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Era eu
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Meu primeiro sermão foi sobre as bem-aventuranças. Anos depois, fui convidado a pregar no Monte das Bem-aventuranças, diante do Mar da Galileia. E ali voltei à mesma mensagem:

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.”
Mateus 5:6

É difícil explicar o que senti. Estar naquele lugar me fez lembrar de quando tudo começou, das primeiras palavras no púlpito e do desejo de entregar minha vida ao que Deus havia me chamado para fazer.

Mas, enquanto eu pregava, essa Palavra também me confrontava: depois de tantos anos, o que tem alimentado meu coração? Do que eu realmente tenho fome?

A gente pode se acostumar a falar de Deus e deixar de buscá-lo com o mesmo desejo. Pode cuidar de tanta coisa no ministério e esquecer de cuidar dessa fome.

Ali, minha oração foi simples: Jesus, eu quero continuar tendo fome de Ti. Quero abrir a Bíblia com expectativa, reconhecer minha dependência e permitir que a Tua Palavra transforme primeiro a mim.

Voltei ao sermão do começo com muita história para contar e a mesma necessidade: ser saciado por Ele.

Que os anos passem, mas que essa fome permaneça. ❤️
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Segundo a tradição cristã, este teria sido o lugar onde Jesus ficou preso na noite anterior à sua crucificação.

Embora não exista nenhum registro bíblico de que Ele tenha recitado o Salmo 88 nesse lugar, suas palavras se conectam profundamente com o sofrimento que Cristo enfrentou naquele momento.

O salmo fala de solidão, abandono, angústia e escuridão. Tudo isso nos faz lembrar daquela noite em que Jesus foi traído, abandonado pelos seus discípulos e humilhado.

Tive o privilégio de ler esse salmo nesse lugar, ao lado dos meus irmãos. Foi uma experiência que jamais esquecerei.

O Salmo 88 termina em trevas. Mas a história de Jesus não. Porque depois da cruz, veio a ressurreição.
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A menorá dourada que encontramos em Jerusalém, exposta no Bairro Judaico da Cidade Velha, é muito mais do que uma bela peça de arte: ela representa a expectativa de sua utilização no futuro Templo judaico. Não se trata da menorá original do Segundo Templo, mas de uma reprodução confeccionada pelo Instituto do Templo. Historicamente, o Templo de Zorobabel, construído após o exílio babilônico, foi profundamente ampliado e transformado por Herodes, o Grande, dando origem ao monumental complexo conhecido como Templo de Herodes. Foi esse complexo que os romanos destruíram em 70 d.C. Hoje, a menorá nos remete à memória do antigo santuário e à expectativa judaica de sua restauração.

Mas essa expectativa também desperta uma importante reflexão escatológica para os cristãos. Em 2 Tessalonicenses 2:3-4, Paulo afirma que o homem da iniquidade se exaltará acima de tudo o que é chamado Deus e se assentará no templo de Deus, apresentando-se como se fosse o próprio Deus. Na interpretação futurista literal, essa profecia aponta para a possibilidade de um terceiro templo em Jerusalém, no qual ocorrerá essa afronta final contra Deus. Embora existam diferentes interpretações sobre o significado de “templo de Deus” nesse texto, a possibilidade de sua reconstrução possui relevância para determinada compreensão da escatologia paulina. Assim, contemplar essa menorá em Jerusalém é recordar não apenas o passado de Israel, mas também uma questão que continua a despertar intensos debates sobre o futuro profético.

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Já manda pra alguém que precisa ser lembrado que é FILHO do REI! 🇮🇱🙏🏼
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