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Por Janaína Vieira (@jnavieira) 👑

No meio do processo de "Por Nós" pensamos em convidar uma artista para traduzir em imagem tudo o que esse álbum representa. Logo pensamos na Janaína Vieira (@jnavieira), artista visual, arte educadora, com uma trajetória que começou aqui no Vale do Paraíba e hoje alcança o Brasil.

Assim como o álbum fala sobre união e soma de forças entre mulheres, as obras nascem desse mesmo lugar. Corpos femininos entrelaçados representam o coletivo, a partilha e o acolhimento, dialogando direto com o manifesto "Fiquem Juntas": é nos braços das nossas que encontramos cuidado, resistência coletiva, afeto e a possibilidade de nos enxergar. Uma verdadeira rede de apoio.

As artes trazem também o espiritual, ligado à religiosidade afro-brasileira. Miçangas, búzios e o Sankofa aparecem como símbolos de ancestralidade: os búzios atravessam passado, presente e futuro, perguntando "que futuros nós, mulheres, queremos?"; as miçangas revelam o espelho de Oxum e o Sankofa, ganhando novos significados para além do adorno.

As águas abrem caminho para o novo sem pedir licença, inspiradas no dito popular "as mulheres são como as águas, crescem quando se juntam". A paleta escolhida dialoga com as cores dos ensaios e com a própria identidade visual da artista, unindo tudo isso numa só proposta.

Só tenho a agradecer pelo olhar, por sua arte e amo ter pessoas por perto que pensam, vivem e criam por nós. 

Por todas nós. 🙏🏿

"Por Nós" é um lançamento Dreamland Digital (@dreamland.digital)

#rapbr #rapbrasil #rap #artebrasileira #arte
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No último sábado, reuni algumas pessoas que fizeram parte de toda essa trajetória para celebrar junto comigo o lançamento de "Por Nós", lá no Estúdio Wasabi (@estudiowasabi). 👑

Foi um encontro de gente que acreditou, que somou, que esteve junto em cada etapa desse processo. Cada faixa desse álbum carrega um pedaço de cada uma dessas pessoas, e nada mais justo do que começar esse ciclo em boa companhia, brindando junto.

Estive ao lado, como sempre, do meu companheiro de vida e de rap @leandromalako, teve a participação incrível da minha amiga @meire.dorigem, dividindo o palco comigo em "Afasta" 🙏🏿

Muito obrigada pelo espaço @diegoxavier!

Queria agradecer muito pela parceria do @vegdandas, @dandas_fumega e @naoeassimquedesenha que fortaleceram também nessa noite linda. 

Queria agradecer também a @jnavieira pelo trabalho incrível da arte de "Por Nós". 

Gratidão é a palavra que resume essa noite. 🤎

"Por Nós" é um lançamento oficial do selo Dreamland Digital (@dreamland.digital)

#rap #rapbr #rapbrasil
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O funk é a voz de trabalhadores, jovens e artistas que transformam a realidade em arte, criando uma cadeia cultural que movimenta sonhos e gera milhares de empregos.

No entanto, o preconceito insiste em tentar criminalizar nossa história. Quando uma exposição dedicada à memória do funk é encerrada sem diálogo, o que se ataca é o direito de um povo contar sua própria trajetória.

Censura não é só proibir, é desvalorizar, perseguir e intimidar uma expressão por sua origem. Defender o funk é defender a liberdade artística e a diversidade da nossa cultura brasileira.

Convidamos todos que acreditam na democracia a ocuparem conosco a Audiência Pública em Defesa do Funk e da Cultura Periférica. Vamos exigir respeito, transparência e mostrar que nossa identidade é inabalável.

Funk é cultura e cultura não se censura.
📅 15 de Junho
⏰ 18h
📍 Plenário Dom Pedro – ALESP
📌 Av. Pedro Álvares Cabral, 201 – Ibirapuera
⚠️ INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA ACESSO À ALESP:
• É obrigatória a apresentação de documento oficial com foto.
• Todos os visitantes passam por revista na entrada.
• Não é permitida a entrada com:

❌ Armas de qualquer natureza;
❌ Objetos perfurantes ou cortantes;
❌ Materiais inflamáveis;
❌ Garrafas de vidro;
❌ Fogos de artifício ou sinalizadores;
❌ Objetos que possam comprometer a segurança do local.

Chegue com antecedência para facilitar seu acesso.
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Antes de estar no 16° Salão Nacional dos Novos, foi preciso radicalmente me imaginar nele. 

Uma vez a @isabellamir__ , disse que “quando a gente vem de espaços de segregação, de espaços de exclusão, de espaços onde nós somos silenciadas o tempo inteiro, não é só as outras pessoas que não esperam nada da gente, a gente também não espera nada.” Essa despossessão da expectativa não é individual, ela é fabricada, reiterada, distribuída. E quando, ainda assim, atravessamos certos limiares, como a universidade, o que se impõe é a disputa exaustiva por permanência. Sobreviver materialmente, sustentar o corpo, justificar continuamente a própria presença.

Nesse cenário, o que se chama de conhecimento é também campo de exclusão. O epistemicídio, a recusa de nossas memórias e saberes como produção legítima, atua lado a lado com a precarização das condições de existência. E, no entanto, algo escapa. Há um saber que não depende de validação institucional para existir. Um conhecimento transcestral, que circula no cuidado e na invenção cotidiana de si e do mundo. 

É nesse movimento que se afirma uma outra possibilidade de mundo, como disse @susy.shock “como construtoras, criadoras irreverentes, projetistas sólidas de um outro mundo, melhor, mais justo, mais equitativo, mais digno. Porque essa é também, e deve ser, a audácia trans: não presumir que, por estarmos no fundo de todas as lixeiras, no fundo de todas as distribuições, no fundo de todas as agendas, não podemos exigir e merecer tudo.”

Entre a interdição e a invenção, entre o apagamento e a continuidade, aquilo que se constrói é insistência. E, nesse percurso, há também o que sustenta de forma menos nomeada, mas não menos potente: a fé. Como aprendi com @claudia_rodriguez_poesia , ela também é parte do que nos constitui.

As vidas trans, por imaginarem e me ensinarem a imaginar, obrigada!

16° Salão dos Novos @amigoscasadacultura 
Curadoria de @juliana_crispe e @franzoiartista
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Residência - Reimaginário da mulher caipira no @sescsjcampos 

Diário de percurso 

8 encontros, 15 mulheres, diversas idades e diversas histórias. Todas encantadas e conectadas por um fio condutor, o reimaginar a mulher caipira e tudo o que envolve esse universo, atraves da obra “Agua Funda” da escritora valeparaibana Ruth Guimarães.

Utilizando tecnicas mistas como, pintura em tecido, bordado, aplicações texteis, modelagem em barro e a escrita, percorremos um caminho precioso juntas. Cada uma em seu tempo e no seu modo de fazer.

Tinhamos como ferramenta, o diario de bordo. Um pequeno livreto desenvolvido por mim e diagramado pelo @douglasreis___ . 

Um abraço em todas as alunas maravilhosas que se mantiveram de coração aberto em todas as aulas. 

Um grande salve a memória e toda grandiosidade da Dona Ruth, que continua nos emocionando e nos ensinando muitos saberes. @instituto_ruth_guimaraes 

Um abraço e um agradecimento tambem a  equipe do @sescsjcampos em especial a @allinelola 🍀

Assistência e fotos: @douglasreis___
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