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Semana de Arte do Rio no Arco.

Mais de 600 pessoas passaram pela abertura da exposição Habitar Arco, com curadoria do Peralta @peralta_zo e expografia da Lorena Peña @ellapena_ 

Foram 132 inscrições para 95 vagas nas atividades da semana: a roda “Brasis para além da imagem”, com a @leticiacffonseca e o @centrocariocadefotografia ; a oficina de estamparia manual e modelagem intuitiva, com a @floracoll ; a oficina “Da construção fotográfica à desconstrução pictórica”, conduzida pelos habitantes @chikopg , @eon.bill e @luis_bellas ; o Laboratório de Incompatibilidades, com o @pife.video ; e a oficina Letras vivas, com o @soletrabraba . Também teve ateliê aberto e o encerramento da exposição.

Obrigado a quem veio, a quem se inscreveu e a quem acompanhou de longe. Esperamos vocês no próximo ciclo.

Agradecemos à @prefeitura_rio , à @cultura_rio e à @semanadeartedorio pela realização, e aos nossos apoiadores, @nararoesler , @kubaaudio , @opy.solucoesurbanas , @cmnengenharia e @duxan.br
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@casa.noz e @arco_xv 🫶👊
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Nós sempre botaremos a vibe 🙌🏽
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No sábado, dia 12, a partir das 11h, recebemos vocês pela primeira vez, a estreia é a exposição “Habitar Arco: Diálogos transdisciplinares”, coletiva dos habitantes da casa, @chikopg , @eon.bill e @luis_bellas . Não precisa marcar nada, é só chegar!

Três disciplinas dividem a mesma casa, fotografia, pintura e design, se atravessam, e inevitavelmente se influenciam.

Curadoria por Peralta @peralta_zo , expografia da Lorena Peña @ellapena_ e direção gráfica de Ívanno José @soletrabraba .

A exposição fica de 12 a 27 de setembro, com entrada gratuita. A abertura e o encerramento são livres. No dia 27, o encerramento traz a conversa “Habitar Arco”, com o @peralta_zo .

Nos dias entre os dois “13 a 26”, a visita é marcada, abriremos o agendamento em breve.

Agradecemos à Prefeitura do Rio e à Secretaria de Cultura pela realização da Semana de Arte, e aos nossos apoiadores, @nararoesler , @kubaaudio , @opy.solucoesurbanas , @cmnengenharia e @duxan.br .

Arco do Teles, Praça XV de Novembro 34, Sobreloja.
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Luis Bellas diz: “O passado me condena à penitência, o futuro lança-me ao desassossego; no presente encontro-me inteiro, vivo.” 

Sua prática é fruto da constante inquietude que sente diante da realidade e do fazer de forma inconsciente. Não tem interesse por resultados resolutivos ou previamente planejados. Para ele, criar novas realidades a partir das limitações oferecidas pelos próprios materiais o satisfaz e o estimula a criar novas relações com o presente.

Formou-se em desenho industrial com vasto interesse no design gráfico e no design de produto, embora sua especialização seja em moda. Aprofundou-se em direção de arte, figurino e desenvolvimento de produtos, práticas que alimentam sua inquietude e lhe permitem trabalhar tanto o plano quanto o tridimensional.

Seu primeiro contato com nanquim aconteceu ainda na adolescência e desde então tornou-se seu principal material de pintura junto com o papel e a água. Em suas pinturas, as manchas de nanquim entram em contato com o papel molhado e criam formas vivas, progressivas e irreversíveis. Esse processo o obriga a permanecer no presente num ritual cíclico de repetidas tentativas, erros e conquistas. Diante de algo tão fúgido e incontrolável como o fogo, ele procura desamarrar-se do ego humano, da tentativa de controlar o incontrolável, e se propõe a criar novas realidades: ele navega, se perde em meio ao desafio até se afogar para emergir com algo novo.

“E eu caminho em corda bamba até o limite de meu sonho. As vísceras torturadas pela voluptuosidade me guiam, fúria dos impulsos. Antes de me organizar, tenho que me desorganizar internamente. Para experimentar o primeiro e passageiro estado primário de liberdade. Da liberdade de errar, cair e levantar-me.” -Água viva, Clarice Lispector
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O Centro do Rio é feito de camadas. O que a cidade construiu, o que ela abandonou e um cenário cultural que vem florescendo e organizando esse caos urbano. O Arco nasce aqui.

O Arco é um ateliê transdisciplinar. Pintura, audiovisual e design habitam a mesma casa e nunca trabalham isolados: se atravessam, se questionam e se transformam pelo encontro. Em outra faceta, é ateliê-escola, um espaço coletivo de criação e aprendizado que conecta pessoas e territórios pela troca e pela educação horizontal, num fluxo constante entre quem está dentro e quem chega.

Aqui habitam Chiko @chikopg , Bill @eon.bill e Luis @luis_bellas . O trabalho de um inevitavelmente encontra e influencia o do outro. É esse encontro que abre ao público no dia 12 de setembro, o Arco começa a funcionar e entra na programação oficial da Semana de Arte do Rio.

As condições que permitiram o surgimento da vida são as mesmas que permitem a criação de arte: elementos crus, que combinados, geram energia e formam uma nova estrutura, a combinação não para. Estruturas se permutam, com naturezas que não se pareciam, e o resultado é ora ordinário, ora extraordinário. No Arco, a transdisciplinaridade provoca o expontâneo e é assim que a porta pra criacao se mantém sempre aberta.
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