seria “menino melhor para o mundo?”.

Lavar louça? Dividir as tarefas domésticas? Saber trocar uma fralda quando se tornar pai? Não agir com violência? E as demandas emocionais, o cuidado com o sentir? E a tal carga mental? Realmente estamos evoluindo ou exigindo o mínimo e nos contentando que “eles estão melhores do que ja foram”?

E essencialmente: ser bom, habilidoso, crítico e não violento não retira o acesso a estrutura de privilégio que a cultura oferece.

Então essa é uma discussão sobre escolhas individuais ou trata-se de uma questão coletiva?

Precisamos de meninos melhores para o mundo ou de um mundo melhor para os meninos?

Conta pra gente o que essa reflexão te provoca e como tem sido sua experiência 👇
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