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Vários defeitos, nenhum deles é viver em uma micro bolha pra achar que dentro desse mundo todo só existe a minha realidade e ela é a única que importa.

Dump da hot life de setembro pra cá, antes tarde do que mais tarde. ❤️‍🔥
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Setembro 🤌🏼
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Um spoiler de como foi passar a tarde com a Lu. Liga o áudio pra ouvir o clima do ensaio. 🤍
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4 ANOS & O pack de fotos que não foram postadas (mas deveriam) do dia mais feliz da nossa vida. 🎉🧡

Te amo quatro vezes mais bê
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⭐️ minha manhã de hoje em 10 segundos [amei esse estilo de video]
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A Nathália foi a primeira vez para BH sem mim e, desde então, guardava muita saudade e carinho pela cidade. Dizia que eu ia amar o Mercado Novo e o clássico pão de queijo com doce de leite no Mercado Central. Ela falava que o clima era urbano, do jeitinho que eu gosto, e que o povo mineiro era fofinho e acolhedor.

Enfim, criou-se uma expectativa absurda e o sonho dela era que a gente fosse junto. Finalmente conseguimos desbravar mais um estado no mapa! E agora posso afirmar: sim, BH é tudo isso e vou além. MINAS GERAIS é incrível! Ouro Preto é cinematográfica, Mariana é aconchegante, Inhotim é imersivo... BH é realmente tudo o que ela dizia.
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Tem uma coisa meio mágica na amizade feminina de longa data. Uma sensação de que ela vai ganhando liga, como se fosse macerando mais e mais a cada volta que a vida dá. Vai grudando na pele e a gente vai se fundindo um pouco uma na outra. Pegando emprestado os trejeitos, os vícios de linguagem. Vai se parecendo mais ali e se diferenciando absurdamente acolá. Vai se tornando mais a gente mesma enquanto apreende mais uma da outra. Uma coisa meio hormônio-cultural. Sei lá. Difícil explicar, mas quem vive sabe do que eu to falando. Tem uma coisa meio mágica na amizade feminina de longa data. Uma coisa meio mágica em permanecer quando tudo mais passa. Os namorados, os amores, a calça wide leg, aquela fase terrível da amiguinha-de-outro-núcleo que você tentou fazer acontecer. Tem uma coisa meio mágica na amizade feminina de longa data. E tem uma coisa meio mágica em perceber que talvez esse seja o núcleo principal da história. Que talvez seja sobre crescer juntas e através umas das outras em todas as versões que se consegue performar. Talvez seja sobre matar dragões horripilantes na vida real e voltar pra contar uma pra outra como foi. Talvez seja menos sobre encontrar o príncipe encantado e viver num castelo e mais sobre perceber que o mais legal de planejar a vida perfeita naquelas festas do pijama não era alcançar a vida perfeita, mas a festa em si. E que ironicamente a vida perfeita depois de adulta só é possível, quando a gente escapa dela, para se reunir mais uma vez num cômodo qualquer. Tem uma coisa meio mágica na amizade feminina de longa data.
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