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Vamos com tudo pro segundo turno!
Família Lassery Simi atenta e forte. ⭐️❤️ 
Que privilégio estar com vocês na luta.
@carlo.simi @klassery @carlalsimi
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Minha mãe é como uma tarde de clima ameno numa casinha perfumada e confortável. Há um bolo no forno quase pronto e o café acabou de ser passado. Numa mesa, porcelanas delicadas. Ao fundo, ouço Marisa Monte e minha mãe cantando junto, e a voz da minha mãe é muito doce e suave, então harmoniza com a voz da Marisa, com o cheiro do bolo e do café, com os detalhes floridos das porcelanas e com os tons pasteis do céu à tarde. Uma borboleta colorida pousa na janela dessa casinha. Minha mãe também é como essa borboleta. Ela é a casa mas também é o mundo todo. 🦋💕
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Nada poderia me preparar pro que eu vivi no dia 3 de maio de 2025 em Copacabana.
Eu fui uma adolescente Little Monster. Quando eu descobri a Lady Gaga, lá em 2010, eu tava descobrindo muita coisa ao mesmo tempo. Tava naquela jornada de descobrimento de identidade e acabei descobrindo muito cedo que eu não me encaixava em boa parte do que é esperado socialmente e que aquilo traria consequências diretas pra minha vida. Eu tinha 13 anos, só queria viver minha juventude, mas tinha que me preocupar com coisas que eu nem entendia direito. Tinha que me preocupar se me aceitariam. Tinha que carregar um peso enorme que nem era meu, mas que colocaram sobre os meus ombros. Me sentia perdida, sozinha, errada. Todo o amor que eu tinha pra dar foi reprimido. 
Mas aí, ela apareceu. Apareceu como um abraço confortável, um afago, uma luz no meio da escuridão e do medo, como se a cada nota cantada, ela dissesse: “vai ficar tudo bem”, “tá tudo bem ser você”, “você é amada”…
A “Mother Monster” tem esse apelido porque ela é sinônimo de acolhimento. Porque ela sempre se mostrou pro mundo com todas as imperfeições e vulnerabilidades inerentes à natureza humana, nos ensinando que isso é normal e que a gente deve acolher nossos monstros, nossos medos.
Quebrando qualquer tipo de hipocrisia - tão típica de tantos grupos que nos atacam -, ela levantou nossa bandeira com coragem e convicção, se tornando o refúgio de todos os “desajustados”. E não só isso: fez a gente ter orgulho disso. Orgulho de ser exatamente quem a gente é. Sem culpa, sem peso. Just dance!
Com o hino “Born This Way”, ela colocou a coroa na cabeça de vez e virou a rainha de todos nós, fazendo a nossa bandeira balançar com toda a força do mundo, transformando nossas vidas, trazendo o gás que precisávamos pra seguir, pra acreditar… (continua nos comentários)
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