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Cores Sabor Verão ✨🌞🌊 

Direção e fotografia @lmf.fotografias 
Style @wuiga__ 
Producao @eedroo 
Beleza @seafifo_ 
Assistênca de fotografia @bia.sa 
Assistência de style @kuhimfelipe 
Modelos @seafifo_ @fachagass @cauvex
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tão gostoso é o nosso encontro e não vemos a hora de matar essa saudade. enquanto o nosso próximo encontro não chega, vamos relembrar um pouquinho como foi o ensaio?

fotos no ar! faço o download através do nosso Flickr (link na bio) e marque nosso perfil e a @colaborae 

e não esqueça dos créditos! @gbxvr e @brado.estudio sempre nos presenteando com registros incríveis 🤩
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liberamos as fotos no nosso flickr. o link está na bio e vocês podem fazer download das imagens em alta qualidade. 

muitos clique lindos, de muita gente linda! que gostoso ver tantas imagens incríveis depois de uma edição tão gostosa. 

todas as fotos são de @gbxvr | @brado.estudio e nós pedimos que vocês utilizem os créditos. é importante demais para o fotógrafo e nós fazemos questão de reconhecer o trabalho incrível que esse profissional faz conosco. 

se marquem, marquem os amigos aqui nos comentários. adoramos conhecer vocês e marcar vocês em diversas publicações. é massa demais ver os registros dessa samba tão delicioso!

nos vemos amanhã na @colaborae ❤️

📸 @gbxvr | @brado.estudio
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Existe branco no Brasil? 
Branco também é raça/cor? 
Por que estudar e falar sobre o branco e a branquitude? 
Qual o papel das pessoas brancas na estrutura racista? 

Desde o início do século XXI, os estudos sobre a branquitude tem avançado cada vez no Brasil. No campo da Psicologia, esses estudos têm ganhado força nos últimos anos. 

Reconhecer as pessoas brancas como racializadas é um passo fundamental para a luta antirracista. É de suma importância que a suposta neutralidade e universalidade branca sejam questionadas para que cada vez mais estejamos rompendo com os silêncios e pactos da branquitude. 

Se a estrutura racista no Brasil coloca pessoas negras, indígenas e demais povos/comunidades tradicionais em situação de inferioridade material e símbolica, qual o grupo tem usufruído da superioridade e privilégios advindos da estrutura racista? 

É de suma importância que a racialidade seja pautada no campo da Psicologia. Logo, a branquitude precisa também ser debatida em nosso campo. 
Convidamos vocês para esse debate conosco. 

Quando? No dia 3 de Dezembro (quinta-feira), das 14h às 16h. 

A nossa prosa sobre Branquitude e Relações Raciais vai contar com a presença de Deane de Jesus, Psicóloga (UFBA) e Mestranda em Psicologia (UFSC). Deane é idealizadora do projeto de extensão COMUCIDADE: organizações políticas e práticas comunitárias (UFBA), do qual foi coordenadora no período 2015-2019. É também idealizadora do projeto Encruzilhadas Clínicas (2019). 
Mediação: Fábio Chagas (Humanidades/UFBA), representante do Coletivo Eu Não Me Esquivo. O card tem fundo vermelho com a logotipo do evento na parte central superior em branco que diz: I ERAS entre rasuras e apagamentos novas narrativas para uma psicologia antirracista. Na parte superior esquerda está o simbolo do coletivo: um punho cerrado, de cor preta, segurando o símbolo da psicologia, de cor vermelha. Na parte central da imagem está escrito: prosa Branquitude e Relações Raciais com Deane de Jesus, mediação Fabio Chagas. 03 de dezembro das 14h-16h.  Na parte inferior temos manchas amarelas passando pelo card. Na parte inferior indo do centro para a direita estão duas imagens em preto e branco: a primeira de Deane de Jesus e a segunda de Fabio Chagas. Na parte inferior esquerda a logotipo da Proext. Na parte inferior direita temos o link de transmissão pelo Youtube.
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Sou grata 💙
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