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É maravilhoso como a arte e a cultura nos preenche 🥹🙏🏽 Mais um @festivalmada ao lado de pessoas incríveis, assistindo artistas incríveis e provando que a força do coletivo nos mune. 

Nesse momento tão preocupante que vivemos, parar um pouco, descansar, se arrumar, sorrir, gritar, pular e elevar as energias positivas é um enorme ato de resistência e fortalece nossa luta. ✊🏽⭐️ VIVÕES E VIVENDO 😎

Dia 02 de MADA pra deixar registrado no feed, na memória, no coração e na história 😌🤲🏽

#brasil🇧🇷 #nordeste #cultura #arte #moda
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O que acontece quando uma adolescente sofre uma violência de gênero facilitada pela tecnologia e os adultos ao redor não sabem como acolhê-la?

Aos 12 anos, Malu Lucena (@malulucenap) teve uma imagem íntima vazada na escola e a violência foi intensificada pelo despreparo dos profissionais de educação.

Anos depois, ela conta n’AzMina como precisou lidar com olhares, humilhações, assédio e, principalmente, com a falta de acolhimento dos adultos que deveriam protegê-la.

📱 Leia o relato completo em AzMina.com.br (link na bio).

🛋️ O Divã é um espaço aberto para leitoras escreverem seus relatos. Se você quer compartilhar sua história, escreva para: contato@azmina.com.br

*O Instituto AzMina, com apoio da Cummins Brasil (@cumminsbrasil), desenvolveu a “Não Curto, Não Compartilho. Um material que ajuda a reconhecer e enfrentar violências de gênero facilitadas por tecnologias.

📌Participe do lançamento online, na próxima quinta-feira (24) preenchendo o forms no link em nossa bio. Card vertical com fundo em degradê de roxo intenso, com textura granulada. No topo central aparece o título da série “Divã d’AzMina” em verde-limão, com a palavra “AzMina” escrita em estilo manuscrito. Texto na íntegra: Quem acolhe uma criança depois dela ser exposta na escola? “Em relato à AzMina, Malu Lucena, editora de vídeos d’AzMina conta como foi ter uma imagem íntima vazada aos 12 anos e como precisou lidar com adultos despreparados” **Aviso de gatilho:  o texto a seguir contém relato de assédio e sofrimento emocional intenso”
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Tive a alegria de participar do painel “O jornalista como marca”, da Jornada Galápagos de Jornalismo 2026 @galapagosnewsmaking. Ao lado da @guitakahashi e com mediação da sempre impecável @driferreirasilva_, falei da minha trajetória como jornalista, de como a @contente.vc chegou neste lugar de fazer um jornalismo que interessa, mobiliza e despolariza, da sofrência que é ser chamada de blogueira porque resolvi usar as redes sociais para dividir o que me importa com mais gente. Bora se comunicar, gente, sem tanto julgamento. Tem muita história importante pra ser contada. Obrigada pela oportunidade e que prazer conhecer tantos comunicadores incríveis!
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