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Psicóloga (em percurso na Psicanálise)
Professora- @fsg_br
Doutoranda em Psicologia Social e Institucional - UFRGS
CRP 07/28558
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Na T R E N D
(atrasados, sabemos, mas foi por uma boa causa: saiba qual na última imagem desse carrossel)

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4️⃣ ... e contando!

FALA AÍ nos comentários:  o que TU acha chique?

📸 @mora_is | @catixavi | @off.photo_ | IPHAN/Divulgação
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💛Setembro Amarelo também é sobre
olhar para o contexto.💛
*correção do nome do autor : FRANTZ FANON*

Quando alguém sofre, é muito fácil olhar apenas para dentro e perguntar:
“o que há de errado com essa pessoa?”

Mas e quando aquilo que machuca também está do lado de fora?

Ser ignorado, não ser reconhecido, ter sua história desconsiderada ou ver o seu sofrimento sendo louvado por que mantem o outro no privilégio dele, não é simplesmente a ausência de olhar, em muitos contextos, ela pode se tornar uma forma de violência contra o sujeito.

Porque ninguém existe sozinho.

Somos atravessados pelas nossas relações, pela família, pela escola, pelo trabalho, pela sociedade e pelas condições em que vivemos.

Por isso, falar sobre saúde mental também é aprender a olhar para aquilo que muitas vezes permanece dentro do pacto narcísico da branquitude.

Por que ele, com suas raizes e vozes veladas, mantém situações de precariedade em uma cortina de fumaça com nome de esforço, luta, resiliência e força.

Este post foi desenvolvido em grupo para a disciplina de Psicologia Social, a partir da nossa reflexão sobre sofrimento psíquico, contexto e as formas como a sociedade participa daquilo que vivemos.

O que acontece com alguém quando, por muito
tempo, ninguém parece enxergá-lo?

#explorar #foryoupage #estudantes #psicologia #setembroamarelo
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Ainda em celebração ao Dia da Psicóloga e do Psicólogo, reforçamos a importância dessa profissão que transforma vidas com escuta, acolhimento e compromisso ético.

A psicologia é presença, cuidado e transformação social. 💙

Seguimos juntos valorizando cada profissional, estudante e egresso que faz parte dessa área tão essencial para o bem-estar e para uma sociedade mais humana.

#FSG #DiaDoPsicólogo #Psicologia #SaúdeMental

#ParaTodosVerem: vídeo em formato horizontal, gravado em ambiente interno moderno, com parede em tons de rosa e branco ao fundo. Quatro pessoas aparecem sentadas em bancos estofados: o coordenador do curso de Psicologia da FSG, João Luís Weber, a professora Manueli Tomasi, o professor Pedro Gil e a pró-reitora acadêmica Ana Claudia Zampieri. Em clima institucional e acolhedor, eles falam sobre a relevância da psicologia na sociedade atual, destacando valores como escuta, acolhimento, cuidado e compromisso ético. A mensagem celebra o Dia da Psicóloga e do Psicólogo, reforçando a importância da profissão e homenageando todos que fazem parte dessa área.
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A exposição “Quem São Eles? Quando o machismo machuca.” promovida pelo Comitê de Combate à Violência Contra Mulheres e Meninas do @grupomulheresdobrasilcaxiassul ganhou espaço na RBS TV e levou para muito além das paredes do Fórum uma discussão que começamos a construir há alguns meses.

Na terça-feira, estivemos no Jornal do Almoço e, nesta quarta-feira, a matéria foi exibida novamente no Bom Dia Rio Grande. 🤩

Eu e a psicóloga Manueli Tomasi, conversamos com a reportagem sobre o projeto e sobre aquilo que está por trás de uma pergunta aparentemente simples: quem são eles?

A matéria mostrou uma parte dessa história. E quero aproveitar toda a repercussão que a exposição vem alcançando para falar um pouco mais sobre o que nos motivou a construí-la.
Quando pensamos nessa campanha, fizemos uma escolha intencional: tirar a mulher do centro da representação da violência e voltar o olhar para o homem que a pratica.

Estamos acostumados a ver a violência contra as mulheres representada pela imagem da vítima: seu rosto, seu corpo, suas marcas, seu sofrimento, sua história.

Mas e eles? 
Quem são os homens que praticam essas violências? O que dizem sobre aquilo que fizeram? Como justificam seus comportamentos? Que discursos utilizam para minimizar a própria responsabilidade?

Foi desse questionamento que nasceu a exposição.

As roupas masculinas que ocupam o espaço não têm rostos porque não existe um único rosto para a violência. E as palavras que as formam não foram inventadas para uma campanha: são falas reais de homens autores de violência.

Ao expô-las, queremos colocar luz também sobre as justificativas. Sobre o peso das palavras. Sobre discursos que culpabilizam mulheres, minimizam agressões e naturalizam comportamentos que não deveriam ser aceitos.

Falar sobre as vítimas é indispensável. Ouvi-las, acolhê-las e protegê-las também. Mas, se queremos falar seriamente em prevenção, precisamos estar dispostos a olhar também para quem pratica a violência e para a cultura que ainda oferece tantas formas de justificá-la.

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