Instagram story viewer> @propagulo> Tagged
1088
posts
19K
followers
1510
following
Instituição autônoma de arte
Livro “Sonhos para a Terra” em pré-venda no Catarse!
POSTS STORIES REELS TAGGED
Nem só de galerias consolidadas vive o mercado de arte contemporânea. Espaços independentes — muitas vezes integrados a coletivos, acervos, oficinas, residências ou territórios — são importantes vetores de renovação da produção artística brasileira.

É exatamente nesses espaços que novos artistas visuais e novos colecionadores se encontram. Na feira, chamamos esse ecossistema de ‘Projetos Especiais’: um setor que reúne escritórios de arte, projetos de curadorias e acompanhamentos artísticos.

Alguns desses projetos também contam com artistas já consagrados em seus acervos, democratizando e ampliando o acesso de novos públicos ao colecionismo.

A ART.PE dá destaque a esses espaços como uma oportunidade real de promover troca, difusão e inserção no mercado, garantindo aquele frescor visual que o público tanto procura.

Entre os participantes reunidos este ano, a partir da pesquisa e do convite de Beth da Matta, diretora artística da feira, estão:

Comadre [Rio de Janeiro] , Galeria Capibaribe UFPE [Recife], Artepofagia [Maceió], Maumau + Gráfica Lenta [Recife], Nuvem [Recife], Ocupá [Rio de Janeiro] e Pupa (Propágulo + Criatório) [Recife e Gravatá].

◻️ART.PE 2026 | Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco
◻️14 a 18 de outubro de 2026
◻️Recife Expo Center
◻️Recife — PE — Brasil
◻️Pré-venda: R$ 50 e R$ 25 (meia) — link na bio
13
[link no final da legenda]:
Vem aí meu primeiro livro de artista: 
✨Sonhos Para A Terra ✨

Me juntei com a @propagulo para fazer uma edição especial em celebração de 10 anos da minha trajetória artística, com imagens de obras desse período e texto de 3 autoras que admiro muito!

Garante o teu na pré-venda!
Link nesse reels e fixado na bio 🧡
43
VENCEDORES PRÊMIO ABCA | A Associação Brasileira de Críticos de Arte divulgou os vencedores do Prêmio ABCA 2026, reconhecimento anual que acompanha e evidencia trajetórias, instituições e acontecimentos marcantes das artes visuais no país.

Entre os destaques da edição, o Prêmio Mário Pedrosa para artista contemporâneo foi para Gê Viana, artista maranhense cuja prática insólita de colagens e fotomontagens confronta a cultura colonizadora hegemônica, os sistemas de arte e comunicação. Na categoria Reconhecimentos Regionais, a região Norte premiou a fotógrafa paraense Paula Sampaio, que constrói seu repertório a partir de caleidoscópios de imagens-históricas. Já na região Sul, a premiada foi a Fundação Vera Chaves Barcellos, que abriga exposições de seu acervo com mais de 4 mil obras de 800 artistas brasileiros e internacionais. 

🔗 A cerimônia de premiação acontece nesta quarta, 27/5. Veja lista completa de vencedores em celeste.art.br [link na bio]

📸 divulgação ABCA
[1] Retrato Gê Viana
[3] Fotografia de Paula Sampaio
[5] Capa do livro A gênese da curadoria no Brasil, de Cristina Tejo
[7] Retrato de Renata Bittencourt
[10] Vista da Fundação Vera Chaves Barcellos
[12] Vista da exposição Arquipélago imaginário, de Luiz Braga, no Instituto Moreira Salles 

#premioabca #dahora
61
luz para o que fica nas sombras 

ontem, foi dia de chegar no @mac_usp e falar que, antes de tudo, eu sou piauiense, diante de nordestinos pulsantes na curadoria e na arte. 

Eu vi o entardecer e o início da noite pelos vidros do prédio projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer enquanto ouvia, com muito gosto, cada pessoa que teve fala durante o lançamento do livro da @cristianatejo pela @propagulo, com edição do @moraes_guilherme_. 

"A Gênese da Curadoria no Brasil: a partir de Aracy Amaral, Frederico Morais e Walter Zanini" vem como parte das investigações da Cris, especialmente com o doutorado defendido na UFPE, de Recife para o Brasil. Também de lá, do estado com a bandeira mais charmosa que nós temos, @anamariamaia participou desse encontro de gerações de curadoria no Recife e citou ações e proposições em grupos e coletivos de cultura em um fazer curatorial. 

Ouvindo Cris, Ana e Gui, lembrei que Clarice Lispector morou no Recife e, em “A Hora da Estrela” (1977), nas narrativas de uma nordestina no sudeste, escreveu: “já que sou, o jeito é ser”. E assim somos alguma coisa, assim nos fazemos, na prática, indo de encontro com o texto da Tejo “Não se nasce curador, torna-se curador”, como o @pitol.andre lembrou e trouxe para a conversa, em uma fala muito bonita sobre lançar luz sobre o que ficou na escuridão por tempos ("Edival Ramosa: Alfabeto solare" abre em breve na @galarea.art_ com curadoria do Pitol).

Esse fazer na prática da curadoria, sem uma formação específica, mas nos caminhos da história da arte, vai de Aracy e Zanini como professores universitários para Frederico Morais sem formação acadêmica e com uma vasta experiência curatorial. Chegam no MAC USP. Os dois primeiros como diretores do museu e o terceiro como curador de uma mostra sobre o Bispo do Rosário. @helouisecosta ainda ressaltou que Zanini iniciou como conservador da coleção doada por Ciccillo Matarazzo para, em outro momento, assinar como curador, já na Bienal, ali perto do MAC USP, que dava para ver pelos vidros até escurecer e o evento terminar.

Lembrei do projeto @1curadorx1hora do @raphaphon, no qual Cris foi uma das primeiras entrevistadas e muito me marcou ouvir sobre o MAMAM.
20
Estamos na fase final de votação!!! Uma honra ter Cristiana Tejo entre os finalistas do Prêmio Sérgio Milliet – Destinado a um pesquisador/a (associado ou não), por trabalho de pesquisa publicado

No livro A gênese da curadoria no Brasil, Cristiana Tejo revela a emergência da curadoria no país a partir da crítica de arte. Muito antes do termo “curador” ser sinônimo de um ofício decisivo para a legitimação da arte contemporânea, Aracy Amaral, Frederico Morais e Walter Zanini já transformavam os modos de pensar e expor a arte no Brasil. Suas atuações foram fundamentais para consolidar a curadoria como uma instância crítica e legitimadora da arte contemporânea brasileira. Fonte: finalista
24
No dia 14 de maio, quinta-feira, o MAC USP recebe o lançamento do livro “A Gênese da Curadoria no Brasil”, de Cristiana Tejo, publicado pela editora Propágulo. O evento ocorre no mezanino do Museu, ao lado da livraria da Edusp, e haverá bate-papo com a autora e com Guilherme Moraes, Ana Maria Maia, André Pitol e Helouise Costa. A entrada é gratuita, e haverá sessão de autógrafos após a conversa.

No livro “A gênese da curadoria no Brasil”, Cristiana Tejo revela como a curadoria brasileira nasceu da crítica de arte e se consolidou como prática de legitimação da arte contemporânea em uma história de ousadia, disputas e invenção essencial para a construção do nosso modo de ver e viver a arte na atualidade.

Muito antes de a palavra “curador” ganhar prestígio, três nomes já transformavam a forma de pensar e apresentar a arte no Brasil. Aracy Amaral, Frederico Morais e Walter Zanini romperam limites e ajudaram a fundar o papel do curador no país, consolidando a curadoria como força legitimadora da arte contemporânea.

#MACUSP #Curadoria #Eventos
11
back to up