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Vamos de assédio né?!
Pauta da semana e euzinha, reles mortal com meu insta feminista não poderia me calar porque a máxima que aprendemos ao longo da vida está errada, afinal "QUEM CALA NÃO CONSENTE".
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Primeiramente o patriarcado empoderou práticas entre homens e mulheres que não são "naturais", mas  foi assim que aprendemos e isso nos torna suscetíveis à essa naturalização.
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MULHERES achando que são responsáveis pelos assédios sofridos, violências, palavras de inferioridade, muitas vezes inclusive, confundindo os assédios com "cantadas" ou formas de validação de sua autoestima.
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HOMENS acreditando que tudo gira em torno do seu falo (pênis), que podem tudo, que suas demonstrações de desejo devem ser aceitas independente de serem com palavras, mensagens, ou até mesmo com as "suas mãos".
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Ontem no BBB vimos dois caras serem expulsos por terem importunado, assediado, abusado, invadido, violado os espaços de uma mulher recém chegada no programa,  pareciam leões enjaulados que diante de uma carne nova estavam prontos para atacar a presa, só que essa "presa" era uma mulher. Ela por sua vez se sentiu culpada porque esse mesmo patriarcado que empodera o comportamento dos dois a fez "se acostumar" com aquilo que deveria ser "inadmissível". As redes sociais divulgaram a notícia e os julgamentos à postura dela, a mãe do sapato dizendo que ela foi justamente para isso, que a direção do programa a colocou para "causar" entre outras aberrações. 
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A análise das mulheres ao longo da História sempre foi essa, o que muda é o tempo e o espaço, mas "Se não por culpa delas, sempre com elas". 
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Na Idade Média queimadas, expulsas, até o século passado apanhavam de seus maridos "legalmente", a "falta" da virgindade anulava casamentos, neste século leis como Maria da Penha, Feminicídio etc.
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A reflexão não é sobre cancelar dois caras gente boa, muito menos passar pano, mas sobre desnaturalizar padrões que não funcionam mais, o processo de aprendizado e de desconstrução do patriarcado não é fácil e precisa de muitas análises, educação para homens e mulheres.

A cada 7 minutos uma mulher é estuprada no Brasil.
A cada 10 horas uma mulher é morta.
#nemtodohomemmassempreumhomem
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Hoje, 27 de janeiro, Dia Internacional da Memória do Holocausto, a UNICEF, o Museu do Holocausto e a Confederação Israelita Brasileira lançam uma importante campanha #ContarParaViver que tive o prazer de participar. 

Criada pela Cappuccino Digital @vitorelman, com produção da @elostudios_ tem a direção de Cao Hamburger, assistência de direção de @carolcampanelli, produção executiva de @pauladpgarcia, direção de arte de @anamaraabreu, fotografia de @felipecorvellodp, produção de set, objetos e figurino de @luttithais.

Que as histórias de violência contra as minorias sejam contadas, relembradas e reverberadas como forma de combater a negação, a intolerância e o ódio.

Ficha técnica Elo Produções:
Sabrina Nudeliman Wagon - Produtora & CEO Elo Studios
Cao Hamburger - Diretor
Ana Carolina Campanelli - 1a Assistente de direção
Paula Garcia - Produtora executiva
Fernanda Alves - Assistente de produção executiva
Manu Marinho - Controller
Victor Graciliano - Assistente de Controller
Thais Lutti - Produtora set/objetos/figurino
Brulli Maria Liziero - 1a. Assistente de produção set/objetos/figurino
Gabriela de Andrade - 2a. Assistente de produção set/objetos/figurino
Ana Mara Abreu - Direção de arte
Amanda de Souza Silva - Maquiadora
Felipe Corvello - Diretor de Fotografia
Rodrigo de Oliveira - Som direto
Douglas Ferreira - Operador de câmera
Thiago Meira - 1º assistente de câmera
André Djanikian - Eletricista
Eder Yukio - Assistente de edição
Taíssa Rios - Montadora
Felipe Lafé - Montador
Raimo Benedetti - Edição - Coordenação
Ana Carolina Campanelli - Coordenação de pós-produção
Binhu Fehr - Correção de cor e Finalização - V8
Clara Camargo - Head de Marketing Digital e Branded
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