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poeta fêmea
Pré-venda de “ A mulher que morreu de pregos” :
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Anunciamos a PRÉ-VENDA de “a mulher que morreu de pregos”, o livro de Ellen Sousa ( @outraellen ). Em nosso site, é possível conferir um trecho do livro, bem como reservar um exemplar, que possui um desconto de compra em pré-venda.

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Ellen Sousa nasceu em Fortaleza, Ceará. É poeta, atriz e professora de artes. Desenvolve uma escrita marcada pela invenção de imagens, pela experimentação da linguagem e pela construção de uma mitologia própria em torno do corpo, do amor e da morte. Este é o seu livro de estreia.

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E como forma de ampliar o nosso público leitor, a Editora M.inimalismos lança uma nova campanha de pré-venda: se atingirmos a meta de 100 exemplares vendidos durante as próximas quatro semanas, todos os leitores receberão um exemplar extra, para presentear uma pessoa querida.

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ATENÇÃO: o livro ficará em pré-venda por 4 semanas e só após esse período começará a ser impresso. É importante ressaltar que a pré-venda viabiliza e muito o livro, valoriza o trabalho especial da autora e o esforço da editora em publicar livros em um tempo de alta de preços gráficos. Por isso, adquira o seu exemplar e apoie autorxs e uma editora independente.
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Obrigada a todos que fizeram parte desse dia, de perto ou de longe.
Cada mensagem e demonstração de carinho fizeram meu coração transbordar. 
Que dia especial! ✨
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✨Post de alívio do hd ✨
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Domingo de celebração e luta, de reconhecimento e resistência. Um domingo com a poesia de @outraellen

Ellen Sousa tem 28 anos, nascida e criada no Ceará. É uma carangueija estudante de teatro e poeta. Escreve no blog Nubígenos desde que se entende por bicho.

Link nos stories.
Acesse ruidomanifesto.org (link na bio).
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“Não se curem além da conta. Gente curada demais é gente chata. Todo mundo tem um pouco de loucura. Vou lhes fazer um pedido: vivam a imaginação, pois ela é a nossa realidade mais profunda. Felizmente, eu nunca convivi com pessoas ajuizadas. É necessário se espantar, se indignar e se contagiar, só assim é possível mudar a realidade…” (NISE DA SILVEIRA)
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