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Colaborador @mangasbrasil // Apenas mais um colecionador demostrando sua paixão pelo seu hobby.
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Seres demoníacos conhecidos como Youma ameaçam a humanidade, principalmente em pequenos vilarejos. Para sobreviver a essa ameaça, a humanidade contrata os serviços de um grupo chamado Claymore, formado por guerreiras que possuem corpos metade humanos e metade Youma e são encarregadas de derrotar os seres demoníacos em troca de dinheiro. É nesse contexto que conhecemos Clare, uma das Claymore encarregadas de salvar um pequeno vilarejo, onde conhece Raki, um jovem garoto que acaba perdendo tudo.

O início de Claymore é simplesmente fantástico. A obra tem o cuidado de apresentar seus conceitos iniciais e explicar ao leitor, pouco a pouco, ao lado do inocente e jovem Raki, como tudo aquilo funciona, desde a natureza das criaturas até as próprias Claymore e seus poderes, que as tornam mestiças.

A trama avança gradualmente em seus primeiros capítulos, até que somos apresentados ao primeiro arco da série, ambientado em uma cidade chamada Mahoroba. A história segue sem medo de aprofundar seus mistérios, até apresentar o passado de Clare ao lado da poderosa Teresa. É justamente nesse aspecto misterioso que envolve a organização Claymore que a obra ganha uma camada interessantíssima.

A arte de Norihiro Yagi também é simplesmente fantástica, com um traço limpo e cenários belíssimos, que se destacam principalmente pela construção de sua ambientação, com pequenos vilarejos, igrejas e catedrais que entregam um ar único à obra. Norihiro também capricha ao entregar diversas cenas de ação ao longo da história.

A edição da Panini chega com capa cartão com orelhas, miolo em papel offset, encadernação colada e costurada, além de brindes como um maxicard, um marca-página e um adesivo para o diário de leitura.

Republicar Claymore é um dos grandes acertos da Panini neste ano, trazendo de volta ao catálogo um dos grandes clássicos dos mangás de fantasia sombria. Com certeza, a obra vai agradar tanto aos novos leitores quanto àqueles que esperaram tanto tempo para revisitar a série e reencontrar esse início tão promissor e potente. Recomendadíssimo.

#mbreview #claymore #claymoreremix #editorapanini #planetmanga
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Mei Tachibana é uma jovem que não tem amigos nem namorado e passou todos esses anos vivendo sozinha. Até que, após um pequeno desentendimento no colégio, ela conhece Yamato Kurosawa, um dos alunos mais populares da escola, dando início a uma amizade que rapidamente evolui para um romance entre duas pessoas com personalidades bastante diferentes.

Diga que Me Ama conquista o leitor logo em seu primeiro capítulo. Apesar de apresentar uma premissa que, à primeira vista, parece um tanto clichê, a obra acaba nos ganhando pela personalidade de seus protagonistas. Enquanto Mei é uma personagem introvertida, com poucas amizades e uma personalidade mais fechada, Yamato é encantador e extrovertido. As diferenças entre os dois fazem com que suas personalidades se complementem, criando dinâmicas e conflitos interessantes.

O relacionamento de ambos avança de maneira surpreendente para um primeiro volume de romance, despertando a curiosidade sobre como a obra conseguirá sustentar e renovar sua narrativa ao longo dos próximos volumes.

Outro ponto positivo é a forma como a obra retrata o ambiente escolar com cara de ambiente escolar, com tramas mais sutis e, por vezes, até bobas, além de personagens que demonstram diferentes níveis de maturidade, refletindo bem a realidade de um colégio, um ambiente repleto de dramas que podem parecer exagerados em determinados momentos, mas que fazem parte dessa fase da vida. Além disso, a história apresenta reflexões importantes por meio de seus personagens secundários.

A arte de Kanae Hazuki entrega exatamente aquilo que esperamos de um mangá shoujo, com traços delicados e um design de personagens estiloso, com uma diagramação característica que se mostra competente e agradável.

A edição da MPEG chega ao mercado com capa cartão, sobrecapa e brindes, incluindo uma polaroid e um marcador de páginas.

Diga que Me Ama aposta nos clichês certos e consegue se destacar pelo desenvolvimento de seus personagens, deixando o leitor curioso para descobrir como a trama vai se desenrolar após um início promissor. Recomendado para quem gosta de romances escolares.

#mbreview #editorampeg #shoujo #kodansha
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Kyoko acaba atravessando os desertos em busca de seu namorado, Iba, um historiador que desapareceu misteriosamente enquanto investigava a Rota da Seda. Durante a jornada, Kyoko é sugada por um misterioso buraco nos céus e, ao despertar, percebe que foi transportada para a Mongólia do século XIII, tendo viajado no tempo de maneira inexplicável.

A partir dessa descoberta, Kyoko acaba reencontrando seu namorado, Iba, que agora é um poderoso escravo a serviço de Genghis Khan. Com o reencontro, ele encontra um novo motivo para sobreviver: permanecer ao lado do amor de sua vida em meio aos perigos daquele período histórico.

A edição da Panini reúne duas obras dessa série em um único volume. Na primeira, acompanhamos toda a trajetória do reencontro entre Iba e Kyoko durante essa viagem no tempo. Em meio a grandiosas batalhas e conflitos, os dois precisam lutar pela sobrevivência, mantendo a esperança de um dia retornar à sua realidade.

A narrativa constrói muito bem o relacionamento entre Iba e Kyoko, colocando Genghis Khan como uma figura ameaçadora a ser enfrentada ao longo da trama, explorando também os vínculos entre os personagens e as consequências de suas escolhas.

Na continuação, acompanhamos o legado da história iniciada com Iba, ainda no passado, mantendo o manto de Genghis Khan. Diferentemente da primeira parte, Buronson explora com mais intensidade os elementos de viagem no tempo e conduz a narrativa a um desfecho mais voltado à ficção científica.

Um dos grandes destaques da obra é, definitivamente, a arte de Kentaro Miura, ainda no início de sua carreira. É um alívio poder apreciar o trabalho do autor com uma abordagem diferente daquela encontrada em Berserk. Embora grande parte da obra também seja marcada por batalhas grandiosas, é possível perceber diferenças em sua diagramação e em seu estilo narrativo.

Ohrohden — A Lenda do Rei dos Lobos entrega uma obra coesa e divertida, misturando elementos históricos com uma pitada de ficção científica. Para quem espera uma história mais pé no chão e fechada, a leitura pode reservar uma grande surpresa, especialmente para os fãs de Buronson e Kentaro Miura.

#mbreview #buronson #kentaromiura #editorapanini
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