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Diretor Criativo @gid.estudio @arquivobanca
Representado por @beltrame_mgmt
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a gente trabalhando
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A OpenAI, proprietária do ChatGPT, entrou oficialmente para o mundo da moda com uma linha de roupa da Supply Co – sua própria marca de merch (aqueles produtos personalizados comumente associados a artistas). Segundo a OpenAI, tudo começou com uma pequena coleção para os funcionários que… estourou. 

Bonés, camisetas, meias, hoods e garrafas de água carregam frases como “pesquisa boa leva tempo”, “construindo coisas” ou apenas “codex” em uma paleta de bege, azul marinho e verde. Algumas camisetas apresentam uma aparência propositalmente desgastada – à la Vale do Silício/Faria Lima –, em uma mistura de despretensão calculada e códigos de riqueza pseudodiscretos. A imagem tem uma cara antiga, como uma tentativa de criar um novo hype para algo de 20 anos atrás. O apelo generativo parece mais generalista. Depois de olhar cada peça, detalhe por detalhe, devo dizer, com enorme desgosto, que o produto é bastante adequado. 

Não há nada que represente melhor os dias do hoje do que um produto que resulta do estudo de uma máquina, que pesquisou marcas de streetwear em abas de explorar de redes sociais e reproduziu igualmente o que viu naquele momento, sem nenhum aprofundamento e com frases que congelam o nosso raciocínio – afinal, vender inteligência é a grande ambição de Sean Altman.

A coleção escancara uma estratégia rasa: entregar algo seguro que aparenta ser premium e continuar operando em um sistema de mediocridade que, ironicamente, é o sistema que a OpenAI constrói para que a gente dependa cada vez mais deles. O código estampado no boné é vazio, com uma estética digerível, que não faz nada fora do comando. Está parada no tempo, ou melhor, é a cara dos nossos tempos, em que pouco se altera em nome da segurança – que se tornou inalcançável. Como a grande  maioria do material que estamos consumindo – do papel higiênico ao mercado de luxo –, apenas mais um produto igual a todos os outros. Deve vender bem na média. Ou na Meta. (Por @pratescassio e @evenotivy1 do @gid.estudio)
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Quem me acompanha sabe que passei as últimas duas décadas nos bastidores de desfiles e campanhas. Sempre amei a praticidade da cera em bastão criada nos anos 90, rápida e sem melar as mãos, mas odiava o preço que as fórmulas tradicionais cobravam: cabelo pesado, engordurado e “emplastrado”.
Por isso, trouxe esse segredo do backstage para o nosso dia a dia com o Hair Stick da Herô, mas com uma evolução crucial.
Enquanto as ceras comuns apenas fixam (e detonam os fios), a nossa fórmula faz o oposto: ela trata o cabelo enquanto modela. Com uma base biomimética super leve, ela controla o frizz e dá acabamento ao mesmo tempo em que nutre e protege a fibra capilar.

“Eu não queria apenas um finalizador. Criei um produto que entrega o controle que você precisa nas passarelas, mas com uma fórmula que trata e respeita a saúde do seu cabelo.”

A venda hoje nos canais @heroskinbeauty e @useace.br 

📸 @hudsonrennan 
🗒️ @gid.estudio 
👚 @larissalucchese
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