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Celebrating creativity with this week’s curated collection of artists who inspire me - each image featured grabbed me instantly; whether it was because of their perspective, or the creation of narrative through the frame. 📷 🎞️

1. @_hi.brandon 
2. @helloanalogue 
3. @izzygoldenscans 
4. @noirnegative / @neonchimera 
5. @diilate 
6. @micheleonfilm 
7. @kev.in.kodachrome 
8. @weni.jong 
9. @alexsfilmrolls_ 

Curated by @thombradley_

What’s something that grabs you first in one of these images? Share some love for the photographers featured in this set and tag us in your next post 🤙
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🎞️ Touch the Sky Vol. 1 ☁️👋✨

#filmcloudchasers #🎞️☁️ #🌍☁️ 

☁️ @phototee83 🎞️ Kodak Gold 200
☁️ @alanadelbay 🎞️ Mr Negative f-64D
☁️ @izzysfilmlife 🎞️ 
☁️ @zackeryrt.film 🎞️ Kodak Ektar 100
☁️ @federicodelfreo 🎞️ Kodak Gold 200
☁️ @helloanalogue 🎞️ Perutz Color 160
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👸🏼: @helloanalogue 
🌹🌷 Happy Women’s History Month! 🌷🌹
#womenshistorymonth
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Analog community – appreciation post by @helloanalogue 🎞️

A gente acredita muito na fotografia analógica feita com intenção, explorando novas técnicas para alcançar algo incomum. E aceitar imperfeições é uma forma de chegar a resultados expressivos, com sua própria essência, ainda que estejamos sempre a redescobrindo. 

Ana Putka, brasileira, há 14 anos morando na Irlanda, registra seu dia a dia e vivências, em filme, como forma de expressar o que vê e sente. 

“Com o tempo, percebi que minhas fotos deixaram de ser apenas registros de viagens ou da vida de quem saiu do seu país há tantos anos. Hoje, elas falam mais sobre mim do que sobre os lugares por onde passei.” 

Aceitando a imprevisibilidade, Ana constrói as suas narrativas visuais abraçando os erros, e nos contou como lida com isso: “O imperfeito se tornou uma escolha estética. Minha câmera, com a vedação gasta, acabou virando uma das minhas favoritas. As falhas e os vazamentos de luz deixaram de ser acidentes e passaram a fazer parte da foto, assim como o movimento, os borrões e os enquadramentos “errados”. 

“Tenho entendido que o que é tecnicamente imperfeito pode ser esteticamente único. Nessas falhas existe algo que vai além da técnica: sentimento, acaso, alma. E o analógico parece ser o melhor caminho para acolher tudo isso.”

Ana conta o que isso tudo mudou em si e na forma de enxergar, através da fotografia analógica, seu dia a dia na Irlanda, ou mesmo por onde passa: 

“Passei a gostar das imperfeições quando comecei a enxergar minhas fotos como um processo artístico e a buscar criar uma identidade nelas. É um processo cheio de tentativa e erro, e, há algum tempo, tenho gostado de explorar o movimento, as texturas e as falhas.”

Quer colaborar no nosso feed? Manda suas fotos e nos conta sua história! ✌🏻 

#analog #filmisnotdead #35mm #shootfilm #nograinnoglory
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Week 40 - 2025
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