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Artista Brasileira de Corpo e Alma!
Playlist especial no link abaixo:
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Em 1983, no programa Chão de Estrelas dedicado a Luiz Gonzaga, produzido pela antiga TV Educativa do Rio de Janeiro (TVE-RJ), o Rei do Baião aparece ao lado de Marlene em um dos momentos mais descontraídos desse especial.

Neste trecho, Marlene interpreta Xamego, composição de Luiz Gonzaga e Miguel Lima. A música nasceu de Vira e Mexe, composição instrumental de Luiz Gonzaga que recebeu letra de Miguel Lima e passou a se chamar Xamego.

A primeira gravação de Xamego foi realizada por Carmen Costa em 15 de fevereiro de 1944, com Luiz Gonzaga no acordeom. A música se tornou uma das primeiras composições de destaque da parceria entre Luiz Gonzaga e Miguel Lima.

No palco, Marlene entra completamente no clima da música, soltando seus “Ai, ai, ai...” enquanto Luiz Gonzaga, bem à vontade, brinca com a situação: “Tá xamegando demais, Marlene?”

Um daqueles momentos leves e divertidos da televisão brasileira, mostrando a sintonia e a descontração entre Marlene e Luiz Gonzaga.

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A primeira transmissão radiofônica no Brasil foi no dia 7 de setembro de 1922.
Antenas espalhadas tocavam trechos da ópera O Guarani, de Carlos Gomes, fazendo a  comunicação se transformar.

Dia 12 de setembro a Rádio Nacional completa 90 anos e no dia 25 de setembro é comemorado o Dia do Rádio no Brasil
pelo nascimento de Edgar Roquette - Pinto, considerado o pai da radiofusão brasileira. 
Há dez anos realizando o projeto “Elas por Ela - As Rainhas do Rádio por Mona Vilardo” escolhi esse vídeo pra comemorar o mês de setembro. 

Há três anos recebi uma mensagem de um fã do Amapá dizendo que meu projeto tinha chegado até ele pela Internet. 
E, estando recentemente no Maranhão, recebi mensagem do Marcus Almeida, do @aeradoradio que também já conhecia o meu trabalho sobre as Rainhas do Rádio.

Meu último show foi ao lado da Banda do 4° Distrito Naval homenageando Emilinha Borba, em Belém do Pará. 

Certamente, o projeto que me fez ser produtora de mim mesma  alcança o país todo, assim como o Rádio alcançou a partir dos anos 20.

No mês do Rádio afirmo a responsabilidade que tenho em relembrar grandes mulheres, pioneiras num ambiente tão masculino como o Rádio.

E mesmo que, por escolha, eu parasse hoje com o projeto já construí um legado, uma história. 

Isso pra mim já é ter sucesso. Ser reconhecido naquilo que eu acredito ser importante pra história do país e que eu posso chamar de meu.

Viva o Rádio Brasileiro, a Rádio Nacional e as mulheres do Rádio.

Viva o “Elas por Ela - As Rainhas do Rádio por Mona Vilardo” 

Maestro da Banda @nelsonmonteiro470

Captação e edição: @matylinhares
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Em 1983, no especial Luiz Gonzaga do programa Chão de Estrelas, produzido pela antiga TV Educativa do Rio de Janeiro (TVE-RJ), Marlene interpreta Cabeça Inchada, composição de Hervê Cordovil.

Luiz Gonzaga nunca gravou Cabeça Inchada, mas, sempre muito simpático, generoso e cavalheiro, dividiu esse momento com Marlene, permitindo que a cantora interpretasse a canção no programa.

A música já havia sido gravada por Carmélia Alves, a Rainha do Baião, que gravou Cabeça Inchada em 27 de março de 1951.

Anos depois, em 1977, Carmélia também interpretou a composição ao lado de Luiz Gonzaga no espetáculo Seis e Meia, realizado no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro.

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LATA D’ÁGUA NA CABEÇA.
Quando o samba transformou a vida do morro em memória do Brasil. Uma música que nasceu para o Carnaval, porém, ultrapassou o calendário, atravessou gerações e acabam se transformando em documentos sentimentais de um país.
Por: Moises Di Souza- Perolas da Nossa Música 

Lata d’Água, composta por Luiz Antônio e Jota Júnior, pertence, foi
lançada no início dos anos 1950 e imortalizada na voz de Marlene, a canção tornou-se um dos grandes sucessos do Carnaval de 1952. A gravação foi realizada em 26 de outubro de 1951 e chegou ao público no ano seguinte, pela Continental. Mas havia muito mais por trás daquela melodia aparentemente simples.
“Lata d’água na cabeça” era a imagem de um Brasil que carregava a própria sobrevivência sobre os ombros. Maria sobe o morro, leva a criança pela mão, trabalha, lava roupa e sonha com uma vida diferente. A canção descreve, com extraordinária economia poética, a distância social entre o morro e o asfalto, duas cidades dentro da mesma cidade. Uma realidade que a imprensa musical da época reconheceu como um retrato pungente da mulher humilde e das dificuldades sociais dos morros cariocas. E existe uma personagem real por trás desse imaginário: Maria Lata d’Água, passista que desfilava no Carnaval carioca carregando uma lata sobre a cabeça. Sua figura teria inspirado os compositores Luiz Antônio e Jota Júnior. A força da obra também está em sua interpretação. Marlene não apenas cantou Lata d’Água: ela deu corpo àquela Maria. Sua gravação contou com o acompanhamento de uma orquestra ligada ao maestro Radamés Gnattali, e a música rapidamente se transformou em fenômeno popular. O curioso é que, apesar de nascer dentro do universo festivo do Carnaval, Lata d’Água carregava uma melancolia profunda. Era uma canção alegre por fora e dolorosa por dentro. O ritmo convidava à festa, mas a narrativa falava de trabalho, pobreza, maternidade, dignidade e esperança. E talvez seja exatamente aí que esteja sua grandeza.
A música popular brasileira sempre teve essa capacidade extraordinária de fazer do cotidiano uma epopeia. Um barraco pode virar cenário;
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#tbt❤ ainda usa?
trabalho de que tenho saudade e orgulho de ter feito por alguns anos, montagem teatralizada, tributo à ícone do rádio (no auge) e da cultura brasileira  em geral, a cantora e atriz Marlene. @marlene_amaior 

Viver do amor, tema da personagem Vitória de Duran- Ópera do Malandro (Chico do Buarque) interpretada em disco e no tbem no teatro por ela.

Violão @luiz_flavio_alcofra Percussão @marcus.thadeu_oficial 
Vídeo @flavioloureiroas3
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Em 1983, o programa Chão de Estrelas, da antiga TVE-RJ, reuniu Luiz Gonzaga e Marlene em uma emocionante dueto de "Paraíba", clássico composto por Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, dois dos maiores responsáveis pela consolidação do baião na música brasileira.

A história da canção começou em 1950, quando Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira a compuseram para a campanha de José Pereira Lyra ao Senado Federal pela Paraíba. Gravada inicialmente por Emilinha Borba, a música rapidamente conquistou o público. Em 6 de março de 1952, Luiz Gonzaga registrou sua própria versão pela RCA Victor e incorporou definitivamente "Paraíba" ao seu repertório, transformando-a em um dos grandes clássicos de sua carreira e em uma das composições mais representativas da parceria com Humberto Teixeira.

Mais de três décadas depois, Luiz Gonzaga revisita essa obra ao lado de Marlene, em um encontro que celebra a força de uma canção nascida de um momento específico da história paraibana, mas que ultrapassou seu contexto original e conquistou lugar permanente na música brasileira. O registro preservado pela TV Brasil permite reviver esse encontro memorável entre dois grandes nomes da nossa cultura.

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Um encontro memorável no programa Chão de Estrelas, da antiga TVE-RJ, em 1983: Luiz Gonzaga e Marlene juntos na interpretação de "Baião", clássico composto por Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.

A história dessa canção começou ainda nos anos 1940. "Baião" foi gravada pela primeira vez em 22 de maio de 1946, pelo conjunto Quatro Ases e um Curinga, em registro da Odeon. Luiz Gonzaga fez sua própria gravação alguns anos depois, em 7 de junho de 1949, consolidando em sua voz uma composição que se tornaria um dos grandes marcos de sua trajetória e da divulgação do baião por todo o Brasil.

Quase quatro décadas depois da primeira gravação, Luiz Gonzaga revisita essa obra ao lado de Marlene, em um encontro que reúne duas grandes referências da música brasileira. O registro de 1983 preserva um momento singular da televisão e da trajetória do eterno Rei do Baião, mostrando a força de uma canção que atravessou gerações e permaneceu viva no repertório brasileiro.

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