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O mais rico acervo de design autoral brasileiro. Somente originais.
🕥Seg a sex - 9h às 19h
🕥Sáb - 9h às 14h
Rua Joaquim Nabuco, 701A - Meireles
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A arquitetura é a grande tradutora da identidade brasileira. O papel da DNX é entregar a ela o que traduzir.

São 27 anos de pesquisa de campo em 105 países e 23 estados brasileiros, somados a dezenas de publicações do nosso acervo que registram como o Nordeste aprendeu a construir com o clima, o material e a mão de obra de cada lugar.

No vídeo estão cinco delas. Uma foi presente de um arquiteto. Outra guarda uma Fortaleza que pouca gente aprendeu a ver.

Salva e marca o arquiteto, o incorporador ou o hoteleiro que precisa desses livros na mesa.

#identidadednx
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Nem tantos problemas assim, mas a falta de personalidade não é definidamente um deles.

No fim, um espaço não precisa seguir todas as tendências, nem ser igual a tantas outras. Precisa fazer sentido para quem está nele.

A gente acredita em escolhas com intenção, detalhes que fazem diferença e uma arquitetura de interiores que tenha identidade de verdade.
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O QUE UMA CAIXA-D’ÁGUA EM FORTALEZA ESCONDE É MAIOR DO QUE PARECE.

À vista de todos, na Praia de Iracema, existe uma obra que muita gente atravessa sem reconhecer.

A Caixa-D’Água dos Peixinhos é uma obra pública de Leonilson — artista nascido em Fortaleza, um dos nomes mais importantes da arte contemporânea brasileira e integrante da Geração 80.

O mundo já reconheceu a dimensão de sua obra. Leonilson está em coleções como MoMA, Tate Modern, Centre Pompidou, Reina Sofía, Serralves, MASP e Pinacoteca. Tem um catálogo raisonné em três volumes e, em 2026, passou a integrar a nova apresentação da coleção de arte contemporânea do Museo Reina Sofía.

E Fortaleza ainda passa pela única obra pública do artista na cidade sem reconhecê-la plenamente como patrimônio.

Em 2023, os objetos pessoais de Leonilson viajaram pela primeira vez de volta à sua terra natal. Fui a São Paulo escolher pessoalmente cada relíquia e convidei Dodora Guimarães — galerista responsável pela primeira exposição de Leonilson em Fortaleza, na então Arte Galeria, na década de 1980 — para fazer a curadoria comigo.

A exposição também propôs um diálogo com Sérgio Rodrigues, grande mestre do mobiliário brasileiro, aproximando diferentes patrimônios autorais do Brasil.

A memória não se preserva sozinha. Ela precisa ser reconhecida, cuidada e colocada em circulação.

Você conhecia essa obra? O que mais o Ceará guarda sem reconhecer?

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CRÉDITOS E FONTES

Textos e curadoria do conteúdo: Pablo Guterres.
Fotografias contemporâneas: acervo pessoal de Pablo Guterres.
Fotografias e materiais históricos: conforme créditos indicados nas próprias imagens e nos acervos consultados.

Fontes institucionais:
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía — Collection. Contemporary Art: 1975–Present.
Almeida & Dale — José Leonilson.
Almeida & Dale — anúncio da representação do espólio de José Leonilson.
Projeto Leonilson.
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O Brasil ainda olha para a arte como se ela tivesse poucos endereços possíveis.

Mas, enquanto muita gente continua apontando para o mesmo eixo, uma capital do Nordeste amplia museus, acervos, centros culturais, galerias, ateliês e espaços de formação.

A cena não surgiu agora.

O Ceará já é terra de Aldemir Martins, Chico da Silva, Antônio Bandeira, Leonilson e Sérvulo Esmeraldo. O que está mudando é a escala da estrutura que permite essa produção ser preservada, vista e reconhecida.

Pinacoteca. Estação das Artes. MIS Ceará. Museu da Fotografia Fortaleza. Instituto Sérvulo Esmeraldo. Fundação Edson Queiroz. Cave. Leonardo Leal. Multiarte. Pocinho.

Um circuito inteiro se movimenta.

E talvez a pergunta seja menos “Por que Fortaleza?” e mais:

Por que o Brasil ainda demora tanto para reconhecer os seus outros centros?

Aos galeristas, artistas, curadores, colecionadores e amantes da arte de todo o país:

Que cenas precisam entrar nesse mapa que amplia o cenário das artes no Brasil?

Marque alguém que precisa conhecer essa cena.
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Os caquinhos nasceram do acaso, da necessidade e da capacidade de transformar o que seria descartado em linguagem.

Vindos da ABC Paulista, eles atravessaram o tempo e ganharam novas cores, formas e significados dentro das casas brasileiras.

No terceiro episódio de **Lares com Identidade**, Pablo mostra como um material pode carregar a história de um território — e como a pesquisa pode ampliar o repertório dos arquitetos para traduzir, em cada projeto, a vida de quem vai habitá-lo.

Quando identidade brasileira e arquitetura se encontram, a casa ganha profundidade.

**Lares com Identidade.** 
Uma série Desconexo Design com @portobelloshoppacaembu @carvalhodaniele 

Qual material da sua cidade carrega uma história que merecia estar dentro de uma casa?
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A casa que prova que o Brasil é um mundo.

Na casa de Carlos Augusto Lira, a arte popular não aparece isolada. Ela conversa com o design, com a arte moderna, com objetos vindos de longe e com as histórias de quem os criou.

É assim que a identidade se forma: não pela pureza, mas pelos encontros. O Brasil se reconhece justamente na maneira como recebe o mundo, transforma suas referências e devolve tudo com uma linguagem própria.

Parte dois da visita.
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