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Surfista profissional e creator ✨
Vencedor de 2 festivais de cinema 🎬
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A floresta está sempre em movimento. 

O dossel fecha, o sub-bosque fica na sombra, sementes dormem, cai uma copa, entra luz, a temperatura sobe…

Esse é o último dos cinco vídeos sobre os princípios da agrofloresta — a série na qual Moisés vem ensinando desde o Lote 18, o lab agroecológico da Trovão Tropical. 

Neste episódio, você confere como o manejo e as podas inteligentes simulam os distúrbios que a floresta faz há bilhões de anos para se renovar.

Se você acompanhou desde o começo, assistiu aos episódios sobre solo coberto, biodiversidade, multiestratificação, sucessão natural e, agora, poda e manejo.

Se ainda não viu, vá até os vídeos próximos aqui no feed.

Em breve, nova série, novo ciclo.

Se você chegou até aqui, compartilha com quem você quer plantar junto.
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Quarta edição do @__photocontest e é sempre muito especial participar 

Parabéns a todos os envolvidos @anacatarinaphoto @llua.ramos e a todos que participaram, mais uma edição linda e emocionante 🌊🌺❤️ 

Fotografar no single shot pra quem tá acostumado a disparar vários cliques por segundo é sempre um grande desafio, adiciona a correnteza e partiu inventar alguma coisa rsrsrs 

*a última foto foi da nossa primeira bateria, que foi bem ruim por sinal rsrsrs, nos últimos minutos Moisés fez duas corridas pra dentro d’água, pra gente tentar inventar alguma coisa, e fizemos essa ondinha 🌊, a gente curtiu muito, mas os juízes não kkkk

Quero agradecer a meu dupla @moises2base que sempre pilha de participar, coloca várias ideias e quer fazer acontecer, menino mais que querido pela comunidade do surfe e que merece o mundo 🫶
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Cada planta tem seu tempo. Cada fase tem sua função.

A Agricultura Sintrópica de Ernst Götsch trabalha com uma lógica simples. 

Algumas plantas chegam primeiro para preparar o terreno: guandu, mucuna, feijão de porco, mandioca, guanxuma — plantas valentes que aguentam solo empobrecido. Suas raízes quebram a compactação e fixam nitrogênio no solo (o elemento que faz as próximas plantas crescerem); a matéria orgânica volta para o solo e devolve os nutrientes. 

Enquanto essas plantas trabalham, o solo fica mais fértil: matéria orgânica se acumula e a microvida aumenta. Com mais fertilidade, árvores exigentes (frutíferas complexas) conseguem se estabelecer; é o sistema aumentando a complexidade.

Isso é a sucessão natural. Cada espécie entra no seu tempo, cumpre seu ciclo e o espaço se abre para a próxima. A transição sempre acontece. A floresta opera assim há bilhões de anos e a agrofloresta só sistematiza isso. 

No próximo e último episódio da série Princípios da Agrofloresta, Moisés mostra como as podas transformam o sistema em distúrbio inteligente.

Se você planta, colhe ou quer entender por que cada fase importa: passa adiante.
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Diretamente da Polynesia Francesa 🔥 Nosso TubeRider @moises2base e @2basefilmes2 tão vivendo os verdadeiros Dias Épicos e inesquecíveis no Paradise 🏝️🌊🏄 #tahiti #izaaa #TVBShorts #Izaaa #surf
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@moises2base 🏄🏽‍♂️ 🇧🇷

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Bom demais, tá maluco….🫶❤️
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Lynn Margulis, a bióloga que revolucionou nosso entendimento sobre evolução, provou que a vida complexa surgiu da cooperação: as estruturas que hoje realizam a fotossíntese nas plantas eram, no passado remoto, organismos independentes que se uniram para sempre.

É essa força coletiva que move a fotossíntese (a conversão de luz solar em energia química), sustentando a base da vida na nossa biosfera.

A luz é limitada pelo espaço. Na floresta, isso gerou uma solução elegante: a estratificação.

Plantas ocupam diferentes alturas para reduzir a competição e aproveitar cada raio de sol. Algumas no chão, crescendo na sombra. Outras no meio, aproveitando a luz filtrada. Outras no topo, recebendo sol direto. 

Cada uma evoluiu para ocupar o lugar que lhe cabe. No Lote 18, nosso lab experimental, quando você observa um SAF bem estruturado, vê os estratos — baixo, médio, alto e emergente. 

Cada estrato captura luz em sua medida, cada folha contribuindo para a fotossíntese. 

Quanto mais andares, mais folhas trabalhando, mais energia capturada do sol e mais biomassa alimentando o sistema.

Povos indígenas encarnavam essa lógica há milênios: plantas como banana, mandioca, açaí, castanheira e cacau plantadas juntas garantem a complexidade das florestas naturais. 

Aqui no Rio, o Lote 18 apenas segue o mesmo princípio ancestral. 

No próximo episódio, Moisés mostra por que cada planta tem seu tempo. 

Se você planta ou quer entender por que a arquitetura do SAF importa, passa adiante.
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Diretamente do Paraiso Supremo 💎 Moises e 2Base vivendo os Dias Mais Épicos no Tahiti @moises2base @marcosbraz_2base #DiadosPais #TVBShorts #izaaa
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Biodiversidade é resistência alimentar.

Afinal, se dependermos do agronegócio, reinaria monocultura e veneno.

Miguel Altieri, agrônomo e entomologista chileno, descobriu algo óbvio que a Revolução Verde ignorou: monocultura não tem mecanismos naturais de controle de pragas.

Você planta uma única espécie, aparece uma praga, e não há defesa.

Já em um sistema biodiverso, caso uma planta seja atacada, ainda há as outras. Além disso, predadores naturais ajudam a controlar os insetos e o agroecossistema tende a se equilibrar.

Moisés mostra isso no segundo episódio da série "Princípios da Agrofloresta".

No Lote 18, quando você observa um plantio adensado e diverso, vê plantas de diferentes alturas, ciclos e funções. Algumas adubam o solo, outras atraem insetos benéficos, outras quebram a compactação com raízes profundas.

Debaixo da terra, raízes e fungos micorrízicos formam redes que conectam essas plantas. 

O sistema funciona porque não depende de uma única espécie. Se uma enfrenta praga, doença ou seca, a vida continua.

Bangladesh perdeu sete mil variedades de arroz quando a Revolução Verde chegou. A Amazônia desenvolveu muitas riquezas porque povos indígenas trabalharam pela diversidade genética durante milênios.

No próximo episódio, Moisés mostra por que cada planta tem seu andar.

Se você planta, colhe ou quer entender por que a diversidade genética importa: compartilha.
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