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É pai, marido, dança, lê e escreve sobre dança
Direção @tresemcena @godancas
Casado @taynnaoliveiras
Pai de @gabs_guarato @luviri333 @nicolas.guarato
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Acaba de ser publicado mais um artigo de minha autoria.

O que você pensa quando chega em um ambiente e vê um piso de taco bem cuidado? 
Se você for B-boy ou B-girl, provavelmente pensará: “aqui faço quantos slides eu quiser!”

Há bastante tempo tenho observado o conhecimento que as pessoas possuem sobre os pisos. Existem pessoas, especialmente B-boys e B-girls, que pensam alguns de seus movimentos levando em conta as diferentes características dos pisos, como nível, buracos, aderência e dureza. Por outro lado, existem pessoas que não costumam ter esse tipo de pensamento. O motivo não está em ser ou não B-boy ou B-girl. Mas no conhecimento sobre as affordances dos pisos.

Neste artigo parto da minha pesquisa sobre as condições de possibilidade do conhecimento e das minhas reflexões sobre o Breaking para:
1. Discutir o conceito de affordances.
2. Chamar atenção para a importância de analisar as propriedades dos pisos usados para dançar Breaking.
3. Propor uma metodologia para o Breaking com foco nas propriedades dos pisos.

O trabalho explica e discute diversos aspectos da mente humana, como Know-how, Skill, acuidade motora e experiência não-conceitual, para explicar como podemos olhar para um piso, pensar sobre ele e escolher como agir. Também é debatido o papel do corpo e do cérebro no conhecimento sobre como agir (know-how). Enquanto o enativismo defende a necessidade do corpo, eu explico que o cérebro é central quando se trata de saber como agir. Para isto, cito o caso da B-girl Branca (Obrigado pelo apoio, @branca.aguilar ), que tem um amplo conhecimento sobre o Breaking, incluindo sobre como dançar em diferentes pisos, apesar de por enquanto não poder manifestar este conhecimento dançando.

O título do trabalho é:
“UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA A DANÇA BREAKING COM FOCO NAS PROPRIEDADES DOS PISOS: ENTENDENDO AFFORDANCES COMO REPRESENTAÇÕES PROPORCIONADORAS DE AÇÕES INCORPORADAS CONTRA O ENATIVISMO”

O artigo faz parte do Dossiê “DANÇAS DE PERIFERIA E DA CULTURA HIP HOP: contextos, perspectivas, propostas pedagógicas, outros desdobramentos e problematizações” da nova edição da Revista Rascunhos (PPGAC/UFU).

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Historiografia da dança, colonialidade, memória e crítica cultural em pauta na UFPE!

No dia 30 de junho, o Curso de Licenciatura em Dança da UFPE recebe o pesquisador e professor Dr. Rafael Guarato (UFG) para a realização de dois seminários que dialogam com debates contemporâneos sobre a escrita da história da dança, seus processos de legitimação e os desafios de uma perspectiva crítica e decolonial.

As atividades integram o estágio de pós-doutorado desenvolvido pelo pesquisador junto ao PPGDança/UFRJ e abordarão temas fundamentais para estudantes, pesquisadores e artistas interessados nas relações entre dança, história, memória e produção do conhecimento.

🕕 18h50 às 20h30
Como identificar posturas historiográficas de caráter tradicional/colonizadora?

🕣 20h30 às 22h
Historiografar dança demanda reaprender a lidar com a arte e com artistas

📍 Mini Auditório 2 – CAC/UFPE
Transmissão ao vivo pelo canal do Youtube: ppgdan_ufrj 
📅 30 de junho de 2026
Atividade aberta à comunidade acadêmica.
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