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Ei, fique atento, que em breve traremos novidades! Por enquanto, você fica com um spoiler: os registros de uma das nossas obras mais especiais: “O Quebra-Nozes no Mundo dos Sonhos”, de Márcia Haydée. A criação é baseada no renomado balé, composto por Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893), mas com adaptações inspiradas na cultura brasileira e nas lembranças da infância da própria coreógrafa. 

Algumas dessas mudanças estão na personagem da Fada Açucarada, que na nossa versão é a Estrela Vega, a estrela mais brilhante; e os Flocos de Neve se tornaram Raios de Luz da aurora boreal. Márcia quis trazer esse imaginário após ver, pela primeira vez, o céu da Finlândia.

Ainda há muitas outras adaptações que expandem essa obra, que veio a se tornar uma das criações mais queridas da SPCD! Continue com a gente, que em breve te contamos tudo!  

@governosp @culturasp 

#SPCD2026 #cultsp #tudoviracultsp #MemóriaSPCD #BaléClássico Carrossel de 20 imagens

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A imagem mostra uma bailarina em posição de dança clássica, como se estivesse flutuando no ar, com um braço elevado e o outro aberto para baixo. Ela usa um vestido azul brilhante, de saia ampla e rodada. O fundo é escuro, em tons de azul e roxo, com aparência de céu estrelado ou mapa celeste. Nele aparecem nomes de constelações, como “Auriga”, “Perseus”, “Taurus” e “Triangulum”, além de linhas e pontos que lembram um mapa astronômico. A cena transmite leveza, delicadeza e uma sensação de sonho, como se a bailarina estivesse dançando no céu.
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“Vestígios” é a mais nova obra do repertório da SPCD, que estreou no último sábado, como parte da programação da 8ª Semana Paulista de Dança, no MASP (@masp). Envolvida por ritmos brasileiros, uma única bailarina ocupa o palco executando movimentos potentes e compassados, criados por Milton Coatti (@miltoncoatti), que também atua como codiretor artístico da Companhia.

A obra nasce da extensa bagagem artística do coreógrafo, que revisita suas referências para montar um solo que investiga justamente esse diálogo entre experiências passadas e o novo corpo que dá vida à cena. Memórias são atravessadas por gestos do presente, que se modifica e torna-se algo novo.

O programa também contou com “ATÔMICO”, criação de Sérgio Galdino; e duas coreografias da São Paulo Cia. Jovem de Dança: o duo “Quando o Sol Encontrou a Lua”, de Antônio Gomes; e “Aroeira”, de Anelita Gallo.

Arraste para o lado e confira os registros feitos por Gabriel França (@gfrancag), e continue conosco, ainda temos muito a compartilhar por aqui! Carrossel de 8 slides

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A imagem mostra uma mulher em pé, no centro de um palco ou estúdio com iluminação quente e dramática. Ela parece estar em movimento, como se estivesse dançando ou girando, com o corpo levemente virado de lado e os braços soltos ao redor. Ela tem cabelos cacheados e veste um vestido vermelho solto, de tecido leve, que cria sensação de movimento. O fundo é escuro, em tons marrons e alaranjados, com luz difusa e uma atmosfera suave. O chão também reflete tons quentes, reforçando a impressão de uma cena artística e elegante.
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Um balé que celebra recomeços e renovações, “Alvorada” é uma obra neoclássica, de Yoshi Suzuki (@yoshi_suzuki), solista da SPCD - a sua primeira criação para a Companhia. A obra foi criada como parte do Programa de Desenvolvimento das Habilidades Futuras do Artista da Dança (PDHFAD), que permite que bailarinos do elenco tenham uma imersão em outras áreas de atuação da SPCD. 

Toda a trilha é composta por trechos instrumentais de óperas brasileiras do período romântico, compostas por Antônio Carlos Gomes (1839 - 1896), que embalam movimentos do balé clássico numa perspectiva atual. Esse contraste você percebe também no figurino, que se assemelha a roupas casuais do dia-a-dia.

A temática se apoia na simbologia do alvorecer: os primeiros raios de sol que iluminam o dia e trazem consigo um recomeço, aberto a possibilidades e novas identidades.

A apresentação também contou com o segundo ato de “Giselle”, por Lars Van Cauwenbergh; um dos grandes clássicos do balé de repertório, e com a peça “Maria Tudor”, de Antônio Carlos Gomes, com música ao vivo da Orquestra do Theatro São Pedro e da Banda Jovem do Estado de São Paulo, sob regência do maestro Claudio Cruz.

Arraste para o lado e confira os registros dessas noites espetaculares, e continue nos acompanhando, que ainda temos muito a compartilhar!

📸: Manuela Belinello (@manubelinello), Gabriel França (@gfrancag) e Wagner Freitas (@wagnersdefreitas) Carrossel de 13 slides

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A imagem mostra um grupo de bailarinos em um palco escuro, iluminado por uma luz quente que destaca o corpo dos artistas e o chão brilhante. No centro, uma bailarina de figurino claro é erguida no alto por outro bailarino, com os braços e uma perna estendidos, transmitindo leveza e equilíbrio. Ao redor dela, os demais integrantes do grupo estão dispostos de forma simétrica em diferentes posições de dança: alguns estão ajoelhados, outros em pé, todos com os braços curvados, elevados acima da cabeça, criando formas elegantes e harmoniosas. Os figurinos dos demais bailarinos são pretos, o que faz o destaque da bailarina central ficar ainda maior. A cena transmite força, sincronização, graça e dramaticidade.
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Por aqui os ensaios estão a todo vapor! Hoje você confere alguns registros dos ensaios de “Alvorada”, de Yoshi Suzuki, que vamos levar ao palco do Theatro São Pedro essa semana, nos dias 16 a 20 de setembro, com música ao vivo da Orquestra do Theatro São Pedro e da Banda Jovem do Estado de São Paulo!

A obra gira em torno do conceito de recomeço e traz uma imagem do frescor do amanhecer, traduzido em renovação e continuidade. É a estreia de Yoshi como coreógrafo, e integra o Programa de Desenvolvimento das Habilidades Futuras do Artista da Dança (PDHFAD), que permite que integrantes do elenco experimentem outras possibilidades para além dos palcos com outros times da SPCD.

O espetáculo também vai contar o com o segundo ato de “Giselle”, por Lars Van Cauwenbergh, compondo uma noite inteiramente clássica, que você não pode perder!

Os ingressos para os espetáculos já estão disponíveis pelo link: theatrosaopedro.byinti.com/, também na nossa bio. Para o ensaio aberto, no dia 16/9, a distribuição tem início um dia antes, pelo mesmo link! 

Nos vemos lá!

 📸: Manoela Belinello (@manubelinello) Carrossel de 8 slides

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A imagem mostra um homem em primeiro plano, em uma sala iluminada, possivelmente um estúdio de dança ou aula de movimento. Ele está com o braço estendido para a frente e a cabeça levemente inclinada para trás, com uma expressão concentrada e serena, como se estivesse seguindo uma coreografia ou fazendo um exercício corporal.

Ao fundo, há outras pessoas também em movimento, parcialmente desfocadas, sugerindo que ele está participando de uma atividade em grupo. O ambiente tem janelas grandes, por onde entra bastante luz natural, e as paredes são claras, criando uma sensação de espaço aberto e tranquilo.
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Já pensou em ver “O Lago dos Cisnes” bem de perto? Para encerrar as lembranças da nossa Temporada 2026 no Teatro Sérgio Cardoso, selecionamos uma série de registros que demonstram toda a sensibilidade, destreza e força que é dançar essa obra tão aclamada!

Em cada detalhe de postura e expressão é possível perceber a entrega e a emoção do nosso elenco! Arraste para o lado e confira os cliques de Iari Davies (@iari.en.quadros), Manoela Belinello (@manubelinello) e Lucas Santos (@estoulucas).
 
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Ministério da Cultura, Estado de São Paulo e Associação Pró-Dança apresentam São Paulo Companhia de Dança, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Patrocínio: Itaú e Laranjinha Itaú. Apoio: BS2 e Colégio Móbile. Parceria: Giuliana Flores e Linktel. Realização: Ministério da Cultura, Estado de São Paulo e Associação Pró-Dança. Carrossel de 13 slides

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A imagem mostra quatro bailarinas em cena, alinhadas lado a lado e vestidas com tutus brancos volumosos e tiaras de penas brancas nas cabeças. Elas estão com os braços posicionados de forma elegante, com as mãos unidas na frente do corpo. As bailarinas olham todas para o mesmo lado, criando uma sensação de sincronização e delicadeza.

O palco está iluminado por luz azul, o que dá um clima teatral e etéreo à cena. Ao fundo, aparecem outras bailarinas parcialmente visíveis, também com figurinos brancos, reforçando a impressão de um espetáculo de dança clássico e sofisticado.
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Play!ground
De @leforattini para a @saopaulociadedanca .
Um prazer subir no palco com esse elenco e com essa obra 🫶🏻✨
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‘Tempo’ é uma das palavras da língua portuguesa que possuem mais de um significado. Ela pode ser usada para se comentar sobre o clima, se está frio ou quente; sobre horários do dia, o passado, memórias; e para organizar a melodia em uma música. 

A coreógrafa Cassi Abranches (@cassiabranches) explora esses três aspectos na obra “Agora”, composta por doze bailarinos que alternam entre movimentos acelerados, compassados e lentos. Em alguns momentos eles estão perfeitamente sincronizados, acompanhando o inconfundível tic tac do relógio, em outros, correm em círculos enquanto o restante caminha lentamente.

Essa coreografia integrou a nossa Temporada no Teatro Sérgio Cardoso, que aconteceu nas primeiras semanas de junho. Aqui neste carrossel você confere alguns registros das apresentações!

  📸: @iari.en.quadros e @manubelinello 

#SPCD2026 #DançaContemporânea #TeatroSérgioCardoso

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Ministério da Cultura, Estado de São Paulo e Associação Pró-Dança apresentam São Paulo Companhia de Dança, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Patrocínio: Itaú e Laranjinha Itaú. Apoio: BS2 e Colégio Móbile. Parceria: Giuliana Flores e Linktel. Realização: Ministério da Cultura, Estado de São Paulo e Associação Pró-Dança. Carrossel de 18 imagens

Imagem 1

A imagem apresenta um grupo de doze bailarinos, todos olhando para cima. Eles estão vestidos com roupas que variam em tons de laranja, vermelho e bege, criando uma paleta de cores quentes. Os bailarinos têm posturas graciosas e expressivas, com braços soltos ao lado do corpo e uma dar pernas levemente dobrada para frente. O fundo é escuro, o que destaca a iluminação que banha os corpos e o reflexo deles no chão polido, adicionando um efeito visual dramático. A cena transmite movimento e energia, evocando uma sensação de unidade e propósito entre os bailarinos.
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“play!ground”

@leforattini em toda sua genialidade nos lembrando que a dança deve ser prazerosa, criativa, coletiva, espirituosa e catártica 

🙏🏽🎢💦❤️‍🔥🎡🛝
@saopaulociadedanca 
📷 @iari.en.quadros
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