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1 uma caminhada extensa com leo conversando sobre tudo e ao mesmo tempo ainda muito a conversar, passando pela cinemateca portuguesa 
2 encontrando os amigos em um noite engatada
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Cenas de “Ecologias do corpo”, coletiva que assino no Paço Imperial do Rio de Janeiro

“Escuta: eu te deixo ser, deixei-me ser então.”, Clarice Lispector (Água Viva)

“Discutir o transmorfismo na arte e na vida é falar também sobre liberdade. Liberdade de deixar-se ir para fora, mas principalmente para dentro de nós mesmos. Uma 
liberdade que não se afirma pela autonomia, mas pela capacidade de atravessar e ser atravessado — de reconhecer-se múltiplo, em relação, em constante metamorfose. É sustentar tal transformação, mesmo quando ela dissolve aquilo que pensávamos ser. Há, nesse gesto, uma ética do descontrole: permitir ao outro — humano ou não — existir em sua alteridade, ao mesmo tempo em que se aceita o risco de não coincidir consigo mesmo. Ser livre, nesse contexto, é abdicar da forma fixa, é consentir com o fluxo, é existir na borda entre o que já foi e o que ainda não tem nome.” (Trecho do te to curatorial)

@pacoimperial_rj 
Até 6 de setembro
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#emcartaz “85 segundos antes da meia-noite”, coletiva que reúne obras de Dalila Gonçalves, Eduardo Antonio, Fernando Moletta, Isabel Cordovil, Juno, Leka Mendes, Marina Borges, Pedro Zhang e Teresa Murta, com curadoria de Chico Soll (@chicosoll), em exposição na Buraco (@buuraco, na cidade de Lisboa.

A mostra dá continuidade à parceria entre a BURACO e a Gruta, iniciada em julho de 2025.

A colaboração entre os dois espaços de arte fortalece o intercâmbio entre Brasil e Portugal, reafirmando o compromisso de ambas as instituições com a circulação de artistas, práticas curatoriais e redes autônomas de arte contemporânea.

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Artistas:

Dalila Gonçalves @dalilagoncalves.artist 
Eduardo Antonio @eduardolantonio 
Fernando Moletta @fernandomoletta 
Isabel Cordovil @isabel.cordovil 
Juno B @junoxb 
Leka Mendes @lekamendes 
Marina Borges @bancodeimagens1 
Pedro Zhang @zhang._jk 
Teresa Murta @teresa.murta 

Agradecimentos especiais às galerias @bolsadearte e Yehudi Hollander-Pappi.

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#Abertura a partir das 15h
BURACO – Calçada do Moinho de Vento, 16B / 1150-206 Lisboa, Portugal.
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Conheça os artistas de “85 Segundos antes da Meia-Noite”, mostra que reúne artistas brasileiros e portugueses e será apresentada no Espaço de Arte Buraco (@buuraco), em Lisboa, em parceria com a GRUTA.

Fernando Moletta (@fernandomoletta)
Entre pintura, escultura e vídeo, reflete sobre modernismo, tempo e utopia.

Dalila Gonçalves (@dalilagoncalves.artist)
Artista portuguesa com trajetória internacional, reconhecida por pesquisas em pintura, fotografia e instalação.

Eduardo Antonio (@eduardolantonio)
Sua pintura investiga o encontro entre memória, sonho, folclore e inconsciente.

Isabel Cordovil (@isabel.cordovil)
Desenvolve instalações e esculturas que revisitam mitos, símbolos e questões de identidade.

Juno B (@junoxb)
Artista transdisciplinar que explora ficção, mutação e paisagens pós-industriais.

Leka Mendes (@lekamendes)
Transforma resíduos urbanos em obras que investigam memória, matéria e paisagem.

Marina Borges (@bancodeimagens1)
Cria objetos, vídeos e fotografias que tensionam desejo, surrealismo e cultura material.

Pedro Zhang (@zhang._jk)
Desenvolve pinturas que exploram memória, figura e atmosferas de caráter ritual.

Teresa Murta (@teresa.murta)
Sua pintura transita entre o fantástico, o absurdo e a metamorfose poética do real.

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Curadoria: Chico Soll (@chicosoll)

#Abertura: 18 de julho de 2026.
Visitação: sábados, das 15h às 19h.

BURACO
Calçada do Moinho de Vento, 16B
1150-206 · Lisboa, Portugal
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Fotofantasma investiga as relações entre fotografia e fantasmagoria, entendendo o registro fotográfico como uma forma de tecnomagia: dispositivo capaz de apreender fenômenos e devolvê-los como vestígio, elaborando manifestações e invocando presenças. Entre eventos sobrenaturais, signos do oculto, paisagens misteriosas, gestos fortes, olhares penetrantes, rituais de fé e cenas de transe individual ou coletivo, cada imagem magnetiza a atenção reverberando tensões históricas ainda ativas, acentuando o jogo de luz e sombra da condição humana e expondo as fissuras que fendem o real.

Aberta no dia 14 de março, no @museudafotografiafortaleza, a mostra de longa duração reúne cerca de 100 obras — de 37 artistas — que compõem a coleção do Instituto Paulo e Silvia Frota. 

Curadoria: Germano Dushá
Curadoria adjunta: (@arianaynuala)
Projeto expográfico: Alberto Rheingantz (@albertorheingantz)
Projeto gráfico: Praia Preta (@praiapretaempresaglobal)
Ass. curadoria: João Pedro (@jpedrozszs)
Ass. design gráfico e mídias sociais: Christian Proença (@ccccccccccccp)
Montagem, cenografia e iluminação: Agile Montagem (@agilemontagemproducao)

Agradecimentos especiais: Yehudi Hollander-Pappi (@myehudi @monicahollander @_spappi) e Juno B (@junoxb)

📸 Igor Ribeiro (@igorilr)

🗓️ Até março de 2027
📍 Museu da Fotografia Fortaleza
🎟️ Entrada gratuita
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Carnaval 2026, São Paulo
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