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@allan.greskiv
@drap_planet
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Minha caminhada em Milho Verde foi longa, mas nunca seguiu uma linha reta. Pelo caminho, cada desvio se mostrou tão interessante quanto o próprio destino. Hoje, agradeço por todas as curvas que fizeram parte dessa estrada.

Algumas pedras ficaram pelo caminho:
Senzala SDS - V8
Djah - V8
Bella Ciao - V8
Sabotagem - V8
Pan - V7
Pé de cabra - V7
Saldado João - V7
Trampo Eterno - V7
Nanga parbat - V6
Chamado Rupestre - V6
OPCV - V6
Chica da Silva - V5 ⚡️
Pra você - V5
Batedor - V5 
Milharina - V5
Tarumã - V4
Brisa - V4 ⚡️
Fim de tarde - V4
Tafari - V4 ⚡️
Be water - V3 ⚡️
Mama Africa - V3 ⚡️🦶🏽 
Castelo - V3
22
Quando eu achava que Milho não poderia ficar melhor, veio uma quebra de grau! 

INTRATERRENOS V8 ✅
Vale das Sombras, Retiro Rupestre
87
Bruto love v11✅

pós setting do brasileiro deu para dar uma fugida para ipero com a tropa @magmaclimb, e acabou saindo alguns clássicos. 

@sbi_outdoor
28
O Nada Perfeito V10 FA 

Sigo tentando a linha direta e 
outros com afinco, aguardando os dias frios e motivado para finalizar os demais projetos desse bloco irado. 🩸🔪🔥 

REMEMBER LIKE THE OLD SCHOOL!!!
(Graduação sugerida, ainda sem repetições!)
30
DHARMA FA

Há mais ou menos quatro anos tive a oportunidade de visualizar essa linha na Praia do Miguel. Ela me chamou atenção, antes de tudo, pela pureza. É um boulder problem de um movimento: dois apoios óbvios e agarras de mão que me impressionaram. Uma delas, uma faca invertida perfeita, acabou quebrando um pouco e ficou menos afiada. A mão esquerda em uma protuberância lateral perfeita para pegar em gaston. A maior treta eram os pés, ou melhor, a ausência deles. Nenhum parecia fazer sentido para fazer qualquer coisa. À primeira vista, parecia impossível…

Com o tempo, fui resolvendo outras pendências e decidi focar nesse projeto. Depois de testar muitas formas de fazer o movimento, defini um pé minúsculo de bico esquerdo como o apoio que iria usar. A partir daí, foi questão de tempo até conseguir estabilizar a saída e esboçar algum jeito de alcançar a borda. A sensação era de explodir para cima (e logo em seguida despencar para baixo).

Entre muitas idas e vindas da vida e da escalada, no total foram quarenta e cinco dias tentando esse boulder, movido pela curiosidade de saber se era possível, se eu era capaz…

Nada disso teria sido possível sem o suporte dos amigos e familiares que sempre estiveram ao meu lado na vida e em tantas idas à Ilha do Mel. Saibam que amo vocês e valorizo profundamente toda a vivência que construímos juntos nesses anos de parceria e cumplicidade.

Por último, e talvez menos importante, vamos lá  hahaha. Escalo há mais ou menos sete anos, sendo cinco deles dedicados avidamente à modalidade do boulder. Já tive a oportunidade de conhecer vários lugares do Brasil e experimentar linhas que considero referência em dificuldade pela sua especificidade e intensidade. Diante desse contexto e da minha experiência, posso afirmar que essa foi a linha mais difícil que já conquistei. Comparando com outras que já provei de estilo e grau similares, sugiro a graduação 8A+ / V12 para essa linha.

E para aqueles que duvidarem da qualidade e da real dificuldade dos boulders de um movimento: tentem primeiro e depois parem de ser frouxos…
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