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bailarina na @saopaulociadedanca
vivendo e fazendo arte :)
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Ao som dos instrumentos da Orquestra do Theatro São Pedro e da Banda Jovem do Estado de São Paulo, sob a regência do maestro Cláudio Cruz, a São Paulo Companhia de Dança subiu ao palco para emocionar o público com o segundo ato do balé “Giselle”, remontado por Lars Van Cauwenbergh (@larsvc). A obra começa após a morte da protagonista, quando ela se torna uma Willi - espíritos de jovens mulheres que morreram antes do casamento por terem o seu coração partido. 

Esses espíritos são regidos pela Rainha Myrtha, que amaldiçoa qualquer homem que entrar na floresta após o anoitecer a dançar até à morte. Mas ao contrário das demais Willis, Giselle é capaz de transformar toda essa raiva e amargura em perdão, ao invés de vingança.

O programa contou ainda com a peça “Maria Tudor”, de Antônio Carlos Gomes, executada na abertura pela Orquestra do Theatro São Pedro e Banda Jovem do Estado de São Paulo; e com a obra neoclássica “Alvorada”, de Yoshi Suzuki.

Confira aqui alguns registros dessa obra que segue emocionando gerações!

📸: Iari Davies (@iari.en.quadros), Manoela Belinello (@manubelinello), Wagner Freitas (@wagnersdefreitas) e Gabriel França (@gfrancag)
 
@governosp @culturasp 

#SPCD2026 #cultsp #tudoviracultsp Carrossel de 14 fotos

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A imagem mostra um grupo de bailarinas em cena, provavelmente em uma apresentação de balé clássico. Elas usam vestidos brancos e esvoaçantes, com véus leves cobrindo a cabeça, e estão distribuídas em formação simétrica no palco. Todas parecem estar executando um movimento de dança com os braços abertos e as pernas elevadas ou estendidas, enquanto a outra fica de apoio, transmitindo leveza e delicadeza. O cenário ao fundo é escuro, em tons de azul e roxo, o que destaca ainda mais os figurinos claros e cria uma atmosfera etérea e elegante.
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Ei, fique atento, que em breve traremos novidades! Por enquanto, você fica com um spoiler: os registros de uma das nossas obras mais especiais: “O Quebra-Nozes no Mundo dos Sonhos”, de Márcia Haydée. A criação é baseada no renomado balé, composto por Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893), mas com adaptações inspiradas na cultura brasileira e nas lembranças da infância da própria coreógrafa. 

Algumas dessas mudanças estão na personagem da Fada Açucarada, que na nossa versão é a Estrela Vega, a estrela mais brilhante; e os Flocos de Neve se tornaram Raios de Luz da aurora boreal. Márcia quis trazer esse imaginário após ver, pela primeira vez, o céu da Finlândia.

Ainda há muitas outras adaptações que expandem essa obra, que veio a se tornar uma das criações mais queridas da SPCD! Continue com a gente, que em breve te contamos tudo!  

@governosp @culturasp 

#SPCD2026 #cultsp #tudoviracultsp #MemóriaSPCD #BaléClássico Carrossel de 20 imagens

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A imagem mostra uma bailarina em posição de dança clássica, como se estivesse flutuando no ar, com um braço elevado e o outro aberto para baixo. Ela usa um vestido azul brilhante, de saia ampla e rodada. O fundo é escuro, em tons de azul e roxo, com aparência de céu estrelado ou mapa celeste. Nele aparecem nomes de constelações, como “Auriga”, “Perseus”, “Taurus” e “Triangulum”, além de linhas e pontos que lembram um mapa astronômico. A cena transmite leveza, delicadeza e uma sensação de sonho, como se a bailarina estivesse dançando no céu.
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| ALVORADA | de @yoshi_suzuki para @saopaulociadedanca

• Temporada 2026 @theatrosaopedro✨
Junto com Orquestra do Theatro São Pedro e Banda Jovem de São Paulo 🎻
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Direção: Inês Bogéa 
Co-direção: Milton Coatti 
Ensaiadores: Bruno Veloso, Joca Antunes e Hebert Caetano 
Coreógrafo: Yoshi Suzuki
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Um balé que celebra recomeços e renovações, “Alvorada” é uma obra neoclássica, de Yoshi Suzuki (@yoshi_suzuki), solista da SPCD - a sua primeira criação para a Companhia. A obra foi criada como parte do Programa de Desenvolvimento das Habilidades Futuras do Artista da Dança (PDHFAD), que permite que bailarinos do elenco tenham uma imersão em outras áreas de atuação da SPCD. 

Toda a trilha é composta por trechos instrumentais de óperas brasileiras do período romântico, compostas por Antônio Carlos Gomes (1839 - 1896), que embalam movimentos do balé clássico numa perspectiva atual. Esse contraste você percebe também no figurino, que se assemelha a roupas casuais do dia-a-dia.

A temática se apoia na simbologia do alvorecer: os primeiros raios de sol que iluminam o dia e trazem consigo um recomeço, aberto a possibilidades e novas identidades.

A apresentação também contou com o segundo ato de “Giselle”, por Lars Van Cauwenbergh; um dos grandes clássicos do balé de repertório, e com a peça “Maria Tudor”, de Antônio Carlos Gomes, com música ao vivo da Orquestra do Theatro São Pedro e da Banda Jovem do Estado de São Paulo, sob regência do maestro Claudio Cruz.

Arraste para o lado e confira os registros dessas noites espetaculares, e continue nos acompanhando, que ainda temos muito a compartilhar!

📸: Manuela Belinello (@manubelinello), Gabriel França (@gfrancag) e Wagner Freitas (@wagnersdefreitas) Carrossel de 13 slides

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A imagem mostra um grupo de bailarinos em um palco escuro, iluminado por uma luz quente que destaca o corpo dos artistas e o chão brilhante. No centro, uma bailarina de figurino claro é erguida no alto por outro bailarino, com os braços e uma perna estendidos, transmitindo leveza e equilíbrio. Ao redor dela, os demais integrantes do grupo estão dispostos de forma simétrica em diferentes posições de dança: alguns estão ajoelhados, outros em pé, todos com os braços curvados, elevados acima da cabeça, criando formas elegantes e harmoniosas. Os figurinos dos demais bailarinos são pretos, o que faz o destaque da bailarina central ficar ainda maior. A cena transmite força, sincronização, graça e dramaticidade.
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Por aqui os ensaios estão a todo vapor! Hoje você confere alguns registros dos ensaios de “Alvorada”, de Yoshi Suzuki, que vamos levar ao palco do Theatro São Pedro essa semana, nos dias 16 a 20 de setembro, com música ao vivo da Orquestra do Theatro São Pedro e da Banda Jovem do Estado de São Paulo!

A obra gira em torno do conceito de recomeço e traz uma imagem do frescor do amanhecer, traduzido em renovação e continuidade. É a estreia de Yoshi como coreógrafo, e integra o Programa de Desenvolvimento das Habilidades Futuras do Artista da Dança (PDHFAD), que permite que integrantes do elenco experimentem outras possibilidades para além dos palcos com outros times da SPCD.

O espetáculo também vai contar o com o segundo ato de “Giselle”, por Lars Van Cauwenbergh, compondo uma noite inteiramente clássica, que você não pode perder!

Os ingressos para os espetáculos já estão disponíveis pelo link: theatrosaopedro.byinti.com/, também na nossa bio. Para o ensaio aberto, no dia 16/9, a distribuição tem início um dia antes, pelo mesmo link! 

Nos vemos lá!

 📸: Manoela Belinello (@manubelinello) Carrossel de 8 slides

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A imagem mostra um homem em primeiro plano, em uma sala iluminada, possivelmente um estúdio de dança ou aula de movimento. Ele está com o braço estendido para a frente e a cabeça levemente inclinada para trás, com uma expressão concentrada e serena, como se estivesse seguindo uma coreografia ou fazendo um exercício corporal.

Ao fundo, há outras pessoas também em movimento, parcialmente desfocadas, sugerindo que ele está participando de uma atividade em grupo. O ambiente tem janelas grandes, por onde entra bastante luz natural, e as paredes são claras, criando uma sensação de espaço aberto e tranquilo.
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Swan lake 2026 para @saopaulociadedanca 🦢🤍
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Quem esteve com a gente no Teatro Sérgio Cardoso, no início do mês de junho, pode se encantar com um dos maiores clássicos do balé: “O Lago dos Cisnes”, em sua versão completa por Mario Galizzi! 

Nos próximos posts, você poderá matar a saudade e conferir alguns registros realizados ao longo da nossa Temporada 2026! Hoje, trazemos imagens dos atos I e III, que acontecem no palácio. O primeiro, mostra o aniversário do Príncipe Siegfried, onde sua mãe, a Rainha, pressiona para que ele se case, para que possa se tornar rei. No terceiro, acontece o baile, no qual pretendentes de diferentes nações tentam conquistar seu coração.

Ambos os trechos mostram o cotidiano da corte, o que era comum de ser representado nos balés na época em que teve sua estreia, em 1895, por Marius Petipa (1818 - 1910).

Ainda temos muito para relembrar das duas semanas que subimos ao palco do Teatro Sérgio Cardoso! Continue conosco para não perder nada!

📸: Iari Davies (@iari.en.quadros) e Manoela Belinello (@manubelinello)

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Ministério da Cultura, Estado de São Paulo e Associação Pró-Dança apresentam São Paulo Companhia de Dança, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Patrocínio: Itaú e Laranjinha Itaú. Apoio: BS2 e Colégio Móbile. Parceria: Giuliana Flores e Linktel. Realização: Ministério da Cultura, Estado de São Paulo e Associação Pró-Dança. Carrossel de 20 fotos

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A imagem apresenta um cenário de ballet. No centro do palco, três bailarinos se destacam: um artista masculino, vestido com uma camisa brilhante e calças brancas, segura as mãos de duas bailarinas. Uma das bailarinas se destaca por seu vestido claro e está em uma pose elevada, com uma perna esticada para cima, enquanto a outra, vestida em um tom de laranja, a acompanha.

Ao fundo, uma linha de outros bailarinos observa a cena, todos vestindo trajes variados que refletem um elenco vibrante e diversificado. O ambiente é iluminado dramaticamente, criando um contraste entre os bailarinos e o fundo escuro do palco, que é emoldurado por arcos arquitetônicos. O clima é de celebração e graça, refletindo a energia e a emoção do desempenho do ballet.
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A vida ultimamente 🤍
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