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Recebi diversos comentários absurdos no threads, esse Video diretamente direcionado as pessoas de direita que votaram no Bolsonaro, que estão meu Instagram, que me conhecem, vieram até minha casa, beberam cerveja comigo, brincaram com minha filha, cumprimentaram minha esposa e que eu já tatuei. 

Não ligo para o que disseram lá, mas vou ligar para sua reação das pessoas que conheço aqui.

Preciso entender que tipo de pessoas são vocês, numa boa, eu acredito que Lula não é perfeito, mas mas não posso acreditar que a sua DISCORDÂNCIA com o governo Lula é maior a ponto de CONCORDAR com o absurdo que é a Família Bolsonaro. #esquerdaedireita #lulapresidente #lula #lula13
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O Dia dos Pais, celebrado neste domingo (9), marca um momento de homenagens e de reflexão sobre a forma como a paternidade é exercida, principalmente por pais negros.

Se por muito tempo o papel do pai esteve associado principalmente ao sustento financeiro, hoje discussões sobre cuidado, presença, divisão das responsabilidades domésticas e participação na criação dos filhos ocupam espaço crescente no debate público.

Nesse cenário, influenciadores negros têm usado as redes sociais para compartilhar experiências, questionar estereótipos sobre masculinidade e apresentar outras referências de paternidade.

Confira quatro perfis que podem servir de referência para quem deseja acompanhar esse tema.

👉🏿 Acesse a matéria pelos stories ou o site pela bio!

Texto: Giovanne Ramos (@giovanneramox) | Alma Preta Jornalismo
📸 Reprodução/Redes sociais

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#DiaDosPais #ParentalidadePositiva #almapretajornalismo
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A verdade? Esse papo já deu. 👊💙

A maior herança que um pai pode deixar não é a pose de durão. É o abraço sincero, a escuta e o apoio de verdade para os filhos serem quem quiserem.

Neste Dia dos Pais, o Projeto Marias da Penha manda o papo reto: A gente não escolhe o pai que teve, mas escolhe com orgulho o pai que vai ser.

A mudança real começa dentro de casa:
👉 Apoie suas filhas a voarem sem medo.
👉 Mostre para os seus filhos que afeto e respeito também são coisa de homem.

O passado ficou para trás. O futuro a gente constrói com afeto. ✨

Ficha Técnica: 
Direção e roteiro: @alefcaju
Direção de fotografia e edição: @anagabicartaxo
Assistente de produção: Bruna
Produção executiva: Isis Dantas @_isisdantas_ 

#DiaDosPais #PaternidadeConsciente #ProjetoMariasDaPenha #QuebreOCiclo #violênciacontramulherécrime
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📝 Nota Editorial: A ausência e o abandono paterno são realidades sociais concretas e produzem consequências reais para quem os vive. O ponto trazido por Diego Silva é outro: enfrentar a generalização racista que transforma a ausência em característica dos homens negros e apaga a pluralidade das experiências de paternidade negra. Não existe uma única forma de ser pai negro no Brasil.

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Como desmontar o mito do pai negro ausente?

O estereótipo tenta reduzir a paternidade negra a uma estatística de ausência, mas a realidade é diversa. Não existe uma única forma de ser pai negro no Brasil a experiência é atravessada pelo lugar onde se vive, pela renda, pela história familiar, pelas relações de gênero e pelo acesso a direitos. Para alguns homens, também significa criar os filhos sabendo que o racismo poderá alcançá-los antes mesmo que tenham idade para compreender o que aconteceu.

É a partir desse lugar que o educador parental Diego Silva constrói a relação com Benjamin e Aurora: "No meu caso, ser pai significa cuidar de duas crianças negras em uma sociedade organizada pelo racismo."

A conversa sobre racismo, segundo o educador, deve começar antes que os filhos sejam obrigados a enfrentá-lo sozinhos, sem roubar a leveza da infância: meninos e meninas precisam conhecer o racismo e identificar injustiças, mas também precisam de espaço para brincar e descobrir o mundo. 

O cuidado também deve estar presente quando os pais estão vulneráveis. "Meus filhos não têm a responsabilidade de me humanizar, ensinar a amar ou reparar o que vivi," ressalta Diego Silva. Rever práticas passa por reflexão, responsabilização, estudo, relações comunitárias e disposição para mudar.

Texto: Jean Albuquerque (@albuquerquejean_) 
Arte: Daniel Pereira (@netodozuza) | Alma Preta Jornalismo

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