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Eduardo Berliner
Arlequim, 2017
Oil on canvas
100 × 75 cm (39 ⅜ × 29 ½ in.)

Included in Echoes of Maldoror
Another Space, New York, NY
October 2, 2026 – February 28, 2027
Opening Friday, October 2

Curated by Estrellita B. Brodsky and Laura Bardier
Scenography / Exhibition design: Studio Adrien Gardère

ANOTHER SPACE is pleased to announce Echoes of Maldoror, a group exhibition exploring the literary and visual legacy of Isidore Ducasse, known as the Comte de Lautréamont, and his landmark work, Les Chants de Maldoror, first published in 1869.

A major influence on Surrealism’s subversive, anti-establishment sensibility, Lautréamont’s macabre and deeply disturbing visionary text challenged the moral values of the 19th century and helped revolutionize modern thought. Its most famous passage describes beauty as “the fortuitous encounter upon a dissecting-table of a sewing machine and an umbrella.” His fragmentary, often violent and hallucinatory language anticipated and catalyzed the ruptures of literary and artistic modernity, inspiring artists to break with European canonical traditions and embrace forms of nihilistic rebellion through blasphemy, erotic violence, moral transgression, and monstrous hybridity.

Curated by Estrellita B. Brodsky and Laura Bardier, Echoes of Maldoror brings together historical and contemporary artists whose work engages with Lautréamont’s enduring themes of blasphemy, metamorphosis, violence, and desire. Spanning painting, photography, sculpture, and moving image, the exhibition explores the ways artists have responded—directly and indirectly—to the anti-hero Maldoror’s cruel humor, dark lyricism, and hallucinatory vision. Together, these works reveal the continuing resonance of Lautréamont’s imagination across generations, challenging the boundaries between beauty and brutality, reality and fantasy, and the human and the monstrous.
@anotherspace_org 
#EduardoBerliner
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A Feira de Arte do Rio (@artrio_art) continua sendo um dos momentos que mais gosto no calendário das artes e na edição deste ano, saí de lá vibrando com a energia e diversidade de cores e trabalhos.

Além da qualidade das galerias, chamou minha atenção a variedade de pesquisas reunidas na feira. Encontrei artistas que acompanho há anos, descobri outros pela primeira vez e vi estandes muito bem construídos, que permitiam conhecer com mais profundidade o trabalho apresentado por cada galeria.

A pintura apareceu com bastante força nesta edição, ao lado da cerâmica e de outras produções construídas a partir de processos manuais. Foi interessante perceber como diferentes linguagens e gerações dividiram o mesmo espaço, reforçando a ArtRio como um dos principais encontros entre artistas, galeristas, colecionadores, instituições e público.

Também achei interessante perceber como muitas galerias apostaram em trabalhos com uma paleta mais vibrante e colorida, algo que conversa bastante com o olhar do colecionador carioca e que, sem dúvida, acaba se refletindo no desempenho da própria feira.

E claro, fiquei muito feliz em ver o projeto Ginga que desenvolvemos junto com a A-PONTE (@aponte.art) para o Cadeira Bossa Nova (@cadeirabossanova) fazendo parte da feira, com uma edição super limitada criada especialmente para a ocasião.

Parabéns a toda a equipe da ArtRio por mais uma edição. Já estou curioso para ver tudo o que vem por aí no próximo ano.
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A arte tem esse poder silencioso de criar encontros.

Entre pessoas, ideias, histórias e diferentes formas de enxergar o mundo.

Na SPArte Rotas, mais do que obras, encontrei conversas, trocas e conexões que continuam além da feira. A coleção de encontros tem um valor muito maior pra mim!
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Eduardo Berliner es una de las voces más singulares de la pintura contemporánea brasileña. Sus obras forman parte de importantes colecciones internacionales, entre ellas las del MoMA de Nueva York, la Pinacoteca de São Paulo y la Saatchi Gallery de Londres.

Berliner es nuestro artista invitado en la primera edición de Ideal, después de su exitoso paso por la semana del arte de la Ciudad de México, donde presentó una exposición con lo mejor de su obra en la galería Labor. El también artista y escritor Terence Gower propone una forma distinta de acercarse a su obra: no solo a través de las imágenes, sino también del gesto, la materia y el misterio que habitan cada pincelada.

«¿Podemos alguna vez comprender qué motiva a un artista a ejecutar un gesto específico que deja su huella en la pintura aplicada sobre un soporte? [...] Este misterio, de la intuición —o simple reflejo— que actúa a través del cuerpo y deja su huella, posee una frescura recién inventada. […] Es el misterio del gesto y su irreprimible frescura lo que para mí es tan central en la obra de Berliner», dice Gower.

Los invitamos a leer Ideal.
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