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Transformar concreto em cor é transformar a forma como a gente vive os espaços.

Esse chão ganhou vida através de um projeto pensado para brincar, acolher e trazer identidade ao ambiente. Cada curva, cada cor e cada detalhe foram pintados para criar um espaço mais vivo, lúdico e cheio de movimento.

Mais um trabalho de pintura artística concluído no condomínio Pacífico Norte em ARACAJU/SE, mostrando que a arte também acontece onde a gente pisa.

Boom Artes e pinturas ✍🏾
Com a ajuda de: @sarro_letter 
Imagens aéreas: @ribasfpv 

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Ítala Silva de Oliveira atravessou um tempo em que falar de corpo, sexualidade e mulheres era quase um ato de desobediência.

Em 1927, na Faculdade de Medicina da Bahia, ela defendeu a tese “Da sexualidade e da educação sexual”. Não para chocar — mas para educar. Para afirmar que mulheres precisavam compreender seus próprios corpos, sua saúde e sua autonomia, num Brasil que preferia o silêncio.

Acredita-se que Ítala tenha sido a primeira médica sergipana a se formar, abrindo caminho onde antes só havia cadeiras vazias.

Décadas depois, essa história começou a ser resgatada.
A monografia de Ítala dialoga hoje com a pesquisa de Mislene Batista Santos (UFS), que revisita seu pensamento e mostra como aquela defesa era, na verdade, um projeto de emancipação feminina.

Essa não é só uma história sobre medicina.
É sobre conhecimento negado.
E sobre o que muda quando mulheres passam a ocupar esses espaços.

Fontes:
– Da sexualidade e da educação sexual (1927), Ítala Silva de Oliveira
– Monografia de Mislene Batista Santos (UFS)
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Arthur Bispo do Rosário viu uma luz.
Uns chamaram de delírio.
Hoje, parte de sua obra está preservada no Museu Bispo do Rosário, que guarda centenas de peças criadas dentro de um hospital psiquiátrico — onde ele viveu por décadas.

E isso faz a gente parar e pensar:
quantas mentes brilhantes nós deixamos de ouvir porque foram silenciadas pelos muros da loucura, do abandono e do preconceito?

A história de Bispo não é só sobre arte.
É sobre como a sociedade trata quem pensa diferente, quem sente diferente, quem foge do molde.

É por isso que o movimento antimanicomial é tão importante:
para lembrar que todo ser humano tem direito a cuidado, a escuta, a dignidade —
e que genialidade também pode nascer onde o mundo só enxerga desvio.

Se Bispo tivesse sido acolhido, acompanhado, compreendido…
quantas outras obras ele teria deixado?

E a pergunta que fica é simples e profunda:
quantos outros “Bispos” ainda estão sendo apagados antes de terem a chance de existir?

Fontes consultadas:
Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea;
Edward Gómez — pesquisador e crítico de arte especializado em outsider art.
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Sabia que o estopim que arrastou o Brasil pra Segunda Guerra Mundial foi em Sergipe? Pois é !

A gente não consegue criar um circuito histórico da Segunda Guerra Mundial no Brasil por um motivo simples: ainda não tratamos esse período como patrimônio vivo. Temos peças fundamentais da nossa própria história — o Cemitério dos Náufragos, o Memorial às Vítimas, a Praça dos Expedicionários, os monumentos esquecidos espalhados pela cidade — mas nada disso está integrado, sinalizado, restaurado ou preparado para receber visitantes. Falta reconhecimento, cuidado, narrativa e sobretudo a decisão de transformar memória em valor cultural e turístico.

Este vídeo é um passo nesse caminho. Ele reconstrói, com apoio de IA, parte do que aconteceu naquele período, de forma imersiva e didática, justamente para mostrar o quanto essa história existe, mas permanece invisível. Se quisermos um circuito real — educativo, turístico e capaz de movimentar nossa cultura e nossa economia — precisamos resgatar essa memória agora: restaurar, renomear, abrir à visitação, e dar voz aos lugares que contam quem fomos.

Só assim a Segunda Guerra no Brasil e em Sergipe deixa de ser um rodapé dos livros e passa a ser um roteiro vivo dentro da nossa própria cidade.

Assessoramento Histórico: @professorfredteles 
Apoio: @ceic_estudos 

SALVEM NOSSA HISTÓRIA!

#aracaju #historia #sergipe
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👽✨ Uma missão interplanetária disfarçada de rotina escolar. “Intercâmbio” é um curta que mistura ficção científica, crítica social e poesia do cotidiano em um retrato singular do que é tentar pertencer. Com direção de José Figueiredo e Fernanda Almeida, acompanhamos Marta — uma visitante de outro planeta — em um dia que redefine fronteiras entre o estranho e o familiar.

Este vídeo é o registrodas gravações do filme. Uma ficção atravessada por realidades que reconhecemos, reinventadas com afeto, humor e resistência.

Assista, sinta e permita-se estranhar.
🛰️ @intercambiofilme

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