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O Iron Maiden todos os anos compartilha um cartão de Natal. 
O deste ano tem um detalhe que chamou atenção, especialmente dos fãs brasileiros.

O escudo do São Paulo Futebol Clube no canto esquerdo superior do cartão.

Os integrantes da banda além de gostarem de futebol, tocaram no estádio do São Paulo, em 4 de setembro. 

Mas a explicação é ainda mais simples, a ilustração foi criada pelo cartunista Val Andrade, torcedor fiel do tricolor paulista, mantenedor da página Maiden Cartoons.

Aproveito para dar uma dica de leitura, “ Bruce Dickinson. Uma Autobiografia”, publicada pela Intrínseca. 
Assim você aproveita para conhecer mais sobre o vocalista dessa banda lendária e histórias de bastidores.

E aí, você gosta de biografias de rock? Já leu alguma?

#ironmaiden #brucedickinson #rockandroll
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Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia

Por Diego Salomão 

Ufa! Depois de um número incomum de desacertos, a fase 4 do Universo Cinematográfico Marvel está chegando ao fim, e coube ao Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia apagar as luzes e fechar a porta antes de sair.

Em primeiro lugar, vamos ser honestos e deixar claro que não sou, nem grande fã de filmes natalinos e nem o maior amante dos Guardiões, mas, não é que para minha surpresa, o especial foi divertidíssimo!?
Claramente inspirado no obscuro Especial de Natal Star Wars, de 1978, o filme, no entanto, conta com o capricho da Disney e um roteiro inspirado do diretor James Gunn para nos fazer entrar no clima natalino com muitas risadas e uma boa dose de emoção.

Dispostos a fazer um Natal inesquecível para Peter Quill, Mantis e Drax decidem vir à Terra e buscar o herói da infância de seu amigo: o ator Kevin Bacon, protagonista do filme Footloose, tão importante e emblemático na infância de Quill, antes de esse ser abduzido aos oito anos.

Evidentemente, os dois simpáticos e bem-intencionados alienígenas não tinham muita noção de que levar uma pessoa a algum lugar contra a vontade dela consiste em uma prática errada, conhecida como sequestro; o que gerou cenas de ação empolgantes e muito engraçadas!

Aliás, Kevin Bacon deve ter se divertido horrores interpretando uma versão fictícia de si mesmo e revisitando sua carreira diante dos fãs. Já sobre o resto do elenco ao qual já estamos mais do que acostumados, não há muito que acrescentar; todos cumprem seus papéis com perfeição, inclusive Dave Baustista, como Drax; e Pom Klementieff, como Mantis; aqui promovidos a protagonistas.

O Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia é uma agradável surpresa, na Disney plus, com a qual a Marvel nos deseja um feliz Natal, mas principalmente, encerra sua problemática Fase 4.

Torçamos para que o novo ano e a nova fase tragam novidades melhores!

#especialnatall2022 #natallivrologos #natalguardioesdagalaxia #guardioesdagalaxia
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Por Diego Salomão
A inesperada morte de Chadwick Boseman fez de Pantera Negra 2 um dos filmes mais aguardados e desafiadores do Universo Marvel, ainda mais tendo em vista a notória queda de qualidade que as produções do estúdio sofreram depois da primeira saga. De fato, ele é superior; mas aí a colocá-lo como um grande filme...

A ausência de seu carismático protagonista certamente frustrou inúmeros planos, mas esse não é o problema, até porque o roteiro e a direção de Ryan Coogler souberam incorporar o fato à história e conduziram a questão e as homenagens com muito respeito e elegância. As falhas começaram depois.

Em primeiro lugar, a história não conseguiu me cativar em nenhum momento e creio que muito disso passe pela protagonista, Letitia Wright, e por Tenoch Huerta, que interpreta o Príncipe Namor. 

No caso de Letitia, que funcionou muito bem como coadjuvante no 1º , acho que ainda dá para perdoar, já que sua personagem foi, de uma hora para outra, mudada completamente em virtude da ausência do Pantera Negra. De cientista cética e brilhante, a moça teve que se converter em uma guerreira alinhadíssima às tradições de seu povo, numa mudança que fatalmente seria sentida pelo público. Já no caso do vilão a questão é outra.

Por mais que eu ache fundamental trazer a diversidade étnica e o debate de questões históricas como o massacre que os europeus promoveram na América, sejamos francos: Wakanda Forever dá apenas uma pincelada bem de leve nesses temas e como resultado entrega um vilão absolutamente desinteressante e sem carisma.

A ideia era boa, mas na prática, não funcionou. Suas motivações são frágeis, seus diálogos dão sono e até sua apresentação diante do público e dos heróis é desprovida de qualquer emoção; isso sem mencionar a pouquíssimo inspirada produção do mundo subaquático – a título de comparação, basta lembrar do recente Aquaman, da rival DC.

Falando assim parece que o filme não tem nada de bom, mas tem, sim. Há ótimas sequências de ação.

Ah, sim, há uma cena pós-créditos que pode indicar novos e interessantes rumos para o legado do Pantera Negra. Esperamos que esses cumpram as promessas que Wakanda Forever ficou devendo. 
Mais no blog.
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Eu venho de uma família musical e amo não só música, mas livros e filmes com esse tema.

Para celebrar o dia, selecionei algumas dicas de filmes e livros com músicos, que valem a pena.

Filmes

- Rock Star ( 2001) com Mark Wahlberg e Jennifer Aniston - Em meio aos anos 80, Chris "Izzy" Coles (Mark Wahlberg) trabalha como vendedor em uma loja ao mesmo tempo em que é vocalista de uma banda cover de seu grupo de heavy metal predileto, o Steel Dragons. Até que sua vida muda por completo quando o vocalista da banda deixa o grupo e os demais integrantes o convidam para substituí-lo. 
A ideia inicial era para ser um filme baseado na saída de Rob Halford do Judas Priest, mas acabou sendo uma comédia romântica.

- Elvis (2022) Tem resenha aqui no Livrólogos. O filme acompanha algumas décadas da vida de Elvis Presley (Austin Butler) e sua ascensão à fama, a partir do relacionamento do cantor com seu controlador empresário "Coronel" Tom Parker (Tom Hanks).

Livro 
Lick ( Stage Dive 1), da autora Kylie Scott

Série Stage Dive ( disponível no Kindle Unlimited)

No impulso de uma noite de diversão e bebedeira em Las Vegas, Evelyn Thomas casou-se com um desconhecido. No dia seguinte, porém, ela se deu conta de que aquilo fora um terrível engano. Então, decidiu manter este pequeno deslize em segredo. O que Evelyn não sabia era que havia se tornado a esposa do cobiçado David Ferris, guitarrista da famosa banda de rock Stage Dive. Agora, ao retornar para sua casa em Portland, ela terá de enfrentar as perseguições de repórteres, fugir às loucuras das fãs do astro e ainda encarar sua família, que não demonstrou nenhum contentamento com o ímpeto matrimonial da jovem filha.

E você, tem alguma dica de livro/filme com tema músicos? 

Bom divertimento

Rosana Gutierrez 

#diamusico #musica #santacecilia
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Essas foram as minhas comprinhas na festa da USP.

A parte mais gostosa foi encontrar a Pat e a Camila.

Qual foi o último livro que você comprou? Conte para mim nos comentários.

#festadolivrousp #livros
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Você nasceu para isso, da autora Michelle Sacks. 
Ed. Intrínseca -2019

Por Rosana Gutierrez

Sam Hurley, ex-professor universitário, é casado com Merry. Deixam a agitada Nova York para viver em uma casa isolada, na Suécia. Eles têm Conor, recém-nascido. É uma família perfeita sob o ponto de vista dos vizinhos, mas são apenas aparências. São, por assim dizer, bons intérpretes de uma vida que, realmente, não condiz com a realidade, ou seja, não é verdadeira. A aparente naturalidade dessa vida  esconde, no âmago de cada um, graves problemas que poderão destruir toda essa aparente estrutura de casal perfeito, de vida em família.

Para começar, Sam nunca revelou à esposa o verdadeiro motivo de sua demissão na Universidade, tampouco deixa claro sua rotina diária. Por outro lado, Merry traz consigo problemas não resolvidos. Só ouve do marido que é esposa perfeita, dona de casa perfeita, embora deteste viver presa à rotina doméstica, além disso, cuida da horta e do bebezinho. Ela não se conecta com o filhinho, não se sente mãe. Sente-se sufocada e sozinha. O marido quer porque quer mais filhos.  Está sempre fora de casa, em busca de nova colocação como cineasta.

A verdadeira face dos protagonistas vai, pouco a pouco, se revelando à medida em que as ações se desdobram, e que não são o que parecem ser.

Chega Frank, amiga de infância de Merry, que  também traz seus segredos e suas dores . Ela interage com a família trazendo à tona a inveja, problemas de infância não resolvidos, segredos antigos, competição, sutis questionamentos, e tudo isso vai  conspirar para um clímax nunca imaginado.

Com personagens muito bem construídos, este livro é interessante por abordar a solidão feminina, a maternidade compulsória e o desequilíbrio emocional que obstrui a visão de mundo sob uma ótica  saudável.
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Adão Negro
Por Diego Salomão 

Dwayne Johnson, o popular “The Rock”, vinha prometendo há algum tempo as maiores maravilhas sobre o filme Adão Negro, que ele protagonizaria no Universo DC. Convenhamos, após todos esses anos de filmes de super-heróis, é cada vez mais difícil acreditar em promessas mirabolantes, mas não é que o simpático brutamontes tinha razão?!

Adão Negro é um dos melhores filmes de super-heróis de 2022. Seu segredo? Não inventar.
Explico: a oferta do segmento se tornou tão generosa na última década que cada produção tentava vir com novas ideias, novos conceitos, que, claro, enriqueceram esse universo, mas também acabaram em alguns casos, esquecendo-se das premissas mais básicas dessas histórias. Adão Negro entendeu isso. Abraçou todos os clichês, e com um roteiro simples, mas funcional entregou uma obra absolutamente honesta e divertida.

Eu sei que os críticos estão falando mal e, na verdade eu não os culpo. Sabe aqueles filmes que quebram paradigmas e rompem as barreiras entre gêneros cinematográficos? A crítica adora, né? Porque não vão encontrar aqui. Já os fãs...
Os fãs se depararam com uma história frenética sobre um anti-herói extremamente poderoso, tirado de seu sono de cinco mil anos e pronto para lutar contra os herdeiros dos tiranos que haviam aprisionado seu povo.
A ideia de usar a Sociedade da Justiça foi excelente, pois fez com que os principais heróis da DC não fossem tratados como coadjuvantes.

Aliás, é bom que se diga que até pelo fato do Adão Negro não ser um super-herói, o filme se permite ousar um pouco mais na violência e ser, junto com O Esquadrão Suicida, o único a mostrar um pouco mais de sangue nesse Universo.

Não inventa, entende-se como filme de super-heróis, diverte e prende a atenção do primeiro ao último minuto. Claro, um ou outro ponto poderia ser repensado, mas nada, absolutamente nada, que tire os méritos desse grande acerto do Universo DC que parece, sim, estar renascendo nos cinemas!
Pode não ser nenhum primor intelectual e não me consta que essa seja a intenção dos filmes de super-heróis, mas é um filme que entende qual é a sua função e alcança todos os objetivos traçados.

Texto na íntegra no blog.
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Por Diego Salomão

Loirinho cheio de imaginação e fascinado com a música negra que se ouvia no sul dos EUA durante a década de quarenta, não demorou até que o pequeno Elvis crescesse e, nas palavras de seu futuro agente, descobrisse que, assim como os super-heróis de suas histórias, ele também tinha superpoderes. Dono de uma voz única, capaz romper as barreiras raciais, e com uma sensualidade e carisma jamais vistos antes sobre um palco, ele logo se tornaria o maior astro do ainda jovem rock ‘n roll. Seu problema, no entanto, foi justamente o responsável por descobrir tamanho potencial.

Não há como negar que o coronel Tom Parker foi um gênio do marketing e, de maneiras quase sempre desprezíveis, foi muito responsável pelo sucesso de Elvis; entretanto, o que o filme de Baz Luhrmann mostrou com clareza foi o quanto os métodos do coronel foram vis e o quanto também prejudicaram a carreira do cantor. 

Sabe aquelas cenas muito mais bonitas do que propriamente úteis à história que está sendo contada? Então, e, em minha humilde opinião, Elvis – especialmente no início – sofre com esse problema. Uma obra deslumbrante do ponto de vista estético, mas com narrativa atropelada.

Austin Butler agarrou sua grande chance e não decepcionou em nada. Aliado a um excelente trabalho de cabelo e maquiagem, ele entregou um Elvis absolutamente crível; espetacular, performático, mas também humano, frágil, vivendo a felicidade do estrelato e também a tristeza de seu melancólico fim – vale ressaltar, ele também cantou!

Já Tom Hanks dispensa apresentações, mas, sempre habituado a fazer “caras legais”, encarou o desafio e fez a pior versão possível do Coronel. Um homem tão desprezível, sórdido e absolutamente verdadeiro e humanizado que não foi difícil querer quebrar a televisão várias vezes durante o filme. Não me surpreenderia se ambos ganhassem prêmios, como Melhor Ator e Coadjuvante.

Elvis é um filmaço para quem ama rock, ama cinema e ama bons dramas da vida real. Uma viagem pela fascinante jornada do Rei do Rock, que se despiu para o público, mostrando suas fraquezas e o quanto elas foram bem manipuladas, levando-o à morte prematura, aos 42 anos de idade.

#Filmes2022
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