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Um pai, um pet e a Prada... Honey de Saracuruna, esse Rio de Janeiro tem história!

Por @flage85 - @hofmoficial

Eu passei as últimas semanas acompanhando as brasileiras nas passarelas de Nova York, Londres, Milão e Paris, observando castings, estreias, aberturas e encerramentos. Mas, quando resolvi olhar com mais atenção para as modelos ligadas ao estado do Rio de Janeiro, encontrei histórias que nenhuma fotografia de desfile conseguiria contar sozinha.

Uma jovem de Niterói que trabalhou como garçonete antes de viver uma de suas temporadas internacionais mais importantes. Outra, criada em Santa Cruz, descoberta enquanto trabalhava num pet shop. Uma modelo de Duque de Caxias cujo pai, vendedor ambulante, costumava visitar a vitrine de uma loja só para admirar a fotografia da filha. E uma trancista de Queimados que embarcou pela primeira vez para o exterior e foi parar... na passarela da Prada!

Ui ui ui! E isso é só o começo da saga das brasileiras na SS27...

Tem uma estudante de Economia que trocou os planos acadêmicos pela moda, uma adolescente que ficou tão nervosa ao ser abordada num shopping que precisou da ajuda da mãe, uma artista que encontrou no teatro outra maneira de se expressar, uma menina de Araruama fascinada pela criação de imagens e uma jovem do Complexo do Chapadão que hoje ajuda a abrir oportunidades para novos talentos.

São Mauria Caetano, Larissa Almeida, Laiza de Moura, Giovanna Lannes, Sheila Bawar, Rayssa Ricardo, Laura Schulze, Kaia Ferreira e Juliana Nalú.

Nove mulheres, nove histórias muito diferentes e uma temporada SS27 que nos deu a oportunidade de olhar para elas com a atenção que merecem.

Eu sempre digo que a moda pode até começar pela roupa, mas a história não precisa terminar nela. E, depois de mais de duas décadas acompanhando essa "bagaça" de indústria, continuo achando fascinante descobrir quem são as pessoas que caminham dentro das criações que tanto analisamos.

Arraste para conhecer essas histórias, mon petit. A reportagem completa, assinada por mim, está no site House of Models.

MODELS FIRST... Sempre!

LARISSA ALMEIDA: UMA VITRINE EM DUQUE DE CAXIAS QUE ME FEZ OLHAR DUAS VEZES.

Essa história mexeu comigo de um je
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20 brasileiras. Quatro capitais da moda. Vinte histórias completamente diferentes chegando às mesmas passarelas.

Por @flage85 - @hofmoficial

A temporada internacional SS27 terminou na França, mas o rastro brasileiro ficou espalhado por Nova York, Londres, Milão e Paris... em estreias, exclusividades, openers, retornos importantes, relações cada vez mais sólidas com grandes maisons e carreiras que começam a ganhar outro peso.

Tem Queimados na Prada... Maceió abrindo Casablanca... Belo Horizonte chegando à sétima Chanel... Marau vivendo por dentro da Alexander McQueen... Tem estreia aos 18, carreira que começou há mais de uma década, primeira viagem internacional, primeira Fashion Week e nome que já não precisa mais ser apresentado como promessa.

É justamente essa mistura que me interessa.
Porque contar modelos brasileiras por quantidade é fácil... Entender quem são essas mulheres, de onde vieram e o que cada booking significa dentro de uma carreira é outra história, honey.

Nos próximos cards, o House of Models apresenta 20 brasileiras que ajudam a contar a temporada internacional para além do placar... 

Deslize e preste atenção nos nomes, bebê... é só o começo!

Kaia Ferreira + Ana Roveda

Tem Queimados na Prada e Novo Hamburgo chegando a Valentino... e eu gosto muito quando uma temporada internacional começa a desmontar a ideia de que existe um único caminho para chegar às grandes passarelas.

Kaia Ferreira tem 18 anos, saiu da Baixada Fluminense para fazer a primeira viagem internacional da vida e descobriu que seu primeiro desfile fora do Brasil seria justamente Prada, sob exclusividade. Depois ainda veio Loewe. Sim, bebê... começaram colocando a régua lá no teto.

Do outro lado dessa história está Ana Roveda, 21 anos, gaúcha de Novo Hamburgo, estreando internacionalmente em Paris com Valentino, Dries Van Noten, Carven e Vaquera. Uma estreia nada tímida para quem entrou na profissão em plena pandemia, através de videochamadas e seleções remotas do The Look of The Year.

Duas meninas, dois pontos diferentes do Brasil e uma mesma temporada dizendo alguma coisa muito interessante sobre essa nova geração.

Antes da passarela existe sempre uma história... E é
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